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Uma ponte longe demais

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

                                              Holanda, setembro de 1944. O alto comando aliado pretende tomar dos nazistas as pontes sobre o rio Reno e alcançar a vitória final. O marechal Montgomery e o general Browning (ingleses) se negam a admitir o imenso risco da operação e, movidos pela arrogância, pela cegueira da presunção, ignoram os alertas de que poderiam estar lutando por “uma ponte longe demais”, e exigem o prosseguimento do plano – que em apenas 8 dias se revela um fracasso completo. Os aliados sofrem pesadas perdas e os alemães os empurraram pra fora da Holanda, segurando as pontes tão necessárias; a perda de equipamento e de soldados (britânicos, poloneses, americanos) foi imensa. Derrotados pela empáfia dos generais, sua auto-imagem tão inflada quanto falsa, pela característica de todo arrogante se julgar o máximo – culpados são sempre os outros – e, principalmente, pela maldita mania de deixar a estratégia política se sobrepor à militar.

                                              Esse é o preço pago pelos arrogantes, que têm muitas ideias e nenhuma realização: O nariz empinado não impede suas derrotas; a realidade é inexorável até para a granfina de narinas de cadáver, como diria Nélson Rodrigues. Tropeçam nas pedras que não enxergam, pois se recusam a olhar para baixo, para os que executam o serviço sujo e pesado. Exigem, mas nada fazem; e nunca aprendem com seus erros, acreditam-se infalíveis. Afinal, axiomaticamente, são arrogantes, ora pois.

                                              Pulo para a tal Celac, cúpula dos países latinos que discute um monte de nada e surfam na arrogância comunista: O ditador Raúl Castro, bandido-chefe da mais longeva e sanguinária ditadura das Américas, “exige” o fim do embargo norte-americano à sua ilha-presídio. “Exige” também reparação por “danos” (?!), devolução da baía de Guantánamo e, só depois, dará aos Estados Unidos a honra, glória e o imenso prazer de retomarem relações comerciais e diplomáticas. O imbecil não só se acha a última bolacha do pacote, como acredita que o mundo lhe dá muita atenção. Ninguém dá a mínima, exceto meia dúzia de jecas e os lulistas de sempre, Frei (?) Betto na pole position. O rato que ruge crê estar em posição de “exigir” algo, quando devia pedir. Pedir desculpas ao mundo pelas dezenas de milhares de cadáveres que ele e seu irmão assassino produziram; por toda a fome, doenças, miséria, fuzilamento, tortura, apoio a outras ditaduras, além de golpes de estado, tráfico de drogas, armas, terrorismo que espalharam por seu país, pela América e pela África.

Dilma não fica atrás; no máximo, à esquerda. Em seu discursinho imprestável de anteontem, com os 39 (trinta e nove!) ministros, não reconheceu nenhum de seus muitos erros no 1º mandato, mas defendeu “mudanças” a implantar. Age como se ela mesma não tivesse empurrado o País ao fundo do poço, com as âncoras da corrupção e de uma administração desastrosa. Sua arrogância extrema faz com que atribua a alguma entidade desconhecida tais atrocidades. Fala como se fosse outro, e não ela, o presidente nos últimos 4 anos. Uma verdadeira professora na podre arte da arrogância, “exigindo” respeito à Petrobrás, a empresa que ela e seu mentor faliram, bem como a ilusão do pré-sal, vendido como o nirvana petrolífero.

                                              Voltando ao truísmo que expõe a impossibilidade de um arrogante aprender com seus erros, os jornais mostram qual a “estratégia salvadora” dos comunistas vencedores nas eleições gregas para “salvar” o país: “Decidiram” não pagar as dívidas (nem mesmo a internas) assumidas pelo governo grego, e fim. Ah, o primeiro-ministro eleito, Alexis Tsipras, “exige” respeito do mundo e, como seus colegas stalinistas, promete mundos e fundos sem a menor ideia de onde virá dinheiro pra isso. Luciana Genro é fã ardorosa desse sujeito psicótico. Olha que coisa simples e perfeita, camarada Wladimir Illych. Viva a arrogância, e os pobres coitados que se danem. Alguém sempre paga o pato no lugar dos empinadores de nariz, essas focas amestradas no picadeiro do circo mundial com bilhões de palhaços. O arrogante nunca enxerga que a ponte está longe demais porque nunca luta por ela. Quem luta são aqueles que ele despreza.

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