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Luciano Pires -

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. O que você faria se só te restasse um dia de vida, hein? Já pensou nisso? É tanta coisa, tanta escolha, que a gente acaba se perdendo. Quero propor essa reflexão no programa de hoje. Talvez você saia dela decidido a dar valor a certas coisas que deixou de lado, pois está muito ocupado trabalhando.

Posso entrar?
O podcast Café Brasil chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, você já sabe né, estão aí, a um clique de distância. www.facebook.com/itaucultural ewww.facebook.com/auditorioibirapuera.

E sabe quem ganhou o exemplar de meu livro NÓIS…QUI INVERTEMO AS COISA, acompanhado do kit DKT desta semana, hein? Ah, cara…Foi um lance muito especial.

É o seguinte, o pessoal do WeCast, um aplicativo para ouvir podcasts, 100% desenvolvido no Brasil primeiro para o IOS, sistema operacional da Apple, fez um programa de colaboração para arrecadar recursos para produzir a versão para o Android. Quem colaborasse ganharia alguns prêmios, e um deles era propor um tema para o Café Brasil. O programa de hoje então, vai ser assim: ele é feito com base num tema sugerido por Valdir Falcão, que escreveu pra gente assim, ó:

“Grande Luciano, prazer falar com você! Acompanho o Café Brasil desde 2009 (quando comprei um iPod que segue comigo até hoje). Mas indo direto ao ponto. Há um bom tempo eu sugeri esse tema uma vez nos comentários: “Memento Mori”, ou seja, explorar um pouco sobre nossa mortalidade e o fato de que a maior parte das pessoas simplesmente acha conveniente esquecer desse pequeno detalhe da nossa existência, desperdiçando a breve vida se preocupando com problemas que na verdade são insignificantes.”

Grande tema, Valdir. Eu vou tentar seguir essa linha hoje, mas como inspiração. Talvez eu bata na trave, viu. Mas, esse assunto aí, dá pra fazer um monte de programas. Eu vou voltar a ele, tá?

O Valdir ganhou um livro, um programa e um kit de produtos DKT com a marca Prudence! A DKT distribui a mais completa linha de preservativos e géis lubrificantes do Brasil, e também apoia diversas iniciativas de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis. E também no planejamento familiar! Acesse www.facebook.com/dktbrasil e conheça mais a respeito.

Então vamos lá? Na hora do amor, use PRUDENCE.

Num programa anterior da série sobre produtividade, usei um trecho de um famoso discurso de Steve Jobs lá na Universidade de Stanford em 2005. O discurso é dividido em três partes, vou usar aqui a última, quando ele diz que vai falar sobre a morte. Tem tudo a ver com o tema do programa de hoje. Relaxe e curta.

“Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir o seu coração.

Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.

Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. 

Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas – que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos dez anos para dizer. Significa dizer o seu adeus.

Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.

Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era apenas um conceito abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.

Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa eu ser tão dramático, mas isso é a verdade.

O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de outro alguém.

Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.

Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.

E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.

Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.

Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.

Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:

“Continue com fome, continue bobo.”

Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.

Obrigado.”

O Último Dia
Paulinho Moska
Billy Brandão

Meu amor
O que você faria se só te restasse um dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria

Ia manter sua agenda
De almoço, hora, apatia
Ou esperar os seus amigos
Na sua sala vazia

Meu amor
O que você faria se só te restasse um dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria

Corria prum shopping center
Ou para uma academia
Pra se esquecer que não dá tempo
Pro tempo que já se perdia

Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria

Andava pelado na chuva
Corria no meio da rua
Entrava de roupa no mar
Trepava sem camisinha

Meu amor
O que você faria?
O que você faria?

Abria a porta do hospício
Trancava a da delegacia
Dinamitava o meu carro
Parava o tráfego e ria

Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria

Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria
Me diz o que você faria
Me diz o que você faria…

Você está ouvindo O ÚLTIMO DIA de Paulinho Moska e Billy Brandão, com o próprio Paulinho Moska. Olha. Eu sugiro a você: procure essa música aí no youtube e presta atenção na letra que vale a pena!

