s
Iscas Intelectuais
Deduzir ou induzir
Deduzir ou induzir
Veja a quantidade de gente que induz coisas, ...

Ver mais

Origem da Covid – seguindo as pistas
Origem da Covid – seguindo as pistas
Tradução automática feita pelo Google, de artigo de ...

Ver mais

Palestra Planejamento Antifrágil
Palestra Planejamento Antifrágil
Aproveite o embalo, pois além de ouvir a história, você ...

Ver mais

Como se proteger da manipulação das mídias
Como se proteger da manipulação das mídias
Descubra o passo a passo para se proteger das mentiras, ...

Ver mais

Café Brasil 774 – Adversário x Inimigo
Café Brasil 774 – Adversário x Inimigo
Publiquei um post em minha página do Facebook, dizendo ...

Ver mais

Café Brasil 773 – Falando sobre nação – Revisitado
Café Brasil 773 – Falando sobre nação – Revisitado
O Brasil é um grande país, que precisa de um povo unido ...

Ver mais

Café Brasil 772 – ComunicaAgro – Live com Tejon
Café Brasil 772 – ComunicaAgro – Live com Tejon
Um dia, descobri que grande parte dos ouvintes do ...

Ver mais

Café Brasil 771 – LíderCast Aurelio Alfieri
Café Brasil 771 – LíderCast Aurelio Alfieri
Aurélio Alfieri é um educador físico e youtuber, ...

Ver mais

Café Brasil 771 – LíderCast Aurelio Alfieri
Café Brasil 771 – LíderCast Aurelio Alfieri
Aurélio Alfieri é um educador físico e youtuber, ...

Ver mais

Café Brasil 766 – LíderCast Ilona Becskeházy
Café Brasil 766 – LíderCast Ilona Becskeházy
E a educação brasileira, como é que vai, hein? Mal, não ...

Ver mais

Café Brasil 762 – LíderCast Alessandro Santana
Café Brasil 762 – LíderCast Alessandro Santana
Da mesma forma como o Youtube joga no colo da gente um ...

Ver mais

Café Brasil 758 – LíderCast César Menotti
Café Brasil 758 – LíderCast César Menotti
Há muito tempo tínhamos a ideia de trazer para o ...

Ver mais

Sem treta
Sem treta
A pessoa diz que gosta, mas não compartilha.

Ver mais

O cachorro de cinco pernas
O cachorro de cinco pernas
Quantas pernas um cachorro tem se você chamar o rabo de ...

Ver mais

Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
A intolerância é muito maior na geração que mais teve ...

Ver mais

Leitura cafezinho 303 – Cérebro médio
Leitura cafezinho 303 – Cérebro médio
Escolha um tema quente, dê sua opinião e em seguida ...

Ver mais

Conhecendo a história do Brasil
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Conhecendo a história do Brasil… por meio dos que contaram a história “A história é a justiça imparcial, mas tem a mania de chegar tarde.” Roberto Campos[1] Em artigo intitulado Livros para ...

Ver mais

Tributo a Jaime Lerner
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Tributo a Jaime Lerner Recebi, com enorme tristeza, a notícia do falecimento de Jaime Lerner, ocorrido em Curitiba, dia 27 de maio. Seu trabalho como urbanista é merecedor de reconhecimento tanto ...

Ver mais

Macrotendências
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Macrotendências: mudanças em curso  “As mortes totais causadas pelo terrorismo em todo o mundo despencaram 59% desde seu pico em 2014. No Ocidente, a ameaça presente é menos da violência islâmica ...

Ver mais

Criatividade, empreendedorismo e inovação
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Anterioridade e importância da criatividade para o empreendedorismo e a inovação “Existe criatividade sem inovação, mas não existe inovação sem criatividade”. Bill Shephard Joseph Schumpeter ...

Ver mais

Cafezinho 394 – Seu trabalho não nos interessa
Cafezinho 394 – Seu trabalho não nos interessa
Isso é o que eu chamo de “celebrar o fracasso”: ...

Ver mais

Cafezinho 393 – Velhos Ranzinzas
Cafezinho 393 – Velhos Ranzinzas
Se no reino animal é a degeneração física que torna os ...

Ver mais

Cafezinho 392 – Eu vou matar a rainha
Cafezinho 392 – Eu vou matar a rainha
Tem tanta mentira em volta da gente, que acabamos ...

Ver mais

Cafezinho 391 – A suspensão da descrença
Cafezinho 391 – A suspensão da descrença
'Suspender a descrença' é aceitar temporariamente como ...

Ver mais

Um sentido para a vida

Um sentido para a vida

Jota Fagner - Origens do Brasil -

Esta semana eu completo 41 voltas em torno do Sol. Confesso que nunca entendi o motivo de se parabenizar alguém que faz aniversário. Parabéns pelo quê? Por continuar vivo? Como se pudéssemos controlar esse tipo de coisa. A data, no entanto, é importante para marcar o tempo que você está em cima da terra e o quanto você realizou durante esse período. Aniversário vem do latim, anniversarius, aquilo que acontece uma vez por ano (como semanário acontece uma vez por semana e mensal acontece uma vez por mês).

Curiosamente, a palavra latina para a festa de aniversário é natalis. Tanto um quanto o outro têm origem em festas pagãs. Os primeiros cristãos rejeitavam essas festividades até meados do século IV, quando se convencionou que a festa de 25 de dezembro seria o aniversário de Jesus. Mas, cá estou eu a divagar sobre questões históricas que nada tem a ver com a conversa de hoje.

Aos 15 anos de idade, eu sonhava que a minha vida estaria “resolvida” aos 25. Um bom emprego, uma boa esposa, filhos, realização profissional. Eu era muito bobo, mais do que sou hoje. E o que aconteceu?, você pergunta. A vida aconteceu.

Como um rio caudaloso, a vida nos arrasta. Se você tiver um motor potente, talvez possa lutar contra a correnteza. Remar apenas com a força dos seus braços seria utópico. Já faz um tempo que tenho tentado abandonar a utopia.

De tudo que tirei da vida, gosto de acreditar que aprendi a ser uma pessoa melhor do que eu era aos 20. Mas talvez isso também seja utópico. Como diria o poeta:

“Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José?”

Agora, no meu aniversário, releio ‘Em busca de sentido’, escrito pelo Viktor Frankl.  O autor passou por quatro campos de extermínio nazista e relata sua experiência nessa obra. Segundo ele, as chances de sobrevivência eram uma em 28. Mesmo com todas as dificuldades enfrentadas, Frankl seguiu seu rumo. Poderia ter desistido de viver, seria mais fácil. Mas ele criou uma meta para si, algo pelo que lutar. Sua narrativa nos deixa um tanto envergonhados dos nossos queixumes diários.

Contaminados pelas produções cinematográficas, aguardamos um final feliz que aconteça de forma mágica. Relutamos em suportar nossa carga de sofrimento e exigimos recompensa imediata. Esperamos que a deusa da fortuna nos sorria, mas não percebemos que isso é tão incerto quanto ganhar na megasena acumulada.

Amadurecer é aprender a morrer. Enquanto ignorarmos isso, continuaremos presos a fantasias cíclicas exaurindo nossas energias em ações estéreis e improdutivas.

Compreender quem você realmente é, aceitar suas limitações e assumir seu real papel na sociedade talvez seja o caminho para uma vida plena e com paz de espírito. Afinal, como bem disse o espanhol José Ortega y Gasset, “eu sou eu e minhas circunstâncias”. E é disso que nunca poderemos esquecer.

 

José Fagner Alves Santos

Ver Todos os artigos de Jota Fagner