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Luciano Pires -

Bom dia, boa tarde, boa noite! E daí, você é daqueles que são cheios de iniciativa, é? Mas e acabativa, você tem? Hehehe nunca ouviu falar em acabativa? Então vem pra cá que o Café Brasil de hoje é sobre esse tema: a capacidade de fazer acontecer, ou aquilo que os gurus de administração chamam de “execução”.

Pra começar, uma frase do engenheiro e escritor Joel Spolsky:

Idéias não valem muito. É a execução da idéia que tem valor.

O exemplar de meu livro NÓIS QUI INVERTEMO AS COISA desta semana vai para o Claudio Belloni, que escreveu assim:

“Comecei a ler seu livro “O Meu Everest” em 2007 e ainda não terminei. Não pretendo terminar de ler assim que comprar outro. Todos os que eu emprestei para alguns amigos, ninguém me devolveu. O último eu resolvi dar de presente mesmo, foi para um grande colega de trabalho que até o Peru subir o Everest dele.

O meu Everest ainda é o Morro do Açu, em Petrópolis, um Everest bem humilde, que até hoje não terminei. Então eu descobri com a sabedoria infinita das crianças outro dia o motivo de tudo isso.

Montava um quebra-cabeças com a minha filha de 8 anos. Coisa rara aqui em casa, com uma televisão em cada ambiente num apartamento de 60m2.

Ficamos craques, eu e ela. Comprei um de 5000 peças, um desafio… o último…na última peça eis que ela desmontou tudo. E simples assim me falou para começarmos tudo de novo… a alegria era não chegar ao fim. Percebi que nem tudo precisamos terminar.

Quem inventou a roda não pensou que ela um dia poderia estar numa Ferrari ou num Fusca. Não terminarei de ler o seu Everest, e nem tentarei chegar ao acampamento-base do verdadeiro Everest. Não terminarei esse texto de 3636 caracteres. Muito importante é começar e não desistir de começar todas as vezes que preciso. Grande Abraço”

Alô Claudio, que ótima reflexão! O importante é começar e não desistir de começar todas as vezes que for preciso. Isso mesmo, meu caro.

Mas hoje vamos complementar essa idéia, com uma visão sobre terminar o que começamos, sim senhor.

Olha só, o Claudio comentou e ganhou um livro. E você, quando vai sair da iniciativa do “pô, uma hora dessas tenho que escrever pro Café Brasil”? Pô, cara, parte pra acabativa!

Acabativa é um neologismo, uma palavra nova criada por alguém, não tenho certeza se foi pelo professor Stephen Kanitz. Ela indica a capacidade de fazer acontecer. Muitas vezes nos vemos presos na armadilha da iniciativa: começamos e não terminamos… Isso acontece com você? Pois é. O melhor é desenvolver um método para fazer acontecer.

“Método” vem do grego methodos, que quer dizer “caminho para chegar a um fim”. Ao tomar banho, por exemplo, você prende o cabelo da mesma forma, ensaboa primeiro uma parte do corpo, depois outra, e ao se enxugar segue uma rotina. É seu método.

É por meio de métodos (ou processos) que os objetivos estratégicos pessoais e das empresas são atingidos. Por exemplo, para perder peso os métodos podem ser: tomar remédios, fazer dietas ou praticar exercícios físicos. Para dar suporte a esses métodos, precisamos do conhecimento do médico, da nutricionista e do professor de educação física. E também, da tecnologia de aparelhos de ginástica, do tênis à esteira computadorizada.

