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Luciano Pires -

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Hoje vamos tratar mais uma vez de cidadania, de eleições, de política, de votos! Por que será hein? Esse seu voto aí, ó…

Ci-da-da-ni-a, que tal?

Posso entrar?

O podcast Café Brasil chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera. Você já sabe né, eles estão aí, olha, a um clique de distância.www.facebook.com/itaucultural e www.facebook.com/auditorioibirapuera.

E o exemplar de meu livro NÓIS…QUI INVERTEMO AS COISA, acompanhado do apimentadíssimo kit DKT vai para….para…. o João Fernando de São Bernando do Campo, que comentou assim o programa PEDRA NO LAGO

(Comentário em áudio de João Fernando)

Então, João Fernando…conscientização do povo… Essa é a missão sem fim de quem, como nós, se interessa em mudar as coisas. Mas não tá fácil, viu?

Muito bem. O João Fernando ganhou um kit de produtos DKT com a marca Prudence! Você sabe né, os produtos Prudence são a mais completa linha de preservativos e géis lubrificantes do Brasil, distribuídos pela DKT. E ao adquirir um produto PRUDENCE você estará apoiando diversas iniciativas de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis e também de motivação ao planejamento familiar! Acesse www.facebook.com/dktbrasil e conheça mais a respeito.

Na hora do amor, atenção, Lalá e Ciça… como é que é? Na hora do amor, use…

PRUDENCE!!!

Hoje quero falar da minha, da sua, da nossa responsabilidade em acompanhar de perto quem elegemos para cuidar dos destinos da nossa cidade, do nosso estado, do nosso país. Os políticos… Vamos tratar do “depois das eleições”, hein?

O dono da gente
João Nogueira

Seu dono da gente
Aqui realmente não está mole não
Tá faltando feijão, tá faltando esperança
As minhas crianças
Não têm segurança nem dentro de casa
Só dá “treizoitão”, estão mandando brasa.

Seu dono da gente
O brasil tá querendo mais humanidade
Menos cartolagem, mais honestidade
E maior proteção ao que é nacional
O trem menos cheio, bem menos receio
Trabalho decente, remédio barato
Pra quem tá doente
A beca, o sapato e a cachanga ideal
Seu dono da gente
Um pouquinho disso já quebrava o galho
Não custava caro, nem dava trabalho
E deixava o país numa quase legal.

Começando muito bem ao som de João Nogueira com O DONO DA GENTE, vou para umas definições:

O Brasil é uma democracia.

Democracia significa “administrado pelo povo”. As primeiras democracias da antiguidade foram democracias diretas, mas com o pé quebrado… O exemplo mais marcante das primeiras democracias diretas é a de Atenas e de outras cidades gregas, nas quais o povo se reunia nas praças e ali tomava decisões políticas. Não é lindo? Todo mundo participando? Não é bem assim não, viu!

Na Grécia antiga o “povo” era composto por pessoas com título de cidadão ateniense.

Mulheres, escravos e mestiços não tinham direito a esse título, exclusivo para homens que fossem filhos e netos de atenienses. Por isso é que se costuma dizer que nunca houve uma democracia de verdade, o que é até compreensível. Imagine uma cidade, mesmo pequenina, com 1000 habitantes, tentando chegar a um consenso com a participação de toda a população… É o caos. Se você já participou de reuniões de condomínio sabe do que é que estou falando… Se chegar a um consenso entre 10 ou 12 pessoas é um parto, imagine com 1000. Ou um milhão!

Por isso surgiu a democracia indireta, ou república, o “sistema administrado por representantes escolhidos pelo povo. Uma re-pú-bli-ca.
Então vamos lá: Democracia direta é o sistema em que a sociedade é dirigida pelo povo. República ou democracia indireta é o sistema em que a sociedade é dirigida por representantes eleitos pelo povo.

Bem vindo à República Federativa do Brasil!

Ah, esse Altamiro Carrilho, viu…

República Federativa do Brasil!