Pois é. Eu pensei a princípio em fazer este programa imaginando coisas pra fazer se este fosse meu último dia, mas eu não vou por aí, não. Prefiro refletir sobre o que me arrependerei de não ter feito quando chegar o meu dia. E nada melhor do que refletir sobre as escolhas que tenho feito. Mas vou buscar ajuda. Algum tempo atrás assisti a uma palestra do sempre ótimo Prof. Clóvis de Barros Filho, na qual ele fala de felicidade e tristeza, o que tem tudo a ver com a reflexão sobre nossas escolhas para fazer com que a vida valha a pena. Não consigo explicar melhor que ele, então ouça:

(texto de Clóvis de Barros Filho)

Entendeu a sacada do Prof. Clovis, hein? Você tem que se colocar em situações as quais você torce para que não acabem. Quando isso acontecer, você está feliz e a vida vale a pena. Se chegar o último dia, você terá pouco do que se arrepender!

Final feliz
Nico Nicolaiewsky

Não chore nunca mais quando vier falar de amor
Eu quero teu sorriso, eu quero estar contigo agora

Não chore nunca mais quando vier falar de amor
Eu quero teu sorriso, eu quero estar contigo agora

Os ratos saltam fora a história segue adiante e lá vou
em busca de um final feliz
foi o que eu sempre quis
por isso não me mande embora

Olha só… o grande Nico Nicolaiewsky com FINAL FELIZ, que tal, hein? Quero seu sorriso, quero estar contigo agora!

Tempos atrás eu usei aqui no Café Brasil um texto que preciso repetir agora. Ele falava que uma vez, ao terminar uma de minhas palestras, uma garota me surpreendeu com uma frase:

– Luciano, sabe o que mais gostei na sua palestra? Foi perceber que você estava se divertindo!

Você já vivenciou isso, hein? Quando está lidando com uma pessoa que parece estar se divertindo com o que faz? Olhe uma criança brincando, por exemplo. Repare no nível de concentração dela, na entrega total àquele mundo por ela criado. Não é de dar inveja, hein? É claro que ela não quer que aquele momento acabe! Ela está feliz!

Pois eu aprendi a prestar muita atenção nisso. E até algum tempo atrás eu usava essa expressão “divertindo-se” para tratar do assunto. Até que eu tive a curiosidade de procurar um dicionário e descobrir que “diversão” quer dizer recreação, distração, entretenimento, o que não era bem o que eu pretendia dizer.

Parti então em busca da palavra perfeita. E achei “deleite”. Deleite, que quer dizer gozo íntimo e suave, prazer inteiro, pleno. Delícia. Agora, sim! Sempre que vejo um trabalho bem feito, que me passa um “algo mais” via intuição, uma sensação boa, eu concluo que alguém ali andou se deleitando. Alguém ali andou tendo prazer. E, acredite, esse deleite é contagioso. Ele passa pra gente, pelo brilho nos olhos, pela empolgação no falar, no gestual. E, mesmo que o interlocutor não esteja presente, funciona! É assim com as verdadeiras obras de arte. Sabe aquele quadro que você observa e “sente” que algo te toca? Aquela melodia que te emociona? Aquele poema que te massageia a alma? Aquele texto que te faz refletir? Pois é. Fique certo que alguém andou se deleitando enquanto produzia aquilo. E você foi contagiado. Percebeu?

Por outro lado, quando se perceber contagiado, dê uma boa observada em seu interlocutor. Veja se ele está mal humorado, azedo ou preocupado. Veja se ele está sério ou sereno. Nessa sua percepção estão as pistas e talvez você descubra que Oscar Wilde estava certo quando escreveu que “a seriedade é o único refúgio dos medíocres”.

A grande questão então é: você está se deleitando com o que faz? Deleita-se aí no ônibus? Atendendo a uma reclamação de um cliente? Servindo como caixa no supermercado?

Reunindo-se para discutir aquele problema? Ouvindo o rádio enquanto dirige? Corrigindo as provas dos seus alunos? Atendendo às solicitações de seus eleitores, hein?

