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Iscas Intelectuais
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Um momento antes da hora

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Labi Mendonça - Iscas Anarquiscas -
A HORA

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Estou na véspera do dia do nascimento. Essa proximidade com a data, tão importante para este irreverente e iconoclasta escritor, mas que não significa muito ou quase nada para os demais, me deixa um pouco preocupado. Naturalmente, como bom dinossauro, do tempo em que as pedras rolaram e o rock começou a virar onda, percebo que venho acompanhando de perto alguns dos meus inspiradores como Paul McCartney, Paulinho da Viola e Mick Jagger. Não sou tão velho, apenas um pouco gasto pelas alegrias de ter vivido com muita intensidade cada uma das ondas que surfei ao longo desta vida atual. Mas cheguei aos 6.7 com boa saúde e disposição (apesar de umasmazelas) e isso sempre obriga a uma reflexão importante: Sinto um enorme orgulho de dizer que só me arrependo do que não fiz e tinha vontade. Do resto, posso afirmar que foi muito bom e ainda será… (como diria Gonzaguinha). Gosto de samba, gosto de rock, gosto de algum rap, no geral gosto de boa música, e me entrego ao ritmo da vida como quem se deixa levar como o Zeca (Pagodinho) mas sempre com o compromisso de tentar realizar cada sonho, com a certeza de que é assim que vale a pena. Não posso reclamar. Nessa vida eu já fiz muita coisa, fui muita coisa, e realizei bastante. Fui até coisa que nem é muito bom confessar. Mas ainda não cheguei a ser condenado por isso. Se era importante plantar árvores, plantei muitas, se era importante ter e criar filhos, criei quatro, se era importante viver um grande amor, vivi um monte difícil de contar, se era importante fazer aquela cena de sexo arrojado naquele lugar inusitado, garanto que tenho ótimas para contar. E se era importante escrever um livro, agora posso dizer que fiz, porque mesmo tendo vários sendo escritos hoje, consegui finalmente depois de décadas de trabalho, publicar meu primeiro romance. Reparem que não vim aqui ficar enchendo a bola do meu próprio saco de realizações. Este é apenas um preâmbulo para uma reflexão importante: Talvez eu não veja o meu País do jeito que eu gostaria. Mesmo que eu viva uns 40 anos mais, o que segundo o Temer, agora vai ser muito fácil chegar a 120 ou 140 anos, não acredito que seja possível ver o que eu lutei tanto para conseguir. Construir uma sociedade mais justa, fraterna, menos materialista, mais respeitadora da vida, da humanidade e da natureza e com menos desigualdade e menos injustiça social. Lamento muito. Mesmo que o Temer consiga antes de sua saída vergonhosa em 2018, vender para o capital que o alicia tudo o que temos de riquezas naturais e jazidas futuras, florestas, parques e rios, esse poder econômico volátil e perecível, não poderá comprar o que tanto almejei e é sonho da grande maioria de brasileiros. Um Pais melhor e mais igualitário. E mesmo que agora, entusiastas dessa falsa mudança que pensam estar acontecendo no cenário, graças a movimentos como a operação Lava-Jato, acreditem que o Brasil entrou no rumo e começou a mudar, eu digo é que apenas cosmética essa mudança. Porque quem provocou os maiores males, e que vem praticando todos os crimes dos quais nos envergonhamos de ver expostos todos os dias no noticiário, corrupção, desvios, desmandos, roubalheira e descaso com a coisa pública, ainda está no comando, ainda movimenta seus cordéis de riquezas para manipular e controlar quase tudo. E com o beneplácito das elites. Meu amigo Luciano Pires me enviou o último “cafézinho” desta semana, cheio de esperança de que o Brasil agora começou a mudar. Amigo, lamento muito reconhecer que, mudando ele sempre está e estará, e essa sua ufanista ideia de que começou a melhorar é apenas uma atitude nobre sua de tentar enaltecer um movimento que você acredita positivo na sociedade e juventude. Mas você acha que as forças que manipulam cada vez mais todas as sociedades, infiltrando-se nas grandes tendências que influenciam e marcam as gerações, não serão cada dia mais bem movimentadas por cordéis cada vez mais fortes influindo nas escolhas e nas formações de conceitos das massas? Seria ingenuidade pensar que apenas por ter liberdade de expressão e comunicação nas redes sociais, seremos capazes de vencer os inimigos, essa minoria poderosa que consegue comprar cada dia mais poder de influência e manipulação. Hoje, podemos desconfiar até de decisões da instância máxima e suprema do nosso judiciário, pois é notório que eles estão desesperados para salvar a própria credibilidade e razão de sua existência perante a sociedade, e é possível desconfiar que tenham chegado ao ponto de aceitar o jogo que se impôs, de paziguar confrontos, para não deixar que todas as instituições brasileiras fiquem totalmente desacreditadas como o executivo em todos os níveis, e o legislativo por extensão. (ou vice-versa). Não sejamos ingênuos. Eu tenho esperança em tempos melhores, mas não acredito que possa ver. Acho que não conseguirei viver para isso, mesmo que o Temer compre com todo o PRE-SAL e a Amazônia, o direito de negociar com Deus essa longevidade que ele irresponsavelmente pronuncia como se fosse um palhaço. Fazem memes e fica por isso mesmo. Aliás, acho que ele é um grande palhaço, mas sem graça nenhuma. E sem escrúpulos, sem vergonha e sem moral. Temos milhares de brasileiros morrendo nas filas dos hospitais e ele gastando fortunas do nosso dinheiro, comprando apoio de deputados federais para impedir que haja uma investigação profunda de seu envolvimento nos crimes que já foram mais do que mostrados materialmente ao nosso povo. Esse crime, hediondo, sem precedentes, parece não chocar brasileiros honrados, jornalistas que se dizem defensores da verdade, e comunicadores que querem tomar conta da nação. Portanto, neste momento, antes da hora de completar meus 67 anos desta vida (espero que haja outras tão boas ou melhores) e antes de que chegue o meu aniversário de 120 anos, (pois talvez eu consiga a despeito do Temer) eu desejo alertar para que em vez de ficar enchendo a bola de um monte de manipuladores da opinião pública, de entusiastas de um “momento neo-liberal” redentor, paremos e falemos a verdade. Antes que chegue a hora eu digo. Vivemos tempos de muita mentira, de muita ilusão e de muito falso movimento transformador. Não estamos passando o Brasil a limpo, estamos apenas revelando a quantidade de lixo descoberta, sem saber que ainda existe muito mais por descobrir. Cautela. Antes da hora eu digo: Não vamos vender gato por lebre. É perigoso.

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