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Jorge De Lima - Iscas Olhos&Alma -

A finitude da noção de coletividade é a marca de nossa pós modernidade. Ouvindo noticiários, as pessoas falando nas ruas, nossos políticos, podemos perceber um distanciamento. Se no passado da década de 60 era natural o discurso de patriotismo, de se dizer com orgulho que o Brasil somos nós, na atualidade o território e a nação se tornaram uma entidade distante, quase que irreconhecível, a terceira pessoa, o estranho, um outro qualquer. Uma psicose que rompeu a identidade, os valores que engendra alienação e a ruptura de ideologia.

Como exemplo volto me novamente a nossa política. Na última eleição as promessas eleitorais e a visão dos políticos sobre nossa realidade no cenário estadual e nacional. Em ambos cenários vi candidatos majoritários falando de outro planeta de um mundo próspero, cheio de emprego, em que não existia recessão, em que a violência está controlada, sem dificuldade econômica, em que obras públicas são entregues e feitas em um tempo real, em que sobrava emprego. Um mundo em que não ocorria aumento de impostos, em que mal existia corrupção e problemas graves com relação a ideologia política. Dois meses após o pleito, com as urnas fechadas tudo volta ao normal e a realidade mostra se dura, ácida, cruel e totalmente diferente do que era o discurso de campanha. Mas por que tamanho antagonismo? Por que tantas pessoas comprando tais ideias e reelegendo a incompetência?  Na altura já percebia que o Brasil citado pelos políticos parecia com a Noruega, Dinamarca, Finlândia ou Alemanha. Era algo distante demais… outra realidade, equivocada de nosso mundo subdesenvolvido.

Da política ao uso coloquial não é raro observarmos que as pessoas falam de um Brasil que não enquadra o termo nós, o Eu como ser brasileiro. Outro dia dando uma palestra sobre nossa identidade questionei os alunos sobre sua naturalidade e nacionalidade.  Não raro entre as respostas ouvi que sou descendentes de italianos, de poloneses, de austríacos, quando questionava tal ascendência percebia que era um bisavô distante, um tataravô,  algo talvez entre 1885 e 1910. Resquícios da vergonha de ser brasileiro? Seguindo adiante percebia que vários alunos e colegas, os noticiários, os políticos ressoam esta identidade brasileira em terceira pessoa.

Psicologicamente tal feita perpassa por nossa sombra. Projetamos fora o que temos e não queremos assumir. Negamos que somos esta realidade subdesenvolvida que sofre de falta de educação, e que sub existe nas agruras de uma economia caduca. Sonhamos com o pote de ouro no fim de um arco ires enterrados na lama com duendes trapaceiros rindo da nossa inocência… e o que vai restar disto?

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