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Não é segredo que o consumo de drogas é problema endêmico no País, bem como o tráfico delas. O Brasil não apenas recebe toneladas de lixo aspirável ou injetável para consumo interno, como ainda “exporta” essa morte lenta (às vezes bastante rápida) para outros países consumidores, notadamente da Europa. Dos morros e favelas do Rio à cracolândia em São Paulo, as quadrilhas nadam de braçada, e se expandem pelas estradas e portos. Um crime, uma tragédia, sem perspectiva de melhora a curto ou médio prazo. As polícias enxugam gelo, mas isso ainda é muito melhor do que a cínica e suicida “solução” de liberar as drogas – como se isso fosse acabar com o tráfico, a violência, e toda a criminalidade que age como satélite do uso e comercialização das drogas. Esses simplórios confundem causa e efeito.

Enfim, uma tragédia conhecida de todos. Não há segredo. Nem por isso alguma Greta Thunberg teria a insolente cara de pau de afirmar que o Brasil é um país de traficantes. Claro que não somos. Aqui há traficantes, muitos, e o problema é seriíssimo. Todavia, a população extensamente majoritária é contra esse crime horrendo, não o comete nem dele participa. Traficantes são criminosos e devem pagar caro pela sua escolha; são exceções entre uma população decente.

Da mesma forma, não, NÃO somos um País homofóbico, racista ou de estupradores misóginos, alimentados por uma inexistente “cultura do estupro”, criada somente para nos acusar coletivamente de mais um crime hediondo. Embora haja criminosos que agem dessa forma, a imensa maioria dos brasileiros não segrega pessoas pela cor, não agride homossexuais e não estupra, como não trafica. Crime é crime, e como tal deve ser tratado. Crime não é bandeira ideológica, embora a esquerda mundial faça de tudo para que assim o seja.

Essa gente inventou a “acusação em massa”, a culpa difusa. Inacreditável. A cartilha maoísta segue sendo utilizada sem o menor escrúpulo, a menor decência. Chegamos, com essa loucura, guarnecida por “amigues” e “todes”, a uma nova Revolução Cultural aos moldes chineses de 1968, seu auge; de 1949 a 1976, essa fofura custou a morte de um número que pode chegar a 70 milhões de chineses. Alguém vai chamá-los de nação de assassinos? De país de homicidas? Genocidas? Não, ninguém vai.

Qualquer desses crimes deve ser tratado de acordo com a lei, e não através dos discursos com caráter essencialmente contrário a ela; a esquerda mundial, alegadamente, luta contra esses males – mas na verdade apenas os fomenta para lucrar com isso em sua eterna fornalha de luta de classes, etnias, preferências e afins. Esse é seu alimento, seu oxigênio, sua força motriz. Através da coletivização doutrinária, elimina o indivíduo em prol de uma difusão inexistente, para “combater” males criados unicamente para unir e iludir as massas, os famosos inocentes úteis. E funciona perfeitamente. Maldita Escola de Frankfurt, correia de transmissão sutil desse ódio disseminado, filosofia maligna criada por Theodor Adorno e outros de seu tipo – isso num resumo bastante deficiente, admita-se.

Para espanto de ninguém, se percebe que a esquerda incentiva uma luta mortal entre pessoas iguais mas de cores, sexos e entendimentos diferentes, para depois surgir como “salvadora” de “minorias” diante de problemas que ela mesma cria, infla e fomenta e – ahá! – é a mesma que defende a liberação de todas as drogas no Brasil. Ou seja: Para essa gente, somos um povo estuprador, racista, homofóbico e, se tudo der certo, também traficante. Sensacional. De fazer corar Mao Tsé-Tung diante de tamanho cinismo; vale tudo em busca do poder absoluto que almejam.

Quem viaja à Europa e EUA às vezes tem de explicar que apesar do que dizem as Gretas e os DiCaprio da vida, ou mesmo uma certa “índia” alegadamente brasileira que na COP 26 fala em inglês trajando roupa de uma tribo do Peru e maquiada como Amy Winehouse, nós brasileiros, de modo amplo e geral, não, NÃO usamos indígenas para tiro ao alvo, não passamos lança-chamas na Amazônia, não somos o braço latino da Ku Klux Klan e não decapitamos travestis com requintes de sadismo, nem competimos para ver quem estupra mais feministas, marcando-as a fogo com a cruz suástica. Os que fazem isso, ou bem menos, devem apodrecer numa prisão. São criminosos, nada mais.

Lugar de estuprador, segregador, agressor de homossexuais é na cadeia, mesmo lugar destinado a traficantes, presos e condenados. O resto de nós, gigantesca maioria que abomina tais práticas, vive e cá trabalha, de forma justa e sem ódio, do lado de fora das prisões. O resto é novela de mau gosto transformada em lavagem cerebral para bancar sociologia/filosofia de galinheiro, vinda de esquerdistas e seus inocentes úteis. Cada vez menos inocentes e mais úteis.

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