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Perspectivas sombrias para nossa balança comercial

Luiz Alberto Machado - Iscas Econômicas -

Perspectivas sombrias no curto prazo

para nossa balança comercial

O Ministério da Economia anunciou o déficit de US$ 1,745 bilhão em janeiro, decorrente da diferença entre as importações que somaram US$ 16,175 bilhões e as exportações, que atingiram US$ 14,430 bilhões, pior resultado para o mês de janeiro desde 2015, ano em que a economia brasileira registrou queda de 3,5% no seu produto interno bruto.

Esses números não chegaram a surpreender os especialistas que acompanham atentamente a evolução do comércio no Brasil e no mundo, que sinalizam para um futuro próximo caracterizado por sucessivos déficits da nossa balança comercial.

Em relação ao mesmo mês do ano anterior, as exportações tiveram uma diminuição de 20,2%, enquanto as importações registraram um recuo inferior, de 1,3%.

Herlon Brandão, subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior do Ministério da Economia, atribuiu a diversos fatores o resultado de janeiro, entre os quais a menor venda de petróleo ao exterior, o atraso no plantio e colheita da soja, o nível de atividade internacional menos aquecido e quedas na exportação de milho, celulose, automóveis e autopeças, os dois últimos provocados pela prolongada crise econômica da Argentina.

Considerando que China, Hong Kong e Macau são os maiores compradores dos produtos brasileiros, com mais do que o dobro do segundo colocado – Estados Unidos – e que é lá que se encontra o maior foco da epidemia de coronavírus, há inegável inquietação quanto aos efeitos econômicos provenientes da disseminação do vírus, embora os números de janeiro não tenham sofrido ainda quase nenhum impacto.

Para concluir, vale destacar que eventuais déficits na balança comercial não se constituem, necessariamente, num problema grave para determinada economia, visão predominante nos primórdios do capitalismo, quando as principais metrópoles europeias estimulavam exportações e restringiam importações, pois o principal objetivo da política econômica era a obtenção de superávits comerciais. Registre-se que, na época, considerava-se que o montante de riqueza disponível no mundo, representada pelos metais preciosos, era fixo, de tal forma que para uma nação enriquecer, outra(s) tinha(m) que empobrecer. Essa visão, chamada de jogo de soma zero, está totalmente superada, ainda que, vez por outra, defrontemo-nos com argumentos dessa natureza.

 

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