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Pedido de ajuda

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Jorge De Lima - Iscas Olhos&Alma -

Duas da manhã e o telefone toca. A voz desesperada não dizia muita coisa. Meio quieta, falando pouco, evasiva, tensa. Tensão no ar, misturando choro com desespero. Forte ansiedade expressa na fala rápida, na urgência de querer ajuda. Duas da manhã e a pessoa do outro lado diz que não aguenta mais, que não vê sentido na existência, que o mundo é cruel com quem está doente, que ninguém lhe entende e que  seria muito bom morrer…

Em um primeiro momento de intervenção em crise o que fazemos é acolher um paciente. Não importa sua história pregressa, de onde vem, o que passou para chegar a este estado. Neste primeiro momento de um tratamento o que fazemos é dar colo, ouvir, mostrar que vamos juntos encontrar uma solução para seu problema e que estamos juntos nesta jornada. Aqui não é espaço das teorias, mas do humano, do acolhimento, do olho no olho, da busca de serenidade.

Uma pessoa em crise normalmente está tensa, nervosa, nem sempre apresenta fala coerente, evidenciando um discurso truncado, podendo chorar e rir ao mesmo tempo. Dar colo, acolher pode salvar uma vida que em desespero faz besteira. Outro dia recebi um senhor de ar triste, que não dizia coisa com coisa, que não marcou horário e que passou e bateu na porta pedindo ajuda. Era dor e desespero, não sabia quem e o que buscava, ele  não aguentava mais o sofrimento em que vivia.

Nestes mais de 20 anos de prática profissional como analista e psicólogo clínico na lida diária com pacientes com depressão e outras doenças mentais, percebi que todos os pacientes avisam que estão com problemas e que a maior parte das pessoas ignora ou não leva a sério os avisos dados, e que muita coisa pior poderia ser evitada se as pessoas estivessem mais atentas a alguns sinais bem claros que descreverei:

A) quando a pessoa abandona as coisas que mais gosta de fazer. Quando deixa hábitos, o lazer ou o que lhe dava alegria e descontraia;

B) Fique atento a amigos que desaparecem, que somem sem explicações. A pessoa em crise tende a se isolar a evitar os outros;

C) Atenção a crises de irritabilidade, agressividade, apatia fora de contexto e ou fora de hora;

D) Extrema atenção caso algum conhecido comece a resolver coisas práticas da vida como fazer testamento, encerrar conta em banco, pedir demissão de emprego estável;

E) cuidado com quem fala muito de morte dizendo que ela não é tão ruim assim.

Estes são alguns pontos iniciais que juntos dão indicativo claro que a pessoa está com problemas e que necessita de ajuda urgente. Na dúvida não arrisque, procure ajuda de um profissional o mais rápido possível. E se quiser ajudar acolha com carinho. Um dia quem pode precisar é você!

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