Mas o que é que esse “federativa” está fazendo aí? Federativa vem de federação. Federação é um Estado soberano composto por diversas entidades territoriais autônomas dotadas de governo próprio.

Essas entidades territoriais autônomas, que no Brasil chamamos de estados, são autônomas por possuírem um conjunto de competências ou privilégios garantidos pela constituição, que não podem ser abolidos ou alterados de modo unilateral pelo governo central.

Então vamos traduzir República Federativa do Brasil? Pode ser assim: Conjunto de estados autônomos, reunidos num Estado Federal governado por representantes eleitos pelo povo. Muito prazer, Brasil.

Mas podia ser Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Índia, Malásia, México, Nigéria, Rússia, Suíça e até os Estados Unidos, que instituíram o federalismo moderno. Tá entendido então?

De novo: vivemos num regime político em que um conjunto de estados autônomos são reunidos num grande estado, o Brasil, que é governado por representantes eleitos pelo povo.

Você que está me ouvindo, quando comparece às eleições, escolhe a pessoa que vai representar você nesse governo. O ato de “votar” significa que você está dando à pessoa que você escolheu o direito de fazer as escolhas em seu nome. Você transfere a ela um direito que é seu. Você aí que votou no Tiririca para protestar contra tudo que está aí, por exemplo, transferiu para ele o poder de fazer escolhas em seu nome. Entendeu?

Quando você vota, você dá uma procuração para que seu candidato faça as escolhas em seu nome.

Eu não sei você mas, eu não dou procuração para qualquer um. Você dá?

Comicio de beco estreito
Jessier Quirino

“Pra se fazer um comício
Em tempo de eleição
Não carece de arrodei
Nem dinheiro muito não
Basta um F-4000
Ou qualquer mei caminhão
Entalado em beco estreito
E um bandeirado má feito
Cruzando em dez posição.

Um locutor tabacudo
De converseiro comprido
Uns alto-falante rouco
Que espalhe o alarido
Microfone com flanela
Ou vermelha ou amarela
Conforme a cor do partido.

Uma ganbiarra véa
Banguela no acender
Quatro faixa de bramante
Escrito qualquer dizer
Dois pistom e um taró
Pode até ficar melhor
Uma torcida pra torcer

Aí é subir pra riba
Meia dúzia de corruto
Quatro babão, cinco puta
Uns oito capanga bruto
E acunhar na promessa
E a pisadinha é essa:
Três promessa por minuto.

Anunciar a chegança
Do corruto ganhador
Pedir o “V” da vitória
Dos dedo dos eleitor
E mandar que os vira-lata
Do bojo da passeata
Traga o home no andor.

Protegendo o monossílabo
De dedada e beliscão
A cavalo na cacunda
Chega o dono da eleição
Faz boca de fechecler
E nesse qué-ré-qué-qué
Vez por outra um foguetão.

Com voz de vento encanado
Com os viva dos babão
É só dizer que é mentira
Sua fama de ladrão
Falar dos roubo dos home
E tá ganha a eleição.

E terminada a campanha
Faturada a votação
Foda-se povo, pistom
Foda-se caminhão
Promessa, meta e programa…
É só mergulhar na Brahma
E curtir a posição.

Sendo um cabra despachudo
De politiquice quente
Batedorzão de carteira
Vigaristão competente
É só mandar pros otário
A foto num calendário
Bem família, bem decente:

Ele, um diabo sério, honrado
Ela, uma diaba influente
Bem vestido e bem posado
Até parecendo gente
Carregando a tiracolo
Sem pose, sem protocolo
Um diabozinho inocente”.

Que tal? COMÍCIO DE BECO ESTREITO, do grande Jessier Quirino. Alguma semelhança com o que se vê por aí?

Voltemos então à trilha sonora com o clássico brasileirinho de Waldir Azevedo, aqui com o multi instrumentista Everton Luiz… Olha: vale a pena vocÊ entrar no youtube e botar lá Everton Luiz Brasileirinho.