Sem método, a chance é de não acontecer nada…

Como se não tivesse acontecido nada

Como se não tivesse acontecido nada
Como se não tivesse acontecido nada
Eles me olham
Como se não tivesse acontecido nada
Tudo que aconteceu
Nada
Soltei a fera que morava nos meus lábios
Como se não tivesse acontecido o medo
Na paz do quarto, boca aberta, riso solto
Como se houvesse amor e cor em cada canto
Eles me olham
Como se não tivesse acontecido o espanto
Como se não tivesse enlouquecido tudo
Como se não tivesse acontecido nada
Tudo que aconteceu, nada.
Nada.
Nada.
Dobrei as horas que faltavam em cada dia
Dobrei o sino na surdez dos teus ouvidos
Como se fosse o fim da dor em cada grito
Em cada beijo, em cada amor, em cada rosto
Eles me olham
Como se não tivesse acontecido o sono
Como se não tivesse adormecido tudo
Como se não tivesse acontecido nada
Tudo que aconteceu, nada.
Nada.
Nada.

Cara, você está ouvindo uma das figuras mais subestimadas da música popular brasileira: Maria Alcina. Natural de Cataguases, interior de Minas Gerais, Maria Alcina chegou ao Rio de Janeiro em 1970 e logo chamou a atenção pela voz rouca, gestual espalhafatoso e modo de vestir extravagante. Estourou em todo o Brasil a vencer o VII Festival Internacional da Canção, com uma apresentação apoteótica de “Fio Maravilha”, de Jorge Ben. Maria Alcina, ao lado dos Dzi Croquettes e Secos e Molhados, fez parte de uma revolução de costumes que influenciou o Brasil. Mas eram os anos de chumbo, e o espalhafato era perigoso. E Maria Alcina foi censurada, chegando a ser processada, o que interrompeu uma carreira que prometia ser bem sucedida. Maria Alcina conseguiu lançar mais um disco no final dos anos setenta, mas o estrago estava feito. De lá para cá gravou grandes compositores, participou de grandes momentos da MPB, tornou-se jurada de programa de calouros, mas nunca mais conseguiu mais encontrar o caminho, o que foi uma pena. Aqui você ouve uma gravação de 1974: COMO SE NÃO TIVESSE ACONTECIDO NADA, de Ricardo Guinsburg e Miguel Paiva. Maria Alcina, no Café Brasil.

Bom. Eu vou usar o lance de perder o peso, para falar de método.

Se dividirmos as providências necessárias para agir e perder peso, vamos acabar chegando a um método óbvio:

Primeiro tem que estar clara a necessidade de que TEMOS de perder peso. Se não estivermos convencidos, se não entendermos a razão de perder peso e os benefícios, não vamos nem começar. Portanto, a compreensão da inconveniência que precisa da ação vem em primeiro lugar.

Aí vem o mais importante: um prazo. Se você não tem uma data definida para atingir seu objetivo, tudo não passa de sonho. Datas transformam objetivos em metas. E então é possível fazer um plano de ação.

Em seguida temos que descobrir O QUE fazer: perguntando a quem tem ou teve a mesma inconveniência, lendo a respeito, consultando especialistas que dirão o que deve ser feito e até mesmo COMO fazer.

Depois, precisamos do conhecimento e da tecnologia para agir. Que dieta fazer? Temos grana pra pagar uma academia? Se não temos, dá pra fazer o exercício em casa? Onde aprender os exercícios?

Em seguida é preciso definir indicadores que mostrem que estamos no caminho certo: medir o peso todo dia? Fazer um exame de sangue periódico? Determinar a taxa de gordura e acompanhar?

Experimentar roupas antigas pra saber se servem? Quem já sentiu o prazer de subir numa balança e descobrir que está um quilo mais leve, sabe do que estou falando. A sensação de vitória desse indicador de sucesso – a balança – é que vai nos motivar a continuar seguindo o método.

Bem, não dá para escrever aqui um tratado, tem que ser aos poucos, mas acho que deu pra dar uma pista: para praticar a acabativa é conveniente desenvolver um método. Convencer-se de que algo tem que ser feito. Buscar conhecimento sobre o que fazer. Desenvolver as tecnologias necessárias para executar. E definir como medir o resultado.

Parece óbvio, não é? É óbvio.

Mas como é difícil fazer…

E então o Sylvio Ribeiro publica um saboroso artigo no www.pequenoguru.com.br.

Você está ouvindo ao fundo EM CORPO E ALMA, do gaúcho Juvenal Dal Castel, que eu ando curtindo por aqui.

