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Jota Fagner - Origens do Brasil -

Enquanto conversava com alguns colegas do mestrado, durante as últimas semanas, me dei conta de que educação formal não é garantia de argumentação racional. Nós, seres humanos – em especial os latinos -, somos muito emotivos em tudo que fazemos. Nosso raciocínio tende a ser simplificado, e isso está na história do Brasil. Fico na vontade de dizer que a internet só deixou tudo isso mais evidente, mas ninguém aguenta mais esse papo. Nem eu.

Uma das coisas que mais gosto nos blogs como ferramentas de comunicação é o fato de o blogueiro, na maioria das vezes, tomar partido explicitamente sobre um assunto. Na mídia impressa ainda paira aquele simulacro de isenção. Nem sempre fica claro o motivo daquele discurso. Na internet essas coisas costumam ser mais explícitas.

O custo a se pagar por essa honestidade vinda dos blogs é a quantidade de lixo que pulula a rede. E aí entra uma questão delicada, que é o tratamento, quase religioso, que as pessoas têm prestado aos seus respectivos partidos.

Depois de inúmeros escândalos contra o grupo que está no poder, a principal argumentação de defesa é que os outros também faziam.

Sendo muito sincero: não duvido. Acho que deveria ser investigado ponto a ponto. O político que fosse comprovadamente corrupto, deveria ser punido dentro dos rigores da lei. Mas, eu pergunto, isso minimiza o que já se provou até agora sobre o PT? Devemos deixar de investigar todo esse mar de lama por que os partidos anteriores seriam, supostamente, tão culpados quanto?

Será que o raciocínio do brasileiro não vai além desse jogo binário? Que a oposição esteja fazendo oposição não é nenhuma novidade. É para isso que ela existe. Não preciso lembrar de todo escarcéu que o Partido dos Trabalhadores sempre fez. Chegaram ao ponto de ser contra o Plano Real e saíram às ruas com faixas escritas “Fora FHC!” duas semanas após Fernando Henrique assumir o mandato. Na época isso era considerado manifestação democrática.

Não gosto do PT e nunca escondi isso. Mas não sou a favor do impeachment. Acho que a presidente deve cumprir seu mandato até o final, mesmo sabendo que ela já não consegue mais governar porque não tem o apoio da maioria do Senado. No entanto, ainda estamos num país democrático. Quem quiser se manifestar tem pleno direito. Isso deixa claro como somos complexos.

“Ah, mas Aécio é corrupto!”, dirá alguém. Que se investigue. Se algo for comprovado, que ele seja punido. Acredito que esse é o papel da oposição: se você tem provas contra Aécio, ou quem quer que seja, denuncie. Vá até a justiça, apresente as provas, cobre uma atitude. Nada disso é argumento para parar a investigação da Lava a Jato. Se as oposições fizerem seus respectivos trabalhos, o Brasil só tem a ganhar. Os criminosos irão para a cadeia, independentemente dos partidos, e os próximos que assumirem os cargos pensarão duas vezes antes de cometer algum desvio.

O que não pode continuar é essa idolatria pelos partidos, como se eles não fossem compostos por seres humanos, falhos como eu e você. Não importa a sigla. Sem uma oposição que cobre quem estiver no poder, os desvios serão cada vez piores.

Pense nisso.

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