Se não está se deleitando, você está com algum problema. Está torcendo para  que o tempo passe logo e esse momento acabe. Mas, você sabe, né: tempo é… vida. Você está torcendo para que esses minutos de vida passem logo. E eles farão uma baita falta quando for seu último dia…

A menos que você tenha todo o tempo do mundo pra esperar… até o fim.

Este programa foi feito para deixar uma, duas, dez pulgas atrás da sua orelha. Para você rever como está gastando seu tempo… a sua vida. Para tentar permanecer a maior parte do tempo naquelas atividades que você não quer que acabem. É assim que eu vou querer que seja quando chegar meu último dia.

Até o fim 
Renato e Seus Blue Caps

Você vai crescer (lá lá lá) 
E então verá (lá lá lá)
Como é bom sofrer (lá lá lá) 
Sofrer e amar (lá lá lá)
Se eu não sou seu bem (lá lá lá)
Porque é jovem pra mim (lá lá lá)

Refrão 
Eu te esperarei até o fim(até o fim)
Até o fim

O amor é assim (lá lá lá) 
Nos faz sofrer (lá lá lá)
Com você serei (lá lá lá) 
Capaz de morrer (lá lá lá)

Refrão

O tempo passa depressa querida
Então nós dois uniremos nossas vidas.

You won’t see me
Paul McCartney

When I call you up,
Your line’s engaged.
I have had enough,
So act your age.

We have lost the time
That was so hard to find
And I will lose my mind
If you won’t see me.
You won’t see me.

I don’t know why you
Should want to hide.
But I can’t get through.
My hands are tied.

I won’t want to stay.
I don’t have much to say
And I can turn away
And you won’t see me.
You won’t see me.

Time after time
You refuse to even listen.
I wouldn’t mind
If I knew what I was missing.

Though the days are few
They’re filled with tears.
And since I lost you,
It feels like years.

Yes, it seems so long,
Girl, since you’ve been gone
And I just can’t go on
If you won’t see me.
You won’t see me

Time after time
You refuse to even listen.
I wouldn’t mind
If I knew what I was missing,

Though the days are few
They’re filled with tears.
And since I lost you,
It feels like years.

Yes, it seems so long,
Girl, since you’ve been gone
And I just can’t go on
If you won’t see me.
You won’t see me.
Yeah.

E é assim então, ao som de ATÉ O FIM, versão de If You Won´t See Me dos Beatles, aqui com Renato e seus Blue Caps, que este Café Brasil que infelizmente tem que terminar, vai saindo de mansinho.

Com o feliz Lalá Moreira na técnica, a felicíssima Ciça Camargo na produção e eu, que quando entro neste estúdio não quero que acabe, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Valdir Falcão, a visita da Luciana Rosa, Steve Jobs, Clóvis de Barros Filho, Paulo Moska, Nico Nicolaiewisky e Renato e seus Blue Caps.

Ah! E antes que eu me esqueça e não vou esquecer, dê passadinha pela página da Pellegrino no Facebook, ali vale a pena. A Pellegrino é uma das maiores distribuidoras de auto e moto peças do Brasil, em sua página distribui conhecimento sobre carreira, gerenciamento, comunicação e outros temas legais, que tem tudo a ver com viver bem a vida. Acesse www.facebook.com/pellegrinodistribuidora.

Pellegrino distribuidora. Conte com a nossa gente.

Este é o Café Brasil, que chega a você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera.

De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha… www.portalcafebrasil.com.br.

E lembra, hein? Tem o WhatsApp pra comentar. É o 11 96789 8114. Vou repetir: 11 96789 8114. Tecle aí! Aliás, grave uma mensagem de voz, aí.

Para terminar, uma frase de Steve Jobs, é claro.

A cada dia que me olho no espelho pergunto: se hoje fosse o último dia de minha vida, eu gostaria de fazer o que farei? Se a resposta for “não” por muitos dias seguidos, eu sei que tenho que mudar alguma coisa.