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Bolsonaro e Transformação Digital

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Carlos Nepomuceno -

A eleição de Bolsonaro terá forte impacto no mercado de Transformação Digital brasileiro, pois a campanha dele lembra muito uma startup: tudo para dar errado pelas velhas fórmulas e deu certo.

Parece cada vez mais evidente, que mudanças estão ocorrendo e quem não se mexer vai ficar “com poucos pontos percentuais no final da eleição”.

É evidente que a sociedade está promovendo mudanças em todas as áreas e que políticos tradicionais – e organizações tradicionais – precisam se reinventar para não perder o bonde da história.

As organizações vão aumentar alguns graus o investimento em Transformação Digital.

Se imaginava gastar X vai passar a 2X.

Além de querer gastar mais, as organizações vão começar a desconfiar dos “velhos marqueteiros”.

Não adianta querer ser inovador em Transformação Digital e contratar antigas empresas de consultoria para aconselhá-lo.

Está se abrindo campo para novos players no mercado de Transformação Digital.

E vou te dizer qual será o grande diferencial: teorias consistentes, que permitam definir cenário mais plausível do que ficar apresentando filme de passarinho voando em bando.

Vejamos.

Quando uma empresa tradicional imagina investir em planejamento estratégico, o que precisa é de cenário bem definido para que se tenha “a tampa do quebra cabeças” para juntar as peças.

Um planejamento estratégico é basicamente equação matemática:

  • A = situação atual;
  • B = nova situação para se manter competitivo;
  • C = ações necessárias para levar à organização de A para B.

O problema é que “B” – o cenário de onde estamos e para onde vamos é mais muito mais complexo, pois vivemos hoje o que podemos chamar de FUTURO DISRUPTIVO.

Vivemos o início de Revolução Civilizacional na qual ao se plantar um “pé de cooperativa de táxi” por mais que se tome litros de Design Thinking não nasce nunca um Uber.

O Uber tem DNA administrativo diferente e exige “plantação do novo modelo” em um “solo” separado, o que nos leva a ter que imaginar um PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO BIMODAL.

Parte da empresa tem que atender o cliente que já nasceu e ficou mais velho. E outra parte imaginar produtos e serviços para um bebê que ainda está na barriga da mãe.

Organizações se acostumaram desenvolver estratégias para FUTUROS INCREMENTAIS, ou no máximo FUTUROS RADICAIS, mas não disruptivos. As teorias aqui não são tão importantes como agora.

Todo o esforço que a COMUNIDADE DOS BIMODAIS tem feito é justamente este: apostar em bases conceituais/teóricas sólidas para tentar reduzir a incerteza da disrupção futura.

É um caminho que vai contra a lógica do mercado, mas parece que o mercado está cada vez mais ilógico, o que reforça a tese do Gil Giardelli de que “não se pode ir para um novo continente com os velhos mapas”.

Prevejo, assim, o início de movimento de guinada no mercado de Transformação Digital com a perda gradual de valor dos atuais players com bases conceituais de baixa qualidade.

Há forte carência por teorias consistentes que possam embasar os Planejamentos Estratégicos de longo prazo.

Portanto, organizações tradicionais que tiverem visão de cenário mais consistente – o que só pode ser obtida com teorias eficazes – serão mais competitivas hoje, amanhã e depois.

O trabalho da COMUNIDADE DOS BIMODAIS – mais um destes fenômenos fora de padrão deste novo cenário – vai nessa direção.

Nosso lema é:

É isso, que dizes?

O artigo é inspirado na dúvida dos alunos do curso “Conceitos básicos da Bimodalidade”.

Nosso movimento debate livros em temporadas no projeto “Leituras Compartilhadas sobre best sellers sobre Transformação Digital”.

Áudio com o resumo dos artigos? Por aqui.

E tem “Programa de Capacitação para ajudar Profissionais a terem visão Bimodal”.

Quer fazer parte? Clique aqui.

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