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A mesma história, personagens diferentes. Há uns 20 anos, o protagonista era um picareta chamado José Bové. Esse francês, militante de extrema-esquerda, vivia sabotando qualquer concorrente que ousasse competir com o subsidiadíssimo mercado rural de seu país. A coisa funcionava (e ainda funciona!) assim: Como a França tem pequena e ineficiente produção agrícola, não cobrindo nem 10% de seu consumo interno, os produtores rurais reivindicam mais e mais dinheiro público para, dizem eles, compensar os preços baixos de outros países; na verdade, tentam esconder a mediocridade produtiva com essa balela, locupletando-se gostosamente com o dinheiro alheio. Quando isso não é suficiente para garantir a vagabundagem, apelam para a sabotagem do produtor concorrente.

Bové veio várias vezes ao Brasil. Em todas, invariavelmente, incentivou uma quixotesca luta de classes, vandalismo, quebra-quebra e uma espécie de guerra civil contra o agronegócio, acusando-o das mesmas bobagens que a extrema esquerda guerrilheira de sofá repete como mantra. Apoiou alegremente a invasão de caros e avançados centros de pesquisa brasileiros, resultando em vandalismo criminoso. Chegou a participar, junto a seus indefectíveis amigões do MST, da destruição de plantações de soja no Rio Grande do Sul. Alegadamente, para “proteger” o mundo das multinacionais e dos alimentos transgênicos. Pois é, a conversa mole nunca muda. Nem os reais motivos: Bové tinha como única intenção sabotar nossa produção de grãos para garantir a boquinha de seus colegas na França. Conseguiu, sob aplausos dos paspalhos lulistas daqui.

Atualmente, os franceses nem disfarçam suas intenções maquiavélicas. Não utilizam mais teorias conspiratórias sobre soja brasileira “envenenada” pelos americanos para matar as inocentes crianças do mundo. Não, chega de subterfúgios. Agora a sabotagem ao Brasil é meta de governo deles. Declaradamente, com outro protagonista, bem mais poderoso.

Presidente da França desde 14 de maio de 2017, Emmanuel Macron já deu infinitas provas de ser um idiota completo – e covarde, pra não fugir à regra. Preocupado com sua vertiginosa queda de popularidade, tenta recuperar alguns eleitores promovendo uma guerra alegadamente santa contra a agricultura brasileira. Anunciou ao mundo que pretende deixar de adquirir soja daqui porque “continuar a depender da soja brasileira seria apoiar o desmatamento da Amazônia”. Macron sabe perfeitamente que não há nenhuma relação entre a produção de soja e o desmatamento da Amazônia, mas, arrotando a estudada asneira, deixou os incompetentes agricultores franceses contentinhos, posando de bonzinho perante a histérica massa mundial de defensores da floresta amazônica; exatamente aqueles que nunca estiveram lá e nem ao menos saberiam apontá-la num mapa, mas vivem preocupadíssimos com os leões e girafas mortos nos incêndios perto de Buenos Aires.

Nestes tempos ingratos do politicamente correto, ninguém perde investindo no bom-mocismo de araque, no ódio do bem, em histéricas falsidades pseudo-ecológicas como a da “soja ou Amazônia”. Macron sabe e aposta suas fichas na ignorância popular, inflada por um serviço de desinformação bastante ativo e replicado por tantos inocentes úteis que creem estar lutando bravamente pelo bem geral. O lucro político é garantido.

Macron mente, trazendo mais pobreza, fome e desemprego ao País. Inova só ao exportar miséria criada por ele, com o apoio irrestrito dos inocentes úteis e de outros nem tão inocentes assim. O golpe é velho, mas é incrível como continua dando certo.

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