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Como reduzir as Fakenews?

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Carlos Nepomuceno -

Ontem, a ministra Rosa Weber lançou este desafio.

Vejamos o que podemos contribuir para este debate.

O primeiro passo é compreender o que está ocorrendo. Vejamos:

Note que estamos vivendo um alargamento da capacidade das pessoas receberem e produzirem informação, através de novos canais, que transferem o controle mais centralizado para um mais distribuído.

(Tal fenômeno é recorrente e obrigatório na história humana e é motivado pelo aumento populacional – não há como lutar contra ele, mas aumentar os benefícios e reduzir os custos).

O que temos com o digital é, em período muito curto de tempo, a participação das pessoas, sem formação, ainda imaturas que passam a produzir ou repassar cada vez mais informação.

É óbvio que o problema da Fakenews vai ocorrer, pois são duas formas de controlar e filtrar a informação na sociedade.

Isso se acirra numa campanha eleitoral, pois há demanda por tirar pontos da reputação do adversário, seja como verdades (fatos) ou mentiras (boatos).

O TSE deveria incentivar que as plataformas digitais, principalmente o Facebook, em ajudar no processo de filtragem do que é menos falso e mais verdadeiro.

Do ponto de vista técnico, é preciso QUALIFICAR pessoas e mensagens, através da linguagem dos rastros (através de botões). Vejamos como funcionaria na prática.

O Facebook, ao permitir a inclusão de algum posta passa a definir que aquilo é notícia por parte do usuário, o que já define um grau a mais de responsabilidade, diferente de mensagem pessoal para os amigos:

Em caso de notícia, que seria avisado em todas as mensagens, deveria ter botão para que os usuários que consomem aquela informação avaliem se tratar, ou não, de Fakenews.

Vejamos:

Do lado do COMPARTILHAR cada usuário pode apontar que é, ou não Fakenews.

Por trás dos dados que vão sendo coletados haveria algoritmo que definiria um misto de informações para poder criar uma espécie de nota de veracidade da notícia.

No algoritmo teria dados de QUEM POSTOU, QUEM AVALIOU, com respectivo histórico de notas de cada usuário, algo que temos no Waze, quando a informação de cada usuário é tratada de forma distinta pela plataforma, conforme a maturidade, o mesmo ocorre no Mercado Livre, Airbnb, Uber, etc.

Não adianta um pestista marcar tudo que um bolsonarista coloca de Fakenews, pois estaria perdendo reputação na plataforma e retirando status do seu perfil.

Neste aspecto, o Facebook Notícias passa a ser um jogo de reputação.

Com isso, poderia se avaliar usuários e notícias que seriam considerados mais confiáveis, que ganhariam mais status de veracidade e outros que teriam menos status.

O usuário Master é aquele que menos postas notícias Fake e o que mais consegue identificar. Aumentando a sua reputação.

O Facebook Notícias estimularia que cada usuário assumisse cada vez mais responsabilidade, para atingir status superiores, tomando cuidado com o que vai colocar e também compartilhar – tudo passa a ser avaliado no seu status.

Haveria constante vigilância de cada usuário, de forma distribuída, e a preocupação em saber que haverá um tipo de punição/promoção com aquilo que noticia/compartilha.

O mesmo pode ocorrer no Whatsapp com algumas variações.

Com estas ferramentas simples, a quantidade de Fakenews se reduziria em muito, podendo chegar mesmo a perda de login para aqueles usuários que estão com o nível mais baixo no status e continuam produzindo notícias falsas.

Pode-se ter suspensão por dias, semanas, meses ou mesmo a perda da conta.

Assim, o problema se pulverizaria para cada pessoa, que se tornaria responsável, sendo a saída para que mais e mais tivéssemos menos Fakenews e mais Truenews, num processo massivo de aculturação no novo ambiente digital.

É isso, que dizes?

Faço parte do Movimento dos Bimodais, que estudam a passagem do mundo analógico para o digital, reduzindo riscos e aumentando os benefícios.

Nosso movimento debate livros em temporadas no projeto “Leituras Compartilhadas sobre best sellers sobre Transformação Digital”.

Áudio com o resumo dos artigos? Por aqui.

E tem “Programa de Capacitação para ajudar Profissionais a terem visão Bimodal”.

Quer fazer parte? Clique aqui:  

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