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Jorge De Lima - Iscas Olhos&Alma -

Para que serve mesmo o código de defesa do consumidor? Tem praticidade real ou é apenas pra ser enrolado? Um cidadão vai ser protegido quando for lesado ao tentar adquirir um produto que é mostrado na propaganda e quando recebe esse produto, constata que pouco do que foi prometido condiz com o ofertado?

Hoje sou um crítico do marketing que faz satanás parecer anjo. Hoje vivemos um cenário em que os direitos são diariamente desconstruídos por bancos, empresas de telefonia, pelos governos (federal, estadual, municipal) que muito cobram em impostos e pouco nos oferecem, em total ineficácia. Hoje é cena rotineira em nossa sociedade ver excelentes vendedores, com ampla oratória mas com péssimos produtos e serviços. Hoje é lícito mentir, enganar, promover o que não presta. E o cidadão que se dane! Que gaste tempo e dinheiro indo a justiça para não receber o que lhe é devido pela morosidade do judiciário, que com consenso acoberta grupos como bancos telefonia, empresas de plano de saúde,…

E se aplicássemos a lei do código de defesa do consumidor em nossa política, no sistema eleitoral brasileiro, o que ocorreria? Teríamos um problema intenso por que existe muita mentira usada em horário eleitoral. Candidatos mentem muito, falam de números fictícios, de realidades inexistentes, falsas, vendem o que não vão entregar, falam do que não fizeram, maquiam os números ruins evidenciando falta total de ética e respeito com a inteligência. Mas a mentira do marketing não se sustenta e este produto, nossa política, está podre, não funciona direito, fede. A fábrica vai devolver? Mandamos pra assistência técnica? O que fazer com esta encrenca?

Os números absolutos da auditoria do tribunal de contas da união evidenciam que o Brasil é um pais ineficaz, que sofre de falta de gestão, que é incompetente na área de educação, saúde, transporte público,… as temáticas que ressoam no coletivo e que não vão mudar por falta de cabeças pensantes, por falta de gestão e competência. O tribunal de contas em sua auditoria chega as mesmas conclusões que o mercado fala há anos: o custo Brasil o torna ineficaz. Muito dinheiro arrecadado, muito desvio, corrupção institucionalizada e nenhum preso, aliás vários reeleitos. Pagamos pela construção de uma ponte quatro vezes e ela não fica pronta e ninguém sabe onde o dinheiro vai parar. O produto não é entregue, e se for entregue chega estragado com a culpa imposta ao cliente que o recebe.

Mas podemos aplicar a lei do código de defesa do consumidor na política? Por que tantas pessoas sabendo que este produto é estragado, que ele mata, que dá mais despesa que resultado, por que é que as pessoas persistem em adquiri-lo, dando vazão a ilusão de que ele um dia vai funcionar bem?

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