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Adalberto Piotto - Olhar Brasileiro -

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Por Adalberto Piotto

Todo ano temos as notícias de deslizamentos de terra e mortes por causa da chuva em áreas de risco.

É trágico. Sempre é. Impossível não se solidarizar com as vítimas.

Mas além da solidariedade da maioria, normalmente imóvel, há mais o que fazer hoje pra evitar outros “amanhãs” terríveis.

Esse assunto sobre ocupação irregular de áreas de risco não é novo e trato dele há muito, normalmente sem solidariedade alheia.

Quando o governo Lula, irresponsável em sua plenitude, inventou a tal da “bolsa construção”, que financiava material de construção com muito crédito, eu denunciei o caso porque julgava que era preciso ter um projeto e um acompanhamento técnico da prefeitura para evitar que o cidadão, necessitado e beneficiado pelo crédito, construísse em áreas de risco.

Fazia isso pra proteger o cidadão, antes de tudo, e permitir o melhor uso do recurso financeiro.

É injusto dar pela metade um direito a quem tanto precisa. Ou seja, dê-se melhores condições para alguém construir sua casa, mas que o faça em condições de não pô-lo a arriscar-se a morrer pela chuva que, inevitavelmente, vai cair.

Nem a Caixa Econômica Federal nem o governo Lula, mesmo com muitas tentativas, aceitaram falar e explicar o porquê de o crédito não ter essa exigência básica, necessária, cuidadosa, cidadã

Como insisti no tema, fui chamado de antibrasileiro, de conspirar contra os pobres,  etc. Enfim,  toda sorte de estupidez, bobagem e burrice manipulada por essa gente que enganava o necessitado com todo o maquiavelismo possível e hoje, ainda no poder federal, levou o Brasil à bancarrota financeira, moral, etc.

Apesar de saber que esteva fazendo o certo, à época, não tive apoio de quase ninguém.

A maioria de baixo estava feliz porque fazia churrasco e dane-se o resto.

E a maioria de cima se refestelava em Miami comprando qualquer coisa que não conseguisse ler o rótulo.

Nada contra ir à Miami ou a qualquer outro lugar para comprar seja lá o que for. Tampouco fazer churrasco do jeito que quiser. Minha crítica não é simplista. O ponto é outro.

Ambos os lados foram estúpidos no seu consumismo e nada preocupados com o Brasil e sua sustentabilidade econômica ou social, na dignidade ou na correta aplicação dos caros recursos disponíveis.

Estavam, os de baixo e os de cima, se dando bem no seu individualismo atroz.

Deu no que deu.

Eu não parei de insistir. Nunca.

Amanhã, estarei na Paulista.

Espero ter a companhia dos deslumbrados de ontem e forçosamente realistas de hoje.

A luta é longa e estarei sempre nela.

Só conheço esse caminho e renego qualquer atalho esperto e de esforço menor.
O único caminho em que acredito é o da insistência, da persistência, da perseverança e do comprometimento com o presente para salvar o futuro.
O resto é enganação.
Bem-vindo à luta honesta.

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