É muito comum ouvir “ah, se eu tivesse começado antes” ou “se eu pudesse voltar no tempo…”. Bem, você não pode, mas pode parar de procrastinar e começar a fazer agora o que sempre quis. Ou se arrepender amanhã, daqui um ano ou dez.

Um artifício que uso pra avaliar o que devo começar agora e o que deixar pra depois é se, daqui a um ano, estarei arrependido se não o fizer.

Suzy Welch criou um ótimo método que batizou de 10-10-10, que ajuda na tomada de decisão ao responder: qual o impacto que isso terá na minha vida em 10 dias, 10 meses e 10 anos. Certamente, há mais coisas que você quer e precisa fazer do que consegue fazer. O tempo é curto e o mercado não espera ninguém. Então, é preciso definir prioridades.

Algumas são mais urgentes do que outras, algumas são mais difíceis outras mais fáceis, algumas são mais longas enquanto outras podem ser feitas rapidamente. Priorize!

Mas o que eu realmente quero enfatizar aqui é: faça o que você tem vontade! Faça o que sua intuição diz para você fazer, sem medo. A pior coisa que se pode fazer é não fazer nada. Aliás, não fazer nada é uma decisão – a pior de todas.  Tudo bem em pegar leve depois de terminar a faculdade ou deixar um cargo estressante, afinal você vai precisar de energia para fazer as coisas com entusiasmo, mas faça como os atletas: pare o suficiente para recuperar o fôlego e dar o seu melhor.

Em outras palavras, passe muito mais tempo dando duro do que pegando leve. Eu costumo dizer que eu não sofro de preguiça, mas de inércia. Quanto mais tempo fico sem fazer nada, mais eu quero ficar. Se me mantenho ativo, é muito mais fácil manter o ritmo.

Colocar os planos em ação pode ser complicado porque envolve riscos. Geralmente tem muita coisa em jogo, desde uma dificuldade financeira até vínculos emocionais a um lugar ou a pessoas. Se começar tem um preço a ser pago, não fazer nada também tem e esse é muito mais pesado do que a maioria das pessoas consegue pagar. Como em um financiamento, o preço final costuma ser maior que o inicial. Você já deve ter escutado essa frase: “se arrependa do que faz, não do que não faz”. Isso porque não há como se livrar do peso da dúvida: será que a minha vida seria melhor se eu tivesse tomado aquela decisão? Por outro lado, quando você faz e se dá mal, só lhe resta aprender a lição e seguir em frente.

Ficar no sofá de casa nunca rendeu a ninguém um bom emprego ou um casamento feliz. Tanto no contexto profissional quanto pessoal, a vida parece recompensar aqueles que estão sempre progredindo e colocando seus planos em ação. Ou seja, começando, fazendo coisas novas. A velha briga do retorno a curto e longo prazo: deixar algo para depois, pode significar HOJE tempo livre, economia, conforto, mas o real preço a ser pago AMANHÃ pode ser mediocridade, estresse, arrependimento.

Pare e pense: o preço que você terá que arcar no futuro irá compensar o fato de não ter feito nada (que gostaria) hoje?

Acontece

Esquece o nosso amor, vê se esquece.
Porque tudo na vida acontece
E acontece que eu já não sei mais amar.
Vai sofrer, vai chorar, e você não merece,
Mas isso acontece.
Acontece que o meu coração ficou frio
E o nosso ninho de amor está vazio.
Se eu ainda pudesse fingir que te amo,
Ah, se eu pudesse
Mas não posso, não devo fazê-lo,
Isso não acontece.

Ah, que delícia… Você está ouvindo um clássico de Cartola, ACONTECE, na voz sempre instigante de Maria Aparecida Guimarães Campiolo, mais conhecida como Cida Moreyra. Cida surgiu no final dos anos setenta na cena teatral paulistana. Seu primeiro espetáculo, Summertime, em homenagem a Janis Joplin rendeu o primeiro disco e é imperdível.  Cida Moreyra canta teatralmente, sabe como é? E canta aqui: no Café Brasil!

O quê? Você é daqueles que gosta de deixar as decisões difíceis para o futuro, é? Você prefere adiar as ações? Isso tem um nome: procrastinar, que tem um custo alto. Incomoda, dá estresse, sensação de culpa e perda de produtividade. E dá até vergonha em quem tem simancol.

Então saiba que “decisão futura” não existe! A gente só lida com decisões presentes, que são capazes de afetar nosso futuro. Quando chegar a hora da decisão futura, você estará no presente, sacou?

Procrastinadores esperam chegar o momento certo de decidir. Esperar pelo “momento certo” pode parecer prudência, e muitas vezes é. Mas na maioria das vezes é apenas uma forma de evitar insegurança e desconfortos, mantendo as coisas como estão. Se você esperar até que todas as objeções e dificuldades sejam vencidas, a possibilidade de nada acontecer é muito grande.

Olha lá a esteira elétrica que você comprou pagando uma fortuna e dizendo: quando eu tiver a esteira vou passar a fazer exercícios. Pois é. A esteira está lá, parada, e você continua achando desculpas pra não fazer os exercícios, não é?

Ah, como é que eu sei disso? Pô, é fácil! Eu também tenho uma esteira parada lá em casa…

E então encontro um artigo chamado “Pequenas regras para ação”, traduzido por Leo Babauta do original “The Little Rules of action” publicado no Zen Habits. São coisas simples e óbvias, mas que a gente sempre esqueçe…

Ao fundo vamos com LUGAR COMUM, do Gilberto Gil, com o piano sempre delicioso de Arthur Moreira Lima.

Hoje, eu gostaria humildemente de apresentar algumas pequenas regras da ação – apenas alguns lembretes, coisas que acho úteis, senso-comum, mas que às vezes não são “comuns” o suficiente.

1. Não pense demais
Geralmente, se você pensa demais, fica girando em círculos, ou seja, sem agir. Pensar um pouco é bom – ter uma boa noção de onde está indo e o porquê – mas não pense demais. Apenas faça.

2. Comece logo
Todo o planejamento do mundo não te levará a nenhum lugar. Você precisa dar o primeiro passo, não importa o quão pequeno ou instável seja. Minha regra para me motivar a correr é: Colocar o tênis e passar pela porta de casa. O resto acontece naturalmente.

3. Esqueça perfeição
Perfeccionismo é o inimigo da ação. Mate-o, imediatamente! Não deixe a perfeição o impedir você de fazer algo. Você pode tornar um péssimo rascunho em algo bom, mas você não pode tornar bom algo que não existe. Então vá em frente.

4. Não confunda movimento com ação
Engano comum. Não ter tempo para nada não significa que você está fazendo algo. Quando você perceber que está se movendo muito rápido, fazendo muitas coisas de uma vez só, é um bom sinal pra parar. Diminua a velocidade e concentre-se.

5. Concentre-se no que é importante
Livre-se das distrações. Pegue a coisa mais importante que você precisa fazer hoje e concentre-se nisso. Quando você tiver feito isso, repita o processo.

6. Devagar e conscientemente
Aja deliberadamente. Ações não precisam ser rápidas. Na verdade, isso geralmente leva a falhas, e embora perfeição não seja de fato necessária, cometer muitas falhas que podiam ser evitadas com um pouco de atenção também não é.

7. Dê passos pequenos
Colocar na boca mais do que você consegue mastigar leva à inatividade. Talvez porque você se engasgue. Não sei. Mas pequenos passos sempre funcionam. Pequenos buracos que irão eventualmente fazer o prédio ruir. E cada passo é uma vitória, que irá lhe levar às vitórias seguintes.

8. Pensamento negativo leva a lugar nenhum
Sério, pare de fazer isso. Acha que não é capaz? Tem vontade de desistir? Diz pra si mesmo que é normal se distrair e que pode terminar depois sem problemas? Mande esses pensamentos pra longe. Bom… você pode se distrair um pouco, mas você entendeu. Pensamento positivo (e o quão cafona isso possa parecer) realmente funciona. É papo de você consigo mesmo. O engraçado é que as coisas que dizemos para nós mesmos têm o curioso hábito de virar realidade.

9. Reunião não é ação
Este é um erro comum de gestão. Eles fazem reuniões para fazer as coisas. E reuniões, infelizmente, quase sempre ficam no meio da ação em si, atrapalhando.

10. Conversar (geralmente) não é agir
Ao menos que a ação que você precisa fazer seja uma apresentação, palestra ou algo do tipo. Ou que você seja um apresentador de TV. Geralmente, conversa é só conversa. Comunicação é necessária, mas não a confunda com ação de verdade

11. Planejar não é agir
Claro, você precisa de um plano. Faça e então estará ciente do que está fazendo. Mas faça rápido e ponha em prática o mais rápido ainda.

12. Ler não é agir
Você está lendo um artigo sobre ação, que irônico, eu sei. Mas que este seja o último. Agora meu.  vá trabalhar!

13. Às vezes, não agir é melhor
Esta pode ser a mais irônica coisa nesta lista, mas sério, se você achar que só está gastando cartucho ou que está se prejudicando mais do que ajudando, repense se esta ação é realmente necessária. Ou melhor, se fazer isso desde o começo é necessário. Apenas faça se for.

14. Esse aqui não tem nada a ver com o texto. Esse é por minha conta.
Ouvir podcast, também não é agir.

A gente fala um monte de coisas aqui, você ouve uma série de ideais, mas a preocupação é a seguinte: Meu! O que você vai fazer com essas idéias hein?

Gostou? Existem milhares de fórmulas, regras, truques e dicas pra quem quer fazer acontecer. E todos esses métodos funcionam, mas só funcionam se a pessoa que vai implementá-los levar a coisa a sério. É verdade, meu. No fim das contas, sair da iniciativa pra acabativa é responsabilidade sua! Pô meu, este programa tá com cara de auto ajuda…

Se tudo pode acontecer

Se tudo pode acontecer
Se pode acontecer qualquer coisa
Um deserto florescer
Uma nuvem cheia não chover
Pode alguém aparecer
E acontecer de ser você
Um cometa vir ao chão
Um relâmpago na escuridão
E a gente caminhando de mão dada de qualquer maneira
Eu quero que esse momento dure a vida inteira
E além da vida ainda de manhã no outro dia
Se for eu e você
Se assim acontecer. . .
Se tudo pode acontecer
Se pode acontecer qualquer coisa
Um deserto florescer
Uma nuvem cheia não chover
Pode alguém aparecer
E acontecer de ser você
Um cometa vir ao chão
Um relâmpago na escuridão
E a gente caminhando de mão dada de qualquer maneira
Eu quero que esse momento dure a vida inteira
E além da vida ainda de manhã no outro dia
Se for eu e você
Se assim acontecer. . .

E é assim, ao som de Rogéria Holtz e Zeca Baleiro com SE TUDO PODE ACONTECER de Arnaldo Antunes, Paulo Tatit, João Bandeira e Alice Ruiz que nosso Café Brasil das iniciativas e acabativas vai saindo de mansinho.

Como o ágil Lalá Moreira na técnica, a serelepe Ciça Camargo na produção e eu, o agitador Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Claudio Belloni, Maria Alcina, Juvenal Dal Castel, Cida Moreyra, Arthur Moreira Lima e Rogéria Holtz com Zeca Baleiro.

Gostou? Pois este é o Café Brasil, um programa ouvido por gente que faz acontecer, gente que sabe o que quer, formadora de opinião, consumidora de cultura e que gosta de partir pra acabativa. Tá bom, nem todos são assim, mas estão no caminho né? Junte-se a nós no www.portalcafebrasil.com.br

Pra terminar, uma frase do escritor espanhol Miguel de Cervantes:

Pela rua do “já vou”, chega-se à casa do nunca.