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Por volta dos anos 90 a Som Livre lançou um álbum com o infeliz nome de “Samba no Céu”. Eu me lembro de alguns nomes como Elis, Cartola, Pixinguinha, Gonzaguinha e outros artistas que já haviam morrido fazendo parte desse estranho elenco.

Fico pensando então no puta som que deve rolar de vez em quando lá em cima com tanta gente boa que já se foi.

Já imaginou uma banda regida por Duke Ellington com Jacob Pastorius ao baixo, Gene Krupa na batera, Joe Pass na guitarra, Elis, Sarah Vaugham, Billie Holiday, Ray Charles e Sinatra nos vocais, Bill Evans ou Jobim ao piano e o naipe de metais com Miles Davis, Louis Armstrong, Sony Rolins, Charlie Parker e Benny Carter?

Outro pensamento que me ocorre é qual o critério usado pra formarem-se bandas lá cima. Seria por estilos? Seria por nacionalidades, etnias, por números de discos vendidos ou por ordem de chegada ao céu?

Esse último critério me preocupa. Pois já imaginou se morro no mesmo dia que o Osvaldo Montenegro e tenho que passar a eternidade tocando aquela bosta toda na banda dele? (bom… isso acho que já seria o inferno,  né?)

Não sei bem ao certo porque lembrei disso agora. Mas deve ser porque li em meus scraps no orkut uma mensagem da Vilma (aquela do conto “Vilmoteca”) falando da Banda Revellion onde ambos tocamos.

Essa banda tinha um naipe de metais que deixou saudade!

Darcio, Luiz, Arruda, Tv, Sumé e Zé Gordo.

Eram todos muito bons. Mas o Zé gordo era um caso especial. A Vilma me contou que ela tem uma fita Vhs com um show da banda onde o Zé faz um solo de trumpete no standart Tenderly. Imperdível! (apesar de o instrumento dele ser sax).

Ela termina o scrap me dando uma notícia ruim. Escreve assim: “Ta sabendo do Zé, Chico? Foi arregimentado pro céu”

Esta é uma semana de tristes notícias.

Lembram do me amigo Dudu, contrabaixista que  eu cito no conto “Seis Vozes” ?

Lembram do cantor e compositor Carlos Kexo que está presente no meu conto “Limpa-se Mágoas” ?

Pois é, Vilma. Também eles foram esta semana arregimentados pelo Papai do Céu lá pra cima.

Convivi com o Dudu durante 42 anos e não me lembro de nenhuma palavra mais ácida que tenha saído da sua boca para com quem quer que fosse. Aprendi não só a ser um bom músico, como também uma pessoa melhor com esse convívio.

Fui visitá-lo há uns três meses (depois de uma complicada cirurgia) e passamos uma tarde maravilhosa de audição de vários Cds e Dvds que eu lhe levei de presente. Na hora de ir embora dei um abraço sincero e carinhoso em meu amigo. Eu não sabia que este seria o último. Pois se soubesse, teria dado um mais apertado e demorado.

Seja onde estiverem: Carlos Kexo, Zé Gordo e Dudu, tenho certeza que o som será dos melhores!

O meu coração está naqueles dias tristes e escuros.

Porém, a única coisa que me consola e empresta um pouco de paz ao meu espírito é saber que a esta altura com a chegada deles, o céu seguramente deve estar em festa.

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