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Luciano Pires -

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Acabamos de sair da mais disputada eleição presidencial da qual tenho memória. Foi intensa, cheia de paixões, golpes baixos, ataques… Uma campanha de desconstrução, baseada no negativo. Péssima para o Brasil, mas fazer o quê, hein? Seu candidato ganhou ou perdeu? O meu perdeu.E este programa vai discutir o “e agora, hein?”.

Posso entrar?

O podcast Café Brasil chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí, a um clique de distância. www.facebook.com/itaucultural e www.facebook.com/auditorioibirapuera.

E quem ganhou um exemplar de meu livro NÓIS…QUI INVERTEMO AS COISA e um kit DKT foi, atenção… foi… o Mauro, lá de Belzonte, que mandou um comentário assim:

(Comentário do Mauro)

Rararaa… Boa Mauro! Eu também fiquei pê da vida mas, já passou, viu?

Muito bem. O Mauro ganhou um kit de produtos DKT com a marca Prudence! Você sabe que os produtos Prudence são a mais completa linha de preservativos e géis lubrificantes do Brasil, distribuídos pela DKT, não é? A DKT apoia diversas iniciativas de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis. E também iniciativas relacionadas ao planejamento familiar! Acesse www.facebook.com/dktbrasil  e conheça mais a respeito.

Na hora do amor, como é? Use PRUDENCE.

Tô P da vida

Afonso Nigro

Tô P da vida

Tô vendo a gente tão pra baixo

Num baixo astral, num cambalacho

E muito pouco amor à vida

Tô P da vida

E o mundo em volta da ferida

Em transes loucos, transas nossas

De mãos atadas vistas grossas

É muito pouco amor à vida

Tô P da vida

Tão pondo fogo no planeta

E quem não tá vira careta

A fina flor do preconceito

De cor, de raça, de sujeito

Isso tem jeito! Isso tem jeito!

We Are the World lá nas paradas

E gerações desperdiçadas

Em tantas lutas sem sentido

Fecha as cortinas do passado

Mundo grilado, dolorido

Que se conforma

Tô P da vida

Lances, jogadas ensaiadas

Nas mesas das Nações Unidas

Azucrinando nossas vidas

Jogos de dados combinados

Dados marcados

Tô P da vida

Mas não me sinto derrotado

Não tem gatilho, nem cruzado

Que vai me pôr nocauteado

A esperança é uma música

Canta essa música, nossa música, é nossa música…

 Tô P da vida

Olhando a gente tão pra baixo

Num baixo astral, num cambalacho

E muito pouco amor à vida

Tô P da vida

Mas isso quase não é nada

Tem que enfrentar essa parada

E tem que pôr a mão na terra

Eu tô na guerra pela vida

Só pela vida

Viva a vida! Viva a vida!

Putz… mas não é que a música do Afonso Nigro com o Dominó tem tudo a ver, hein? E você? Tá pê da vida?

Bem, não deve ser surpresa para ninguém que meu candidato nas últimas eleições para presidente foi Aécio Neves. Explicitei meu voto e minhas razões logo no começo de setembro, num texto no Facebook que teve imensa repercussão. Foram 26.600 curtidas, 40 mil compartilhamentos e 5.500 comentários.

Naquele texto eu explicava que meu imperativo categórico era tirar o PT do poder, o que significa que a decisão tomada mais de um mês antes das eleições era que, num eventual segundo turno Dilma e mais um, meu voto seria do mais um, não importa quem fosse.

E fiz a pergunta provocadora:- Luciano, mas que obsessão é essa contra o PT?

Bom, eu tomei contato com o DNA do PT em 1979, antes mesmo do partido nascer. Naquela época eu estava no movimento estudantil em São Paulo, participando de passeatas pela volta do irmão do Henfil, pela anistia ampla, geral e irrestrita. Correndo das bombas de gás e do cassetete do coronel Erasmo Dias.

Participei de algumas “plenárias” com presença de representantes de sindicatos, inclusive dos metalúrgicos. Minha antipatia nasceu quando percebi que a tal “política sindical” resumia-se a uma frase:- Ah, você não concorda com nossos argumentos? Não tem problema, vamos quebrar seu braço. Ali percebi a truculência, o vale tudo, o “tudo bem se me convém” do DNA sindical do PT e que se revelou na plenitude (embora exista quem não consiga enxergar) assim que o partido assumiu o poder. E que ficou exposto na truculência da campanha presidencial que acabamos de presenciar.

No mesmo texto eu explicava minha opção pelo PSDB, lamentando que o partido, com sua social democracia esculhambada, fosse um partido de esquerda, curiosamente com uma profunda dificuldade de falar ao povo. O PSDB é um saco de gatos, um partido repleto de inimigos internos que se fingem de amigos, preocupado em parecer certinho, bonitinho, bonzinho, e certamente com rabo preso em maracutaias como todos os outros partidos. Não tem santos. Só essa pode ser a explicação para sua frouxidão ao não botar a boca no trombone cumprindo o papel de oposição que deveria ter aprendido com o PT. É um ajuntamento político e, analisando seu comportamento eleitoral, posso recitar sem medo uma frase que adoro: “Ninguém é tão burro quanto a soma de todos nós.”

Os tucanos são péssimos em comunicação, o que seria resolvido se contratassem o marqueteiro do PT para aprender a explicar para o povo o que fizeram e o que ainda precisa ser feito. Mas no segundo turno era o PSDB a opção para a mudança. Por isso Aécio foi meu candidato.

Na sexta feira antes do segundo turno, publiquei no Facebook uma espécie de carta aberta a Aécio, dizendo assim:

Seu Aécio, hoje é o último dia útil antes da eleição de domingo. À noite teremos o derradeiro debate, mas não tenho muita expectativa além de mais uma troca de acusações, agora engrossada pelas revelações dos últimos dias. Como já sei as respostas, estou propenso a tirar o som da televisão e apenas observar as caras e bocas dos candidatos. Eu entendo que assim ficarei menos nervoso e darei boas risadas. Desde setembro deixei meu voto claro nesta página em favor do senhor, posição que apenas reforcei enquanto assistia a mais suja, sórdida e mentirosa campanha eleitoral da qual tenho memória.

Meu voto é seu por uma infinidade de razões que não pretendo repetir aqui, mas basicamente pela expectativa de que teremos mudanças. Assumi um risco, coloquei minha cara à tapa, defendi o senhor e apostei numa proