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Luciano Pires -

O programa da semana trata da China, de como estamos sendo invadidos pelos produtos chineses e o que isso pode significar para nosso futuro. Afinal, a China é pra ser admirada ou temida? E qual a razão desse sucesso chinês? Nós é que somos incompetentes? A discussão vai longe e esse não será o único programa sobre esse assunto. Na trilha sonora temos João Donato com Paulo Moura, Rhaissa Bittar, Juarez Maciel e Grupo Muda Wilson SimonalTrio Mocotó, Simoninha, Max de Castro e a dupla Ouro e Prata. Apresentação de Luciano Pires.

[showhide title=”Ler o roteiro completo do programa” template=”rounded-box” changetitle=”Fechar o roteiro” closeonclick=true]

Bom dia, boa tarde, boa noite! Ei, onde foi fabricado esse tocador de mp3 que você usa pra ouvir o Café Brasil? Na China? Ah! É um iPhone, um iPad ou um iPod? Fabricado onde, hein? Na China? Ah! Você ouve no rádio do carro? E onde é que o rádio foi fabricado? Talvez na na China. Esse tênis importado que no seu pé. Veio da onde hein? É da China é? E essa gravata hein? Pois é… a cada dia mais e mais somos rodeados de produtos fabricados na China. O que será isso, hein? Uma invasão? È esse o tema do programa de hoje.

Pra começar um provérbio chinês:

A gente arruma o cabelo todos os dias. Por que não o coração?

E o exemplar de meu livro NÓIS…QUI INVERTEMO AS COISA desta semana vai para o Leonardo Miranda, que comentou o programa TOLERÂNCIA ZERO.

“Olá Luciano, Há pouco mais de um mês tive a seguinte experiência: Estava viajando de trem no mesmo vagão que um grupo de torcedores fanáticos de futebol. Deviam ter 10 ou 12 rapazes quando entrei. Era aquela bagunça, gritaria, batucada no teto, piadinhas com os outros passageiros, músicas recheadas de palavrões etc, mas quando eu e 9 desses torcedores trocamos da linha do trem para a linha do metrô de São Paulo, essas mesmas pessoas limitaram-se a conversar alto e dar muita risada entre si (um comportamento normal, civilizado e esperado de um grupo de jovens entusiasmados, porém educados). Mas eram as mesmas pessoas!

Por que o comportamento diferenciado? Eu sabia que um ambiente tinha diferença do outro, mas agora o seu programa deu um nome e parâmetros mensuráveis para esse fenômeno: a teoria das janelas.

Quem é paulistano, ou pelo menos vive aqui em São Paulo, vê essa teoria funcionando no dia-a-dia, basta conferir a diferença entre o comportamento das pessoas no metrô e nos trens, que apesar de estarem quase 100% integrados, custarem a mesma coisa e em muitos casos serem utilizados pelas mesmas pessoas, os vagões dos trens estão sempre repletos de vendedores ambulantes, pedintes, pixadores e os infernais funkeiros de celular, já os do metrô não.

Mas não é que nunca entra ninguém “errado” nas estações de metrô, o que ocorre é a correção imediata da situação. Por usar o metrô todos os dias já vi os “urubus” (como são chamados os guardas vestidos de preto nas estações) colocando vendedores ambulantes e pedintes para fora, fazendo adolescentes “despular” a catraca que tentaram não pagar e até mesmo contendo batedores de carteira até a polícia chegar (ou algo parecido, não fiquei lá esperando para ver todo o desfecho) e essas atitudes “repressivas”(?), quando bem usadas garantem o benefício de milhares de pessoas.

Quem diz que isso é discriminação, por exemplo com um pedinte, pode olhar a matemática da coisa para enxergar o caso de um ponto de vista diferente.
Se um pedinte é posto para fora do metrô ele torna a viagem de centenas de pessoas mais agradável e menos estressante.

