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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

A expressão é velha; óbvia, clichê, deve ser evitada a todo custo por qualquer um que caminhe pelo mundo das letras: O famoso “seria engraçado se não fosse trágico”. Porém, há túnel no começo da luz; os politicamente corretos inovaram nesse quesito, criando uma nova vertente, unindo o trágico e o engraçado. A coexistência desses dois pólos declaradamente antagônicos só poderia mesmo ocorrer nesse ridículo mundo paralelo fundado e alimentado por pensamento raso, simplista, dos torturadores da realidade e escravos da esquerda arrivista.

Mas como um fato pode ser tragicômico nesse hospício? Quando um de seus arautos é atacado pelos supostos aliados. Sim, pois no politicamente correto ninguém é amigo de ninguém; qualquer deslize no cipoal de regras dementes que rege essa insânia imediatamente é canibalizado pelos seus pares, sem dó ou piedade.

Emblemático é o caso do ator global Bruno Gagliasso; bonito, rico, bem sucedido, militante do politicamente correto, principalmente no que essa gente insiste em chamar de discussão de gênero, denunciando ódio aos gays e às mulheres, posando de herói e defensor de classes ditas “de gênero”. Recentemente descobriram alguns posts antigos dele em redes sociais com piadas homofóbicas, lesbofóbicas (essa é nova, mas o politicamente correto é rei em rótulos), e humilhando mulheres feias (opa, desprovidas de beleza; ou seriam piadas feiofóbicas?), como ficou fartamente registrado  https://f5.folha.uol.com.br/celebridades/2018/07/apos-criticar-racismo-bruno-gagliasso-tem-posts-antigos-divulgados-e-responde.shtml

Resultado: Gagliasso virou leproso. Empresas que o contratavam para divulgar seus produtos passaram a evitá-lo. O Banco Itaú cancelou sua campanha protagonizada por ele. A Prefeitura do Rio fingiu não o conhecer, entre vários patrocinadores de peso. O mais ridículo/engraçado de tudo é que as piadas podem não ser boas, mas também não são ofensivas a ponto de gerar toda essa celeuma idiota – mas esse é o meio de vida dessa gente que respira polêmica insana, inventada para alicerçar o vitimismo. Mas, como diria o sábio Tancredo Neves, “a esperteza, quando é muita, come o dono.” Gagliasso descobriu isso empiricamente.

                        A atriz italiana Asia Argento conseguiu pisar numa jaca muito maior e mais fedida: Sendo precursora do #MeToo, “denunciou” um produtor de Hollywood que “assediou” “estuprou” atrizes que, na verdade, trocavam sexo consentido por bons papéis no cinema; a coisa logo se revelou uma caça às bruxas – ou ao bruxo – uma vez que alguns desses relacionamentos duraram anos, com troca de e-mails picantes, juras de amor e saudade, e as outrora dadivosas damas lucraram muito vendendo sexo, agora se fazendo de vítimas chorosas – e ricas. Abordamos essa farsa aqui: http://portalcafebrasil.com.br/iscas-intelectuais/mulheres-de-verdade

Pois não é que, ironia das ironias, Asia foi descoberta, enquanto se travestia de Joana D’Arc das pobres mulheres indefesas, fazendo um acordo milionário para calar a boca de um menor com o qual ela fez sexo? Isso mesmo; a cara de pau foi processada por assédio moral e sexual ao consumar sexo com um menor de 18 anos na Califórnia, onde isso é crime. Atenção: crime. Pagou 380 mil dólares pro moleque calar a boca e continuou fazendo tipo de feminista impoluta. Desmascarada, a Falsiane gringa foi rejeitada por suas próprias colegas feminazi, perdeu uma série de trabalhos e choraminga por não serem “justos” com ela, nem escutarem sua “explicação”; ora, ela nunca permitiu que vítimas do #MeToo se explicassem! Está provando do próprio veneno. A história toda foi relatada em artigo magistral de Vilma Gryzinski: https://veja.abril.com.br/blog/mundialista/festival-de-taras-mulheres-acusadas-de-abuso-fazem-sua-parte

Resumo da ópera: Mesmo radical na modinha, sempre há alguém mais radical que você. Outra coisa: Posar de perfeitinho não dá certo, Bruno. Todo mundo erra, ninguém é santo, não adianta se disfarçar de estandarte da pureza mundial; você parece ser um rapaz decente, gente boa… ouça sempre o outro lado, e sem exagero no bom-mocismo jeca. Muitas vezes uma piada besta é apenas isso – uma piada besta, nada mais. Para Asia Argento, italiana radicada nos EUA, que, espera-se, aprenda a lição, dois recados especiais: the cunning, when it is too much, eats the owner. Ou… l’astuzia, quando è troppo, mangia il proprietario. Chupa, Falsiane. Vigarista. Pilantra.

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