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Alexandre Gomes -

* Antes das piadas com o S no título, explico: a palavra “intensão” existe e é mais clara que “compreensão” (que poderia ter sido usada) por dois motivos: 1) a semelhança/oposição com a palavra “extensão” e 2) em Lógica, o significado de “intensão” nem sempre coincide com o de “compreensão”. Veja o original inglês: intension = intensão, intention = intenção. Agora, vencida a piada fácil, vamos ao tema de hoje.

 

A EXTENSÃO e a INTENSÃO dos termos têm suas raízes na referência dupla do fantasma que é a IMAGEM mental dos objetos (referências extensionais), da qual o intelecto deriva o conceito (referência intensional).

Perceba que:

À medida que um termo CRESCE em INTENSÃO decresce em EXTENSÃO.

À medida que um termo CRESCE em EXTENSÃO decresce em INTENSÃO.

A Árvore de Porfírio (ilustração no alto do texto) ilustra a relação inversa entre a extensão e a intensão dos termos. Bem como a RELAÇÃO entre estas e a definição e a divisão.

A árvore é uma divisão progressiva, essencial e dicotômica, que vai da substância do SUMMUM GENUS até a INFIMA SPECIES homem.

No topo está o SUMMUM GENUS (a classe mais alta), que é a Substância. Note que não há mais nada acima no universo, que não possa ser descrito pelo termo “substância”, pois não há gênero ACIMA e do qual possa ter com parte sua o que seja chamado de substância. Enquanto que na base está o INFIMA SPECIES (a forma mais baixa) que é a mais baixa e menor das espécies. Na ilustração lá no topo do texto, na base da árvore você vê a palavra “HOMO” (homem, em latim), que se divide em dois grupos: SORTES e PLATO. Pois bem, PLATO é Platão, o filósofo; e SORTES (grande quantidade, em latim) significa todos os outros homens que não são Platão.

Dada a estrutura apresentada na figura lá de cima, não há mais como descer abaixo dessa divisão. Há Platão (homem individual) e todos os outros indivíduos no mundo. Qualquer outra divisão além dessa irá desfazer a definição de HOMO (homem). E, por favor, entenda que não estou excluindo as mulheres, elas estão ali no SORTES, pois fazem parte de todos os outros indivíduos. Enfim, Platão é o INFIMA SPECIES que não pode tornar-se um gênero por divisão subsequente em espécies ESSENCIALMENTE DIFERENTES.

A divisão que emana do SUMMUM GENUS até a INFIMA SPECIES é, portanto, uma série completa: não pode ser continuada ACIMA daquela primeira, nem seguir ABAIXO desta última. Vamos a outro exemplo! Veja esse esquema abaixo, um outro exemplo da Árvore de Porfírio:

Note que cada termo entre o SUMMUM GENUS (substância) e a INFIMA SPECIES (homem) pode ser tanto um gênero quanto uma espécie. Isso ocorre porque eles estão entre os dois limites apontados no começo desta frase. E por conta disso, são relativos. Ou seja, o termo é um gênero daqueles ABAIXO dele, e uma espécie daqueles que estão ACIMA dele. Por exemplo: “Animal” é o gênero próximo de “Homem” (está logo acima dele no eixo principal, ou tronco da árvore); “Corpo” é uma espécie de “Substância” (pois está abaixo deste último). E antes que você pergunte se existe alguma outra espécie de substância que não seja “Corpo”, eu digo “alma” é outra espécie de “Substância”. Pois “alma” é uma espécie de Substância IMATERIAL.

Importante! Veja que a linha tracejada mostra um caminho específico da classe mais alta Substância até a forma mais baixa Homem. Demonstrando que quanto mais descemos na árvore, mais específico se torna o objeto.

Assim sendo, você nota que a Árvore de Porfírio ilustra a lei de relação inversa entre a EXTENSÃO e a INTENSÃO dos termos: à medida que é aumentada a intensão da substancia (pela adição dos atributos material, animado, sensível e racional), sua extensão é diminuída. Ou seja, quanto mais eu defino, intensifico os detalhes sobre algum objeto, menos espaço eu tenho (menos extensão) para acumular objetos diferentes dentro do mesmo grupo (termo).

Em outras palavras, quando eu digo que José nasceu no Brasil, mesmo essa limitação é vaga. Ou seja, o termo “brasileiro” ainda tem bastante extensão. Mas basta eu acrescentar que José é Recifense, que esse acréscimo intensificou mais o significado da naturalidade dele, pois agora eu e você sabemos que José é brasileiro porque ele nasceu em Recife.

 

Por hoje é só. Volte por aqui em quinze dias para mais!

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