Bem, sobre a questão “do que podemos fazer”, depois das eleições, primeiro vamos ao comentário do João Fernandes que abriu este programa: começa pela seleção das pessoas que nós vamos escolher, não é? E isso exige algum esforço, como a conhecida do João que estabeleceu alguns parâmetros básicos, como escolaridade, desempenho anterior, patrimônio declarado, quem apoia o candidato, etc, etc, etc. Todas essas informações hoje estão disponíveis na internet, não tem mais segredo. Com esses parâmetros estabelecidos, ela reduziu a lista de milhares de candidatos a deputado federal, por exemplo, a uma centena. É assim que começa: fazendo o seu trabalho de casa, de estudar e selecionar conforme as coisas que você julga importantes. Só aí já começa um trabalho importante de limpeza.

A internet é a mais valiosa ferramenta e já se tornou o pesadelo da vida dos políticos, eleitos!!. Além dos sites que mostram informações sobre os políticos, vários aplicativos para smartphones e tablets ajudam os eleitores no acompanhamento das propostas dos candidatos que saírem vitoriosos das urnas.

O aplicativo “Eu, Eleitor”, por exemplo, vem para ajudar a memória política do eleitor. O primeiro passo é registrar em quem você votou e acessar as atualizações do aplicativo que serão feitas até as próximas eleições. O aplicativo integra informações de pelo menos quatro entidades: o Instituto Brasil Verdade, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral Estadual de SP, o Movimento do Ministério Público Democrático e o Pensamento Nacional das Bases Empresariais.

Se você não lembra em quem votou, o aplicativo Eu Eleitor vai manter a memória viva e mostrar o que o seu candidato eleito anda fazendo…

Outro aplicativo é o “Política de Boteco”, que faz uma espécie de simulação em que os brasileiros podem “votar” nos projetos de lei mais polêmicos a fim de fazê-los participar de discussões políticas que afetam os rumos do Brasil.

Com a temática de fiscalização, surgem aplicativos ancorados por entidades como o Movimento Contra Corrupção Eleitoral e Observatórios de Transparência como “Ficha Limpa” e o estadual “Eleições SP”.

E tem aplicativos em que os eleitores podem dar a sua opinião, como é o caso do “Voto e Veto”, onde é possível vetar ou votar em um banco de dados com as propostas dos candidatos avaliando os candidatos pelos planos de governo.

O “Fala Candidato”, outro aplicativo, permite que o usuário envie mensagens para os políticos que concorrem aos cargos desta eleição, mas não há garantia de resposta deles.

Bem, a internet é pura evolução. Com certeza a cada dia aparecem novas ferramentas que permitirão que, quem quiser, acompanhe de perto seu candidato e tenha condições de chutá-lo pra fora nas próximas eleições, fazendo valer seu voto.

E tirando a procuração da mão do bandido.

A outra forma de participação popular é o que eu chamo de “ação ativa”. Pode parecer um pleonasmo, não é? É, mas nestes tempos de internet tem muito de “ação passiva”, o sujeito que manifesta sua contrariedade no Facebook ou no Twitter e pronto! Fica por isso mesmo…

É necessário mais que isso. É necessário agir!

Deixa eu contar uma historinha do Paraguai aqui. Em 2013, o senador Paraguaio Victor Bogado foi acusado de contratar Gabriela Quintana como babá, recebendo salário mensal equivalente a R$ 8.200.

Metade do valor saía da folha de pagamentos do Legislativo e metade do caixa da Itaipu Binacional, cujo controle é partilhado entre as empresas estatais de energia Eletrobras e Andes.

Gabriela passou a ser conhecida como a “babá de ouro” do senador paraguaio. Quando o Ministério Público decidiu processar o senador, 23 de seus 45 colegas votaram contra a retirada da imunidade parlamentar, o que causou indignação nacional. E a reação popular foi ótima: foi o ostracismo social.

Diversas empresas publicaram anúncios pedindo a renúncia dos 23 senadores que confundiam imunidade com impunidade, e cartazes com seus nomes foram afixados na entrada de postos de gasolina, shopping centers e cinemas, informando que não eram bem vindos. As senadoras Blanca Fonseca e Zulma Gómez foram impedidas de entrar em restaurantes e o senador Óscar Daher foi expulso de uma pizzaria aos gritos de “fora ladrão”.