Essa centena de pessoas chega no trabalho mais descansada e produz mais, ganha mais e pode até, numa linha de raciocínio muito simplista, abrir uma vaga de emprego para doméstica em uma dessas casas o que no fim das contas tirou esse mesmo pedinte da sua condição miserável tornando-o parte de outro lado da equação.

Até mais Luciano, contInue o excelente trabalho.”

Olha só que interessante a constatação do Leonardo sobre a importância das janelas quebradas. E sabe que tem um monte de gente que contesta isso? Cuidado Leonardo! Vão te rotular de intolerante!

O Leonardo ganhou o livro pois comentou um programa. E você aí seu preguiçoso, sua preguiçosa? Vai comentar ou não?

Olha que delícia. Você ouve, no podcast, ON A SLOW BOAT TO CHINA, uma canção composta por Frank Loesser Há 50, 60 anos atrás e aqui intepretada por João Donato e Paulo Moura. Uma preciosidade…

Quando a gente trata desse lance de disciplina, não tem como escapar de pensar nos países asiáticos. Mais propriamente na China que conhecemos superficialmente como aquele país onde mais de um bilhão de pessoas segue debaixo de um regime que mantém a disciplina com mão de ferro.

Mas a China foi o grande fiel da balança, que mudou a relação de forças do mundo no final do século passado. É a China com sua fome de crescimento e bilhões para alimentar que tem garantido ao mundo – e em especial ao Brasil – o crescimento nestes tempos bicudos. Mas afinal de contas, é pra admirar ou temer a China? Eu acho que depende da escolha que fizermos como país.

Por enquanto, dá medo…

Lá por 2005 escrevi um artigo, que vou usar agora e que chamei de Os Preçonhentos, no qual eu trato da ameaça de domínio industrial da China. Aquele artigo fez um grande sucesso, foi copiado pra todo lado e circula até hoje, agora já traduzido para o espanhol. Tá certo que a versão que circula por aí foi alterada por algum idiota que transformou o que era um grito de alerta numa mensagem nacionalista bocó. De qualquer forma, a idéia continua a mesma: a China dominará o mundo?

Meu artigo diz assim:

Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Um determinado produto do qual o Brasil fabrica um milhão de unidades por ano, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões… A qualidade já é equivalente e a velocidade de reação é impressionante.

Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas. Com preços que são uma fração dos praticados aqui.

Uma das fábricas chinesas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares.

Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo. Que acrescidos de impostos e benefícios, representam quase 600 dólares. Comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios. Hora extra? Na China? Esqueça.

O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego, que trabalha horas extras sabendo que nada vai receber. Essa é a armadilha chinesa. Que não é uma estratégia comercial, mas de poder. Os chineses estão tirando proveito da atitude dos marqueteiros ocidentais, que preferem terceirizar a produção e ficar com o que “agrega valor”: a marca.

Dificilmente você adquire nas grandes redes dos Estados Unidos um produto “made in USA”. É tudo “made in China”, com rótulos estadunidenses. Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas… Mesmo ao custo do fechamento de suas fábricas. É o que chamo de “estratégia preçonhenta”, que está envenenando nosso mercado ao acabar com o parque industrial brasileiro.

Que bom isso né? Você está ouvindo. no podcast, CHINA com Juarez Maciel e Grupo Muda. Essa é de autoria do próprio Juarez.

Os chineses estão aos poucos conquistando a fabricação de produtos, provocando o fechamento de milhares de fábricas no ocidente. Os empresários espertos não resistem a comprar dos chineses por centavos e vender por centenas. Não interessa mais nada, só o precinho chinês.

Os chineses sacaram o jogo… Deixam que as grandes potências mercadológicas fiquem com as marcas, o design. Os chineses se contentam só com a produção, desmantelando aos poucos os parques industriais ocidentais.

Em breve, por exemplo, não haverá mais fábricas de tênis pelo mundo. Só haverá na China, que então aumentará seus preços, produzindo um “choque da manufatura”, como foi o choque do petróleo nos anos 1970. E o mundo perceberá que reerguer suas fábricas terá um custo proibitivo. Perceberá que se tornou refém do dragão que ele mesmo alimentou. Dragão que aumentará ainda mais os preços, pois quem manda é ele, que tem fábricas, inventários e empregos… Uma inversão de jogo que terá o impacto de uma bomba atômica. Chinesa.

