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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Quem acompanha corridas – de carro ou moto – pelo mundo sabe que os veículos elétricos estão na moda; desde o motociclismo de alta performance até disputas dignas de Fórmula 1. Meu amigo Cuca, viciado em qualquer coisa que tenha rodas (de carrinho de mão a caminhão atômico) garante que isso não é nada passageiro, mas uma tendência que veio para ficar.

Há muito tempo as grandes fábricas automotivas buscam uma alternativa final para os veículos a combustão fóssil e, ao que parece, encontraram. Não que motores elétricos sejam uma novidade; mas atualmente os problemas de autonomia, peso, logística e custo parecem ter sido resolvidos. A Tesla, pioneira de luxo nesse setor, colocou ótimos veículos nas lojas, e as outras grandes – mesmo as não tão luxuosas – partiram em seu encalço na corrida por esse lucrativo mercado mundial, cujo futuro é visto com bons olhos por todos, desde os histéricos ecochatos até muitos pilotos de competição, como o grande campeão inglês Lewis Hamilton. Sem esquecer que, historicamente, tudo que é testado e aprimorado nas pistas de corrida, acaba invariavelmente sendo utilizado também nas ruas, pelos motoristas comuns.

Trocando em miúdos: no máximo em algumas décadas, grande parte dos motores a combustão fóssil será considerada obsoleta e sua produção descontinuada. Há algumas interrogações que só o futuro esclarecerá: Os motores a álcool vão continuar? Veículos pesados, como caminhões, deixarão de utilizar combustíveis fósseis, como o diesel? E como será contida a poluição resultante dos subprodutos das baterias que armazenam energia nos carros elétricos, extremamente tóxicos?

Nos anos 70, os arautos do apocalipse, primos-irmãos dos atuais eco-histéricos, apontavam o fim do mundo ali na esquina, com o fim do petróleo e a consequente distopia digna de filme-tragédia. Ao inverso, o consumo de combustível fóssil vem caindo e não se vislumbra mais um barril de petróleo a 200 dólares, como em passado recente. Como muito bem explicou Zaki Yamani, ex-ministro de governo da Arábia Saudita, a Idade do Petróleo não vai acabar por falta de petróleo, exatamente como a Idade da Pedra não acabou por falta de pedra. Em ambos os casos, a genialidade humana tratou, simplesmente, de buscar alternativas melhores, em lugar de chorar o desabastecimento.

Enquanto isso, aqui na Banânia, a jecaria prevalece. A lulada berrava e esperneava (em coro com ex-lulistas e lulistas disfarçados, tais como Ciro Gomes, o espertão) que o Brasil ia entregar o Pré-sal a um conglomerado internacional a preço de banana, tudo “combinado”, segundo eles. Porém, eis que nenhum desses “vilões opressores” se animou a participar dos recentes leilões no Brasil. A Petrobrás acabou adquirindo a maior parte dos campos petrolíferos à venda. Compramos de nós mesmos, lamentou o ministro Paulo Guedes. A lulada deve ter se decepcionado, em vez de festejar. O mercado mostrou que as ideias dessa gente pertencem ao início do século XX e, desde a queda do Muro de Berlim, há 30 anos, não é crível que alguém com cérebro leve a sério essas ideias enferrujadas.

Como o brasileiro esquece a cada 15 anos tudo o que aconteceu nos últimos 15 anos (obrigado, Ivan Lessa), é obvio que vão continuar tratando a Petrobrás como a grande joia brasileira no setor energético, em lugar de perceber a realidade: Uma empresa falida pela roubalheira do desgoverno Lula/Dilma e que tem um futuro presumivelmente ruim em razão da expressiva queda do consumo e, consequentemente, do preço do petróleo. A lulada, por exemplo, tem fortes esperanças de voltar ao poder e chupar a jugular da Petrobrás de canudinho, exatamente como fez durante os anos do Petrolão.

O Brasil vai aprender essas lições simples? Essa futurologia certeira vai ser respeitada? Difícil dizer. Há apenas três anos, éramos governados por gente cujas mentes eram movidas não a óleo, mas a carvão, e as ideias sendo tão sujas quanto. Aqui na Banânia, os interesses escusos ultrapassam a barreira da realidade.

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