Até os táxis aderiram! Em Santa Catarina, onde os políticos paraguaios costumam passar as férias de verão, alguns hotéis expuseram cartazes com os dizeres: “Os 23 não são bem vindos.”

A pressão foi tanta que os senadores voltaram atrás e autorizaram o processo contra o criador da “babá de ouro”.

Viu que genial, hein? “Ostracismo social”, sem precisar botar fogo em ônibus, sem ter que sair na porrada com a polícia, sem invadir prédios públicos…. apenas a reação legítima da sociedade contra quem não demonstra dignidade no exercício de seu mandato, chamando-os pelos nomes que eles têm.

Se não em engano em 2006 participei do programa da Hebe Camargo, e dei um exemplo de uma “ação ativa” no estilo da paraguaia… Ouça:

(Áudio de Luciano Pires no programa Hebe Camargo)

Então. Contei aquela história do Paraguai numa de minhas palestras e a reação que ouvi de várias pessoas foi a esperada: “No Brasil isso não dá certo. Ninguém vai se importar.”

Ninguém vai se importar…

No país do “tudo bem se me convém”, do “jeitinho”, onde é normal, esperado e até tolerado que pessoas eleitas – as “otoridades” – metam a mão no dinheiro público, parece que estamos inertes, reféns de um conformismo. E quando alguma reação aparece, é sempre contra entidades inimputáveis, contra o capitalismo, contra o imperialismo, contra a injustiça, contra alguns maus que nunca têm nome nem rosto. Ou cara.

Não funciona.

Lá vem o Brasil descendo a ladeira
Pepeu Gomes
Moraes Moreira

Quem desce do morro
Não morre no asfalto
Lá vem o Brasil descendo a ladeira
Na bola, no samba, na sola, no salto
Lá vem o Brasil descendo a ladeira
Na sua escola é a passista primeira
Lá vem o Brasil descendo a ladeira
No equilíbrio da lata não é brincadeira
Lá vem o Brasil descendo a ladeira

E toda cidade que andava quieta
Naquela madruga acordou mais cedo
Arriscando um verso, gritou o poeta
Respondeu o povo num samba sem medo
Enquanto a mulata em pleno movimento
Com tanta cadência descia a ladeira
A todos mostrava naquele momento
A força que tem a mulher brasileira

Muito bem, é assim então, ao som de LÁ VEM O BRASIL DESCENDO A LADEIRA, de Pepu Gomes e Moraes Moreira com a Baby Consuelo que vamos arrumando as malas por aqui.

Está dito então? Se queremos botar ordem na bagunça, temos que apontar os responsáveis, dizer seus nomes em voz alta, pregar um cartaz com suas fotos na porta de entrada, chamá-los pelo que são de verdade: ladrões, oportunistas, aproveitadores, desonestos.

Ostracismo social é o nome do jogo. Até para quem não tem vergonha.

Vamos lá, Ciça e Lalá, comigo, vai: “corrupto…corrupto…corrupto…”

Com o desorientado Lalá Moreira na técnica, a ensandecida Ciça Camargo na produção e eu, que não passo procuração nem pra bandido nem pra oportunista, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte João Fernando, João Nogueira, Altamiro Carrilho, Baby Consuelo, Jessier Qurino e Everton Luiz.

E não esqueça, hein! A Pellegrino, que é uma das maiores distribuidoras de auto e moto peças do Brasil, distribui também conhecimento sobre carreira e gestão. Acessefacebook.com/pellegrinodistribuidora e experimente.

Pellegrino distribuidora. Conte com a nossa gente.

Este é o Café Brasil, que chega a você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera.

De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha… www.portalcafebrasil.com.br.

E agora tem WhatSapp pra comentar!!! É o 11 96789 8114. Repetindo: 11 96789 8114. Mandei uma mensagem de voz aí!

E pra terminar, uma frase do ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt:

O voto é como um rifle: sua utilidade depende do caráter de quem o usa.