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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Carlos Lupi, presidente nacional do PDT e ex-ministro de Dilma, falou demais. Para nosso bem, revelou a verdade dos bastidores do teatro no qual atuou por muito tempo; não obstante, hoje se faz de virgem no bordel da política nacional. Lupi soltou a seguinte pérola num encontro com integrantes de seu partido em São Paulo: “A gente não acha que o PT inventou a corrupção, mas roubaram demais. Exageraram”

Bacana esse sujeito: Chamou o governo do qual fez parte ativa, como ministro do Trabalho, de ladrão reiterado e desmedido; admite que, em sua opinião, em se tratando de roubo, existe o valor “aceitável”, e errado mesmo só quando se rouba muito; apesar de ter sido gravado e filmado em sincericídio explícito, quis explicar a quadratura do círculo de forma ainda mais comprometedora: “A gente não quer ser um rato, que foge do porão do navio quando entra a primeira água, mas também não queremos ser o comandante do Titanic, que ficou no barco até ele afundar”.

Ou seja: Não só admitiu as falcatruas, como tem certeza do naufrágio do lulismo e de sua atual fantocha incompetenta e arroganta. O mais interessante é que o PDT participa da base aliada do desgoverno Dilma (partido do qual ela própria fazia parte até filiar-se ao atual para não perder uma boquinha na Petrobrás), e ainda hoje detém o poder no mesmo Ministério do Trabalho. Imagine o respeitável público se o PDT fizesse parte da oposição.
De qualquer maneira, foi excelente o surto de sinceridade, ao menos para os cidadãos de bem revoltados, enojados com a roubalheira e as boquinhas sem fim travestidas de uma tal “política social” que de social nada tem, é apenas conveniente.
Dilma fala de menos. O lado mau é que ela nunca explica nada sobre a corrupção, a péssima gestão, as falcatruas sem fim, a pior gestão econômica desde o desastroso governo de seu amigo e aliado José Sarney. Fala de menos também para que não se descubra o tamanho de sua culpa, direta e incontestável, no atual mar de lama que nos sufoca. Desde sua nefasta participação ministerial já no início do lulismo, passando pela quase bancarrota da Petrobrás, pela atual desgraça econômica e desmoronamento político causado por sua incompetência irrefreável e por uma arrogância ainda maior. É nossa Maria Antonieta, nossa Cristina Kirchner, nossa Rainha de Copas, num país cheio de Alices e uns chapeleiros loucos.
Mas tem seu lado bom: Apavorada pela altíssima rejeição, resolveu não fazer sua inútil discurseira autoelogiante em rede nacional do Dia do Trabalho. Finge ser muito forte, mas está é com medo. Nos poupou um palavrório desconexo e revoltante, como de hábito, pontuado pelo Dilmês, essa estranha língua que guarda ligeira semelhança com o Português. Panelaço pra ela é golpe, noutro exercício teatral de sua cara de pau infinita.
​          Rodrigo Gularte, executado neste dia 29 em Jacarta, na Indonésia, por tráfico internacional de drogas, nunca mais vai falar nada. É um sofrimento para seus parentes e amigos, claro, e toda uma discussão sobre a pena de morte, entre os que a defendem e os que a repudiam. Mas uma coisa é certa: Ele nunca mais vai traficar quilos de cocaína, nunca mais vai prejudicar dezenas (centenas?) de viciados, nunca mais vai infringir a lei, nunca mais vai comerciar um dos maiores cânceres da humanidade, nunca mais vai colaborar para a desgraça de famílias inteiras, nunca mais vai colaborar com a criminalidade internacional, nem servir como empregado do cartel das drogas, nem falar que seus crimes gravíssimos foram apenas um “erro”. Tudo tem limite. Até a hipocrisia e o excesso de “erros”, não é verdade, prezado Lupi?
​          Três versões distintas de quem não mede o que fala. Nem o que deixa de falar.

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