Nesse dia, os executivos “preçonhentos” tristemente olharão para os esqueletos de suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando bocha na esquina, para as sucatas de seus parques fabris desmontados. E lembrarão com saudades do tempo em que ganharam dinheiro comprando baratinho dos chineses e vendendo caro a seus conterrâneos. E então, entristecidos, abrirão suas marmitas e almoçarão suas marcas.

Xote do tintuereiro

Segunda feira,
Logo de manhã cedinho,
Vai lá em casa um baixinho,
E eu corro pra atender.
Eu abro a porta,
E ele todo prazenteiro,
Num sorriso vai dizendo,
(garantido nô)
Tintirero.
Segunda feira,
Logo de manhã cedinho,
Vai lá em casa um baixinho,
E eu corro pra atender.
Eu abro a porta,
E ele todo prazenteiro,
Num sorriso vai dizendo,
(garantido nô)
Tintirero.
Tem roupa, pá ravá ?
Não, não sinhor,
Tem carça, pá paçá ?
Não, não sinhor,
Camisa pá engomá ?
Não, não sinhor,
Tem mancha, pá tirá ?
Não, não sinhor.
Ele então logo agradece,
E seu caminho continua a seguir,
Eu então fico a pensar,
O que vou mandar lavar ?
Se não tenho o que vestir.
Ele então logo agradece,
E seu caminho continua a seguir,
Eu então fico a pensar,
O que vou mandar lavar ?
Se não tenho o que vestir.

Rararaa… Tava procurando referências de músicas que tratassem dos asiáticos e não pude resistir. Vou tocar aquii aqui o Xotis do Tintureiro, com a Dupla Ouro e Prata. Já usei essa no Café Brasil, mas não teve como resistir. Claro, eles falam de um japonês, mas essa é do tempo em que o que tínhamos de referência sobre os asiáticos no Brasil era mesmo a colônia japonesa.

A única forma de parar a China será a Revolução do Ipad, quando cada chinês achar que tem direito a um Ipad. Nesse dia, os 20 burocratas que tiranizam o país não resistirão aos bilhões de indignados. E então, obrigada a proporcionar ao povo acesso a confortos materiais e liberdade de escolha, a China capitalista verá seus custos subirem até o patamar real de competitividade e será obrigada a jogar o jogo comercial global em condições de igualdade com os demais países.

É claro que o Ipad deste comentário representa os confortos tecnológicos e liberdade individual comuns ao ocidente e que os chineses desconhecem.

Os recentes acontecimentos no Egito, Líbia e outros países do oriente médio originam-se em parte na “Revolução do Ipad”.

Quem conhece história sabe que grupos ideológicos manipulam a sede de mudança da garotada para promover o tal “mundo possível”, aquele que mata no presente para melhorar a vida num futuro que nunca chega.

O risco do nascimento de ditaduras extremistas piores do que as que estão caindo é muito grande. Exceto na China onde, em termos de liberdades individuais, pior que tá não pode ficá, como diria aquele ilustríssimo integrante da Comissão de Educação e Cultura da nossa Câmara dos Deputados.

Vou esperar pra ver. Enquanto sincronizo meu Ipod com meu Ipad.

