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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Não, o assunto não é a vacina contra a Covid-19. Por dois motivos: Primeiro, tem gente demais dando opinião sobre isso, e a maioria totalmente leiga no assunto. A coisa virou briga política, e não questão de saúde nacional. O outro motivo é bastante prosaico: Tá todo mundo de saco cheio desse assunto. Chega.

A questão é sobre vacinas que estão aí e ninguém toma, como as contra febre amarela, sarampo, gripe e paralisia infantil. As últimas campanhas vacinais foram um fracasso, em grande parte por culpa dos meios de comunicação, aliados à irresponsabilidade dos cidadãos. Vacinas gratuitas e muito eficientes foram simplesmente esquecidas nos postos de saúde, como se a vida de crianças e idosos fosse um tema menor em comparação à histeria “covídica”. Nada mais importa no mundo, só essa única doença existe para os histéricos. Inacreditável.

A campanha nacional de vacinação contra a pólio (paralisia infantil), doença pavorosa que pode relegar crianças à cadeira de rodas por toda a vida – ou até coisa pior, alcançou pífios 55% do público alvo na região de Bauru, e somente 33% no Brasil. Mas ninguém parece se dar conta disso. Bom mesmo é discutir no twitter se é Dória ou Bolsonaro quem tem razão na guerra covidesca. Pelamor.

Idem para o sarampo: Somente 11% do público alvo (entre 20 e 49 anos) foram vacinados em 2020. E por qual razão, caramba? Nada, a não ser o esquecimento popular, alimentado pelas mídias. Enquanto isso, Jornais Nacionais e Folhas de São Paulo berram que a morte instantânea está à espreita apenas pela Covid. Pra essa gente, mercadora de péssimas notícias, ninguém mais padece de qualquer outra doença no Brasil, quiçá no mundo.

É como as UTis: SEMPRE estiveram superlotadas, com 100% de ocupação ou quase isso, mas só agora, no ano da Covid, os jornalistas/catastrofistas descobriram que – oh, que horror! – as unidades estão lotadas. Taspariu, que gente hipócrita.

Antes que algum dos Covidlovers comece a atirar pedras e máscaras usadas, vamos deixar claro: É uma doença grave e merece toda nossa atenção e cuidado, mas isso não torna as outras doenças menos graves ou menos mortais. O Coronavírus é mais um, e não o único a ser combatido, principalmente diante de outras doenças graves, cujas vacinas, gratuitas, são usadas há muitos anos com plena eficácia. Taí a pólio, erradicada há dezenas de anos no Brasil e em muitos outros países, com grande risco de voltar graças à Venezuela, tirania podre, imunda, assassina, que simplesmente deixou de vacinar seu sofrido povo e ameaça todos os vizinhos latino-americanos com essa doença pavorosa. Isso sim merecia atenção dos jornais, mas… Nem pensar. Só a Covid importa; deixou de ser moléstia para se transformar em bandeira, mesmo em facções opostas. Todos querem o vírus para atingir o inimigo. Dane-se o povo.

Febre amarela então, é quase caso perdido. As pessoas só se vacinam ao serem obrigadas, geralmente em razão de viagem. Até Dráuzio Varella, o doutor perfeitinho, sempre pronto a enfiar o dedo na cara dos outros e ditar regras, deixou de se vacinar, desdenhando dessa prevenção essencial. Pegou febre amarela em viagem à Amazônia em 2004 e sofreu muito pela teimosia, mas esse assunto nunca será lembrado enquanto ele for tratado como o senhor da razão. Saudade de esquecer essa escorregada, né meu filho?

Enquanto os profetas do apocalipse tratam da Covid como se fosse o fim do mundo, doenças até mais graves, facilmente prevenidas por vacinas eficazes, seguras e totalmente grátis, a própria ONU se faz de besta, junto com seu braço neopolítico, a OMS, “descobrindo” que – ooooooooh!!! – o lockdown selvagem faz mais vítimas que o Coronavírus: Segundo eles próprios, a pandemia arrastará 130 milhões de pessoas para a mais absoluta miséria, e ao menos 20% desse número devem morrer de privações. Bom, considerando que a Covid não deixa ninguém mais pobre, mas a quarentena sim, temos mais um incrível caso em que o “remédio” é mais letal que a doença. Sensacional, dona OMS. Sensacional, políticos. Parabéns a todos.

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