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Isqueiro isqueiro -

Livros podem ser impressos em papel, ou salvos em arquivos digitais, assim como já foram ao longo do tempo registrados em papiros, pergaminhos, tábuas e até pedras. Ou seja, livro não é somente papel. Livro é a sistematização de conhecimentos e experiências de vida, organizados para serem úteis a quem os lê.

Muitas pessoas investem um tempo considerável colocando suas histórias e lições de forma escrita, para se perpetuarem na forma de livros. Mas, ao concluírem o texto, muitas vezes o guardam em alguma gaveta, porque não sabem que passos devem ser dados para que sua história ganhe forma.

Chegando a este ponto, o escritor tem diante de si dois caminhos: a editora comercial (tradicional) ou a autopublicação (edição independente). São caminhos distintos, e ambos têm prós e contras, que mostrarei a seguir.

 

Editora comercial

O primeiro caminho, da editora comercial, é onde o autor cede os direitos autorais da obra por um prazo determinado (costuma ser de pelo menos cinco anos) a uma editora. Esta produz e comercializa o livro, e o autor recebe um percentual (em torno de 5%) do que for vendido. O processo inicia com o autor enviando seus originais para serem analisados, depois ficando na angustiante “espera” de ser chamado. É importante que a obra se adeque à linha editorial da empresa, pois é muito comum autores submeterem textos que estão fora do escopo de atuação das editoras. Ressalte-se que os publishers são bombardeados de ofertas de textos, e que um percentual muito pequeno (em torno de 3%) é efetivamente aceito. É por causa dessa excessiva oferta que algumas editoras levam meses para responder se aceitam ou não um texto. Além disso, nenhuma empresa publicadora tem recursos financeiro ilimitados para imprimir tudo que passa pela frente, o que faz com que muita coisa boa acabe não tendo oportunidade.

Entre os pontos considerados para a aceitação de um original estão: a qualidade do texto (concisão, fluidez, correição), o tamanho adequado para o público a que se destina (o tamanho em grande parte determina o preço de venda) e a oportunidade da temática (se é um assunto que tem tido procura, se está “na moda”).

Para o felizardo que tem o texto analisado e aprovado haverá ainda o processo de elaboração de contrato de cessão dos direitos autorais e, depois, a espera para que os demais títulos já negociados, que estão na “fila”, sejam publicados. Hoje o tempo de espera para livros novos pode chegar a dois ou três anos, a não ser que o assunto entre repentinamente em pauta e torne viável sua antecipação.

Publicar por editora comercial é bom para o autor porque este não precisa investir seu próprio dinheiro. A editora investe, faz a distribuição e o marketing, mas fica com a maior parte do lucro. O lado ruim é que o retorno financeiro para o autor só aumentará caso as vendas cresçam, o que permitirá renegociar seu percentual no futuro.

Autopublicação

O segundo caminho, que mais tem crescido hoje em dia, é a autopublicação, onde o autor banca a produção do livro e realiza a comercialização. Neste caso o autor entrega seus textos a uma editora que faz tudo, da revisão à impressão, e entrega o livro pronto, a preço de custo, com qualidade profissional, em cerca de 30 dias. O autor tem autonomia para escolher capa, tipo de papel e outros detalhes, que no caso da editora comercial ele não teria como influenciar.

Este modelo é recomendado para palestrantes, consultores de empresas, professores universitários, coaches e líderes religiosos, ou seja, pessoas que tenham seu próprio público e possam comercializar os livros diretamente. Neste caso, as margens chegam a ser 4 a 5 vezes o preço de custo, e há um ganho considerável (por isso tão procurado hoje por autores profissionais). Mas, não é recomendado para quem não tenha acesso ao público comprador.

Um dos motivos do crescimento desse segmento é o maior ganho para o autor. Outra razão é a contínua redução do número de livrarias, que torna a distribuição para lojas cada vez mais complicada. Atualmente, em torno de apenas três mil livrarias funcionam no Brasil (com mais de 5 mil municípios). Com isso, o espaço nas prateleiras fica cada vez mais limitado aos best sellers das grandes editoras, havendo muita restrição a novos títulos.

A saída acaba sendo a venda em palestras, shows, seminários e outros eventos, onde há considerável concentração de público do autor. Eventualmente os livros de autopublicação (também chamados independentes) também podem ser colocados em livrarias on-line e lojas físicas, em consignação, com descontos sobre o preço de capa que chegam a 60%.

Por fim, a edição independente tem a flexibilidade de poder ser feita em pequenas tiragens, ainda que o custo unitário seja um pouco maior. Com tiragens a partir de 100 exemplares muitos escritores podem realizar suas noites de autógrafos e concretizar o sonho de lançar o próprio livro.

 

Ao publicar um livro, seja por editora comercial ou por autopublicação, o autor terá não apenas a satisfação de ver seu trabalho concretizado, mas terá também maior reconhecimento e valorização profissional , passando a ser visto como um especialista em sua área de atuação.

Caso você seja uma dessas pessoas que está com o livro parado “na gaveta”, ou mesmo alguém que está apenas nos projetos e ainda não iniciou a escrita, lembre-se de que existem técnicas e profissionais para ajuda-lo a escrever e publicar. E que todo seu conhecimento, acumulado e desenvolvido ao longo de sua vida, pode e deve ser repartido com as pessoas que dele precisam.

 

Cássio Barbosa – Consultor Editorial

cassio@tireseulivrodagaveta.com.br

www.tireseulivrodagaveta.com.br

 

Complemento do Luciano Pires com alguns dados interessantes:

  • São lançados no Brasil cerca de 70 mil títulos por ano, entre novidades e reimpressões. Isso dá mais de 1300 títulos por semana. Não há como expor tanta coisa nova nas livrarias
  • Um livro vendido por 70 reais, deixa assim: 50% para a livraria, 46% para a editora e 4% para o autor. Ou seja, a editora terá 32 reais para pagar  edição, impressão, logística e tudo que é preciso para industrializar o livro. O autor receberá a fortuna de 2,8 reais por exemplar vendido. Se você é um autor com vendas espetaculares de 1000 livros por mês, receberá 2,8 mil reais.
  • A tiragem média de livros no Brasil caiu hoje para 1000 a 2000 exemplares. Mas 90% vende menos de 500 exemplares no total
  • Para ser considerado best seller no Brasil basta vender mais de 4,5 mil exemplares num ano
  • Todos aqueles livros que você vê em destaque na livraria, seja na pilha que está entrada, seja na vitrine, pagaram para estar ali. Custa caro promover um livro e a editora só faz isso se acreditar demais na capacidade do autor de estourar em vendas

 

 

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