Folk Chinês

Y? èr s?n sì
W?men d?u h?n kuàilè
N?men d?u h?n kuàilè
L?ob?n, q?ng g?i w? y?b?i k?f?i
Míngti?n w?men yào h?n kuàilè
Míngti?n w?men yào q?ng n?
N? zài n?l?
Míngti?n w?men yào kàn y?gè x?n de shìjiè

Inglês

One, two, three, four
We are all very happy
You are all very happy
Boss(bar-owner), please give me a cup of coffee
Tomorrow we should still be very happy
Tomorrow we will invite you (to a drink)
Where are you
Tomorrow we will see a new world

Português

Um, dois, três, quatro
Estamos todos muito felizes
Vocês são todos muito felizes
Boss (bar-proprietário), por favor me dê uma xícara de café
Amanhã ainda deve ser muito feliz
Amanhã vamos convidá-lo (com uma bebida)
Onde está você
Amanhã veremos um novo mundo

Ah, que delícia a voz de Rhaissa Bittar. Foi ela que você ouviu aqui, com seu FOLK CHINÊS. Rhaissa passou uma temporada na China, de onde trouxe algumas pérolas. Essa é uma delas. Rhaissa Bittar, sempre no Café Brasil!

José Leonardo Aita me escreveu, acho que foi em 2005 ou 2006:

“Hoje me deparei com uma notícia que me deixou particularmente frustrado.

Segundo analistas do setor, a China continua a sua marcha em direção ao objetivo de se tornar um grande exportador de componentes automotivos para os mercados mais desenvolvidos.

Hoje a China exporta cinco bilhões de dólares e em 2008 deve chegar a 30 bilhões.

Na China já é possível produzir qualquer tipo de componente automotivo. O governo chinês está aprovando uma lei que deverá forçar as grandes multinacionais do setor a abrir o know-how de seus produtos localmente. O que aconteceu com produtos de baixo valor agregado agora acontecerá em segmentos de maior valor… Como brasileiro, é deprimente ver que continuamos a marcar passo em setores onde poderíamos estar muito avançados a nível mundial… sem Lula ou com Lula…”.

Esse e-mail me fez lembrar de anos atrás, quando nosso mercado abriu-se para os chineses. A indústria têxtil, literalmente quebrou. Os produtos chineses eram mais baratos, tinham qualidade aceitável e chegavam às toneladas. Não tinha como competir! Quem não tinha condições, visão ou energia, sucumbiu e partiu para outra. Quem tinha condições, visão e energia, partiu para buscar soluções, modernizando os equipamentos e processos e atacando nichos que a simples importação de produtos chineses não podia atender.

Hoje, a despeito das deficiências que compõem o tal “custo Brasil”, temos outra vez uma indústria têxtil forte, produtiva e competitiva.

O problema, portanto, não é nossa capacidade de reagir aos desafios. O problema é nossa total incapacidade em antecipá-los. A velha mania de só colocar a trava na porta depois que ela foi arrombada…
No caso da ameaça chinesa para as autopeças, o mundo todo vem observando a rápida expansão dos chineses em vários setores. Vários países estão buscando saídas, flexibilizando leis, aperfeiçoando a infra-estrutura, abrindo canais para exportação.

Mas no Brasil…

Quando publiquei meu artigo OS PREÇONHENTOS, recebi um email de um Mexicano que está na Itália, mas que gosta muito do Brasil. Ele faz um levantamento dos problemas cruciais que nossa burocracia, incompetência e desonestidade, criam. E que favorecem os chineses. Mantive o texto original, aqui. Na verdade eu peguei um pedaço em que ele faz um depoimento de uma história que acontedeceu com ele. Do jeitinho que ele escreveu. O português dele é muito melhor que o meu espanhol… Dói ler, mas é a pura verdade… Quer ver?

Mantive o texto original, aqui. Na verdade eu peguei um pedaço em que ele faz um depoimento de uma história que acontedeceu com ele. Do jeitinho que ele escreveu. O português dele é muito melhor que o meu espanhol… Dói ler, mas é a pura verdade… Quer ver?

“Caro amigo Luciano, antes que nada queria respeitosamente te cumprimentar você e me apresentar.  Sou Rodolfo Torres, um mexicano que adora teu pais e que aposta muito no sucesso do Brasil. (por isso estou te contatando). Lei com muito interes as verdades do mail que foi repassado para mim por um amigo. Acredito que embora o que é colocado no texto sejam verdades ainda devem ser completadas por outra serie de verdades que é necessário ter em conta para conformar uma visão objetiva do assunto.

