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Novos aproveitadores

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Não, não se trata de defender Bolsonaro, o presidente que não perde uma oportunidade de perder uma oportunidade.

Trata-se, isso sim, de admitir que muitos dos inimigos do presidente utilizam seus constantes escorregões para, com a lábia que lhe falta, fazer cara de anjinho e impingir suas demências – quando não desonestidades. São os aproveitadores de ocasião, quase uma redundância.

A tática não é nova, nem se restringe ao Brasil. Ocorre no mundo todo, principalmente em países democraticamente dirigidos pela direita (apenas uma coincidência, dirão os mesmos aproveitadores). Basta observar o que ocorre nos EUA, Inglaterra, Dinamarca e tantos outros lugares: Em nome de um fantasioso “combate” ao racismo e a um fascismo absolutamente inexistente, vândalos e ladrões exigem carta branca para destruir e roubar, não importando se o patrimônio é público ou privado. Nessa hora sagrada do “ódio do bem”, esquecem até da Covid. Quase uma missão divina desses auto-intitulados defensores da Humanidade, mesmo que esta não queria ser defendida – ao menos não dessa maneira, onde a “cura” é pior do que a alegada doença. Não, não é coincidência que a quarentena orquestrada pela criminosa OMS talvez responda por mais desgraças que a própria doença. Nunca, em nenhuma das anteriores pandemias havidas desde o início do século XX, medidas tão drásticas, praticamente suicidas, foram levadas a cabo. Nem mesmo em 1969, quando a Gripe de Hong Kong matou um milhão de pessoas no mundo; hoje não chega nem a nota de rodapé em enciclopédias. A tuberculose matou UM BILHÃO de pessoas de 1850 a 1950, e se alguém falasse em quarentena tomaria uma surra. A varíola dizimou 300 milhões de pessoas no século XX. A malária mata 3 milhões de seres humanos todos os anos, até hoje. Trinta mil crianças morrem todos os anos no Brasil por falta de saneamento básico, e ninguém toca no assunto; pior, a esquerda tentou impedir que empresas particulares ajudassem a cessar esse extermínio. Sem mencionar tifo, febre amarela e outros males.

Antes das pedras começarem a voar: Não é uma gripezinha, é uma doença perigosa, e ninguém disse que é pra correr às ruas sem máscara e sem documento, uns cuspindo na cara dos outros. A dose do remédio está errada, não o remédio em si. Não somos a Alemanha, infelizmente.

Enfim: Quando a gente abre o jornal e lê que um padre no interior de São Paulo (Nélson Rodrigues o classificaria como o famigerado padre de passeata) afirmou, em plena Missa, que quem votou em Bolsonaro deveria se confessar… seria o caso de perguntar ao sacrossanto clérigo se ele sugere uma medalha a quem votou em Fernando Haddad, representante legítimo e ungido da quadrilha comandada pelo condenado Lula. Voto, muitas vezes, não é convicção, é apenas opção. Já o padre está tentando vender seu peixe (podre). Muito feio, mesmo depois do clerical pedido de desculpas, feito de uma forma nada convincente. Tentou empurrar um factóide pra vender uma facção, a da lulada. Aproveitadores da Teologia da Libertação, travestidos de sacerdotes, apoiaram o religioso. Só rindo diante de tanta cara de pau.

A lista é longa, e os aproveitadores atuam de além mar. Emmanuel Macron, idiota que preside a França desde 2017, está se vendo cercado pela oposição. Seu partido foi espancado nas ultimas eleições e, em busca de apoio, foi cair no colo de seus antigos inimigos do partido verde francês, que prega não a ecologia, mas uma ideologia tosca de esquerda, na qual o ser humano é apenas um acidente de percurso na vida da Mãe Terra.

Pois bem: Em vez de lutar, Macron fez o mesmo que o exército francês faz reiteradamente desde Napoleão Bonaparte: Rendeu-se. Vestiu a fantasia verdinha, fajuta e aproveitadora como a de Greta Thunberg, a messiânica e bolorenta adolescente sueca que prega uma espécie de volta às cavernas como salvação para o mundo.

Agora Macron faz biquinho para o Brasil, e a razão é simples: O novo movimento “verde” francês não está preocupado porcaria nenhuma com essa bandeira ecológica. A francesada está é apavorada com o agronegócio brasileiro, muito mais eficiente que o deles. Como não conseguem produzir mais nem melhor, utilizam a pecha de “queimador de florestas” contra Bolsonaro, atingindo o País todo, sob o falso manto protetor da “ecologia”. Patético mas funcional, agora que pensar dói e raciocinar é praticamente um pecado.

Infelizmente, Bolsonaro cai como um pato nessas armadilhas, mesmo montadas por aproveitadores tão imbecis e historicamente covardes. A Amazônia não “está em chamas”, como pregam, mas as atitudes do presidente, suas declarações simplórias, muitas vezes erráticas, contribuem negativamente no mercado internacional. E a França é apenas um exemplo na toada contra nosso agronegócio altamente profissionalizado e produtivo.

Bolsonaro faz muita besteira, dando espaço e álibi aos aproveitadores disfarçados de defensores da honestidade, da saúde mundial, das árvores e tudo o que for modinha… são muito preocupantes. Bom-mocismo de araque.

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