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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Belo teatrinho o de quarta-feira, livrando a cara de Temer da investigação do STF. Ninguém ali defendia ou atacava Temer; cada um dos deputistas na pista de dança buscava somente seus próprios interesses, divididos em duas bandas: A dos lulistas, que, por ordem de seu “messias” vermelho, limpou a barra do presidente no intuito de afundar a Lava Jato; e a dos de sempre, atrás de benesses.

Os lulistas, dinossauros esquerdistas de vários partidos, são os mais pândegos, embora sejam os melhores atores. Impressionaram os dotes teatrais das Marias do Rosário da vida, fingindo realmente alavancar a investigação de Temer. Pior: muitos ingênuos entre o público pagante (e alguns do “recebente”) acreditam na versão novelesca, em lugar dos fatos. Que são matematicamente simples:

Se os lulistas (de várias correntes e todos os tons avermelhados) quisessem realmente autorizar a investigação do presidente, bastaria impedir a votação, obstruindo-a pela falta de quórum e direcionando-a para data propícia, como tantas vezes agiram. Exatamente como sugeriu um dos próceres lulistas, o deputante José Guimarães. Esse, aliás, é um piadista; diz que Temer não tem “legitimidade” porque um assessor do presidente foi filmado recebendo uma mala de dinheiro – mas “esquece” que seu assessor, José Adalberto Vieira da Silva,  foi preso com a cueca recheada por 100 mil dólares em 2005, no aeroporto de Congonhas, São Paulo. Belo caso de amnésia conveniente.

Ah sim, voltando ao teatrinho: Lula sabe muito bem que Temer, enroladíssimo na Lava Jato, tem todo o interesse em acabar – ou ao menos amansar – a operação. Esperto como todo aproveitador arrivista, percebeu que a velha máxima “o-inimigo-do-meu-inimigo-é-meu-amigo” seria totalmente aproveitável ao seu intuito de escapar da cadeia, e mandou seus sabujos evitarem a investigação de Temer a todo custo, dando o quórum necessário para tanto e votando a favor dela, sem resultado prático.

Mais: Candidato a 2018 (se a cadeia não chegar antes), Lula deseja Temer continuando à frente da Presidência com baixíssima popularidade e fortalecendo a economia com reformas necessárias ao País. Assim, o sujeitinho ou um de seus postes poderia voltar ao poder com a economia saneada, torrando dinheiro com compra de votos e ingenuidade popular aos quilos, como sempre fizeram, enchendo os próprios bolsos quando ninguém está olhando.

Daí entra o teatrinho: Ordenou aos lulistas que apresentassem o maior número possível de deputáveis para garantir quórum; afinal, a bancada do governo ia ganhar mesmo, por ser em número bem maior. Daí a encenação dos revoltadinhos pedindo “fora Temer” durante a votação na Câmara, votação essa que eles sabiam perdida, mas funcionando perfeitamente para enganar (ou fornecer argumentos bobos) a militantes, militontos, “intelequituais” reunidos na casa de Caetano Veloso e outros. Lula foi o flautista de Hamelin, tocando a internacional socialista para atrair os ratos ao suicídio metafórico. Agradando a todos, salvou-se. Ou melhor, atrasou sua ida ao cárcere, pois não há salvação para esse sujeito, que há de pagar por todos os seus ilícitos.

A nota cômica na votação ficou por conta do PSDB; seus componentes odeiam ouvir que só ficam em cima do muro, e alertaram que, desta vez, não haveria “mais ou menos”; o partido iria se posicionar de forma firme para “descer do muro” publicamente. Sim, desceram dele; metade de cada lado. Dos 43 deputados, 21 votaram a favor da investigação, e 22 a favor do presidente. Ou seja, fizeram média com todos e continuam em cima do muro. Inacreditável.

O deboche ficou para os militontos: Enquanto Guilherme Boulos e seus robôs movidos a mortadela tocavam fogo em pneus, interditando avenidas e rodovias, colocando centenas de vidas em perigo (por que a polícia simplesmente não prende essa gente? Qualquer pobre mortal que tentar bloquear uma rodovia no peito seria imediatamente preso pela polícia rodoviária!), nenhum – repetindo, NENHUM manifestante lulista – participava do teatrinho lulista em Brasília. Simplesmente não havia manifestantes anti-Temer na Capital do Poder.

Falando em mortadela, Lula reclamou, raivoso, que os coxinhas não batem panelas pela saída de Temer. O autointitulado “messias” da galáxia quer que o inimigo, que ele tanto odeia e despreza, faça o trabalho sujo que ele próprio proibiu seus seguidores de fazer.

Temer se safou, por ordem de Lula. Mas este, com sua encenação combinadinha e bem coreografada, esqueceu de combinar com a plateia. O teatro vai falir por falta de mortadela e público pagante.

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