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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Há alguns dias, o convenientemente descondenado Lula da Silva afirmou: Se eleito, fechará todos os clubes de tiro do Brasil, substituindo-os por “clubes de leitura”. Primeiramente, seria necessário alertar o delirante candidato, de declarado horror a livros, sobre a existência de Bibliotecas em muitas das cidades brasileiras; e que, por sinal, estão às traças desde passado razoavelmente remoto. A leitura se tornou um hábito muito chato, tanto para Lula quanto para uma imensa gama de brasileiros – infelizmente. Portanto, não será necessária a criação da Clubedolivrobrás, Lula, onde você plantaria alguns milhares de seus amiguinhos desocupados, torrando dinheiro público com todas as falcatruas possíveis para chegar a lugar nenhum, exatamente como as estatais criadas em seu governo e no de sua pupila. Mesmo assim, Lula certamente tentará (se eleito, obviamente) fechar todos os clubes de tiro, como prometeu, mesmo não sendo essa empreitada uma decisão do presidente da República, e sim do Congresso. Mas qual a razão de tanto ódio de Lula a esse esporte?

Sim, esporte. E praticado em várias modalidades. Uma delas rendeu a 1ª medalha de ouro olímpica ao Brasil em 1920 e, desde lá, muitas outras medalhas em muitos campeonatos mundo afora.

Mesmo os atiradores não-olímpicos, imensa maioria, só podem praticar o esporte depois de uma maratona de meses, correndo atrás de uma infinidade de documentos, numa burocracia típica de país cartorial como o nosso. Sem mencionar uma expressiva quantia em dinheiro, gasta em autorizações de vários tipos, sejam elas dirigidas ao exército, sejam à polícia federal. E todos esses atiradores, conhecidos como CAC, passam por rígido controle de suas armas, de seu perfil psicológico, sua habilidade no manuseio de armas e, principalmente, por uma peneira essencial: Uma ficha criminal absolutamente imaculada com idade acima de 25 anos. Porte de arma? Nem pensar. São raríssimos no Brasil, dificílimos de conseguir. E muito caros. Melhor nem falar sobre dinheiro; é um esporte caríssimo, no qual o pobre atirador torra milhares de reais apenas comprando munição regularmente e mantendo suas armas.

Ah sim: As armas e a munição. São todas registradas em nome do atirador/esportista, sem exceções. Cada aquisição ou venda deve ser pré-aprovada pela entidade reguladora; a importação é rara, cara e difícil, e cada passo dado nesse sentido é acompanhado com uma lupa pelo exército ou pela polícia federal. Tanto que são muito raras ilegalidades cometidas por esses cidadãos. Do mesmo modo, são raríssimos os casos nos quais suas armas são roubadas para cometimento de crimes. Até mesmo porque qualquer ladrão vagabundo pensaria 30 vezes antes de invadir a casa de um atirador experiente e armado.

Então, qual a razão para o ódio intenso que Lula destila contra os atiradores? Simples: Não há razão. Apenas seu famigerado ódio, sempre desmedido e irracional. Talvez, e apenas talvez, seja em oposição ao conhecido apreço pelas armas de fogo demonstrado pelo presidente Bolsonaro, visto pelo petista como uma mistura de anticristo e lobisomem. Não há outro motivo perceptível.

Neste país bêbado, onde tudo funciona ao contrário, ao arrepio da lei e da lógica mais simples, o esportista é visto como bandido em potencial, enquanto o verdadeiro bandido é classificado como vítima da sociedade, coitadinho. Estranhamente, Lula promete tirar à força as armas dos cidadãos honestos, mas silencia sobre as armas dos bandidos, quase sempre produto de contrabando.

Sim, é isso aí: O bandido armado. Aquele sujeito asqueroso que rouba, mata, estupra, aterroriza, tortura, aleija, destrói, humilha, utilizando armas de fogo absolutamente ilegais, que entram no Brasil aos milhares, pelas fronteiras e portos. São milhares (milhões?) de fuzis, pistolas, metralhadoras, carabinas, revólveres, granadas, explosivos de alta potência, bazucas e muitos outros equipamentos bélicos ao alcance dos bandidos de forma rápida, eficiente e barata. Sem nenhum controle.

Mas, peralá: Por que raios, então, ninguém tem a brilhante ideia de desarmar os bandidos, em lugar da população honesta? Por que falar-se tanto em “desarmamento” do cidadão de bem, enquanto nem uma palha é movida contra o pesado arsenal em poder dos bandidos? E por que, principalmente, todo sujeito que defende o desarmamento da população honesta está sempre cercado de seguranças e policiais armados até os dentes? Lula é um deles. Vive com um batalhão de seguranças à sua volta, munidos de fuzis e pistolas. Assim é muito fácil pregar o desarmamento e proibir o sagrado direito da legítima defesa.

Mais do que hipocrisia, isso é preferir os bandidos. 

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