Então ele conta uma série de pontos que ele viu, que eu vou cortar porque não cabem no programa. O que me interessa é o que vem agora. Olha só.

A um ano atrás eu mesmo esteve na China visitando fabricas para fornecimento de produtos. A visão e muito similar ao descrito no mail: Grandes linhas de chineses trabalhando sem parar num processo eminentemente manual.  Os preços deles são imbatíveis…

A uns meses atrás de fato um amigo do México me ligou querendo que eu procurasse uma empresa brasileira para comprar pantufas fabricadas no pais e serem vendidas para o Wal-Mart no México (Falamos de muitas pantufas).  

Acontece que no México as importações de calçado chinês são punidas com una taxa de 1000%, e sabendo o meu compadre que o Brasil é um exportador premium de sapatos ele estava confiante de fazer negocio no país.   

A nossa surpresa foi que depois de fazer uma difícil procura por fornecedores e encontrar somente dois que podiam fornecer produto na mesma qualidade do Chinês, o governo brasileiro requeria uma complicada papelada burocrática para autorizar ao fornecedor exportar.  

Ainda pior, o custo do produto brasileiro foi cotado em US$10.00 por unidade sendo que na China custa pouco menos de US$1,00.  Evidentemente Luciano, a diferencia em custo não é mão de obra na China, na sua grande maioria são ineficiências de produtividade de nossos paises.   

O teu mail deveria ser tomado em conta pelos nossos governos para contra-atacar fazendo que nossas plantas produtivas fossem mais competitivas (laboral-tributario-financeiro). Se fosse assim posso assegurar a você que ainda mantendo prestações ao pessoal, a diferencia de custo embora existente, seria ainda bem competitiva e o Brasil estaria vendendo pantufas ao mundo tudo.

Respeitosamente. Rodolfo Torres.”

Olha aqui meu. Eu não sei o que você pensa, mas eu não tenho medo dos chineses. Tenho medo é de nós…

Dingue Li Bangue

Olha o Dingue li Dingue
Olha o Bangue li Bangue
Recompenso ê ê ê ê, recompenso ê

Um belo dia estava raiando uma nuvem branca me
aparecia
Eu só queria que Jesus me desse uma estrela branca
para ser o meu guia

Quem sabe, sabe tudo, quem não sabe, sabe nada
Quem dança, dança tudo, quem não dança nada
Quem toca, toca tudo, quem não toca, toca nada

Agora quero ver, quero ver a batucada

E é assim, ao som de DINGUE LI BANG, composição de J.D.San e MacDonys – eu to desconfiado que esses nomes aí são meio… se alguém descobrir a história dessa música, eu queria ouvir, sabe – eles fizeram um samba rock quando ainda não havia samba rock, nós vamos com esses som, saindo de mansinho, à chinesa. Essa música foi um grande sucesso de Wilson Simonal, que aqui você ouve também com Trio Mocotó, Simoninha, Max de Castro e Apollo 9.

Preste atenção nos chineses, meu caro. Temos muito a aprender com eles…

Com Lalá Moreira pilotando seus computadores chineses na técnica, Ciça Camargo brigando com seu computador chinês na produção e eu, Luciano Pires, com cara de chinês na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Leonardo Miranda, João Donato com Paulo Moura, Juarez Maciel com o Grupo Muda, Rhaissa Bittar, o amigo mexicano Rodolfo Torrer, Trio Mocotó, Max de Castro, Simoninha, Apollo 9, a dupla Ouro e Prata e é claro, Wilson Simonal.

Este é o Café Brasil, um programa que tenta tratar de assuntos diferentes e importantes, pra ver se consegue ajudar a desemburrecer o Brasil. Tem gente que acha que isso é arrogância. A gente acha que é cidadania… Venha pra cá: www.portalcafebrasil.com.br .

Pra terminar, outro provérbio chinês:

A língua resiste porque é mole os dentes cedem porque são duros.

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