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Luiz Alberto Machado - Iscas Econômicas -

Legado olímpico deficitário nem sempre é ruim

 Antes do início dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, publiquei um artigo bem amplo intitulado Olímpicas expectativas, em que analisava diversos aspectos relacionados ao evento. Como os Jogos ainda não acabaram, ainda não dá pra fazer um balanço completo, mas acho interessante compartilhar com os amigos uma breve reflexão acerca do legado olímpico.

Com a aproximação da Olimpíada do Rio de Janeiro, agora já em seu final, muito se falou sobre aspectos negativos dos dois grandes eventos esportivos internacionais realizados recentemente no Brasil, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

O saldo financeiro definitivo de eventos dessa magnitude leva muitas vezes um tempo considerável para ser conhecido, tal a complexidade envolvida e o amplo e diversificado conjunto de instituições envolvidas no seu financiamento.

Apesar dessas dificuldades, a percepção geral é de que a esmagadora maioria das edições recentes desses eventos deixou um saldo financeiro negativo, sendo duas importantes exceções Barcelona, que sediou os Jogos Olímpicos de 1992, e Los Angeles, que sediou os Jogos Olímpicos de 1984, sendo estes últimos os únicos que foram financiados integralmente por meio de investimentos privados.

Há casos em que o saldo foi catastrófico, deixando uma conta enorme a ser paga pelas autoridades e, em última instância, pelas populações de cidades ou países que sediaram grandes eventos esportivos. Montreal e Atenas, que sediaram, respectivamente, as edições de 1976 e 2004 dos Jogos Olímpicos, são bons exemplos disso.

Há um caso, porém, que deve ser examinado a partir de uma ótica diferente, visto que muito mais do que obter superávit, o grande objetivo de Seul, ao se candidatar para sediar os Jogos Olímpicos de 1988, era o de promover a cidade e o país, até então pouco conhecidos internacionalmente.

Nessa perspectiva, os Jogos Olímpicos de Seul atingiram plenamente seu objetivo, uma vez que a Coreia do Sul conseguiu mostrar ao mundo que era capaz de promover um evento de magnitude mundial de forma extremamente organizada, sendo elogiada por unanimidade por todos os que estiveram presentes aos Jogos, quer como atletas, quer como torcedores ou dirigentes.

Prova disso é que poucos anos depois a Coreia do Sul associou-se ao Japão na organização da Copa do Mundo de Futebol de 2002, quando, uma vez mais, evidenciou sua capacidade de organização, aliada, nesta oportunidade, à ativa e alegre participação de sua população, que encantou o mundo torcendo por sua surpreendente seleção, que chegou entre os quatro finalistas.

Com a aproximação do final dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, independentemente dos resultados definitivos – tanto esportivos como financeiros – uma coisa se pode afirmar com certeza: o maior legado da Olimpíada será para o povo do Rio de Janeiro, que poderá desfrutar de consideráveis melhorias em regiões que foram revitalizadas, em novos meios de transporte e em novas atrações culturais que poderão ampliar ainda mais o interesse de turistas pela Cidade Maravilhosa. Para isso, as autoridades, tanto da cidade como do estado do Rio de Janeiro, precisarão levar a cabo inúmeras ações, no sentido de oferecer mais segurança, saúde e condições mínimas de trabalho para servidores que se encontram, atual e compreensivelmente, bastante desestimulados.

Iscas para quem quiser se aprofundar

Referência webgráfica

MACHADO, Luiz Alberto. Olímpicas expectativas. Disponível em http://portalcafebrasil.com.br/iscas-intelectuais/olimpicas-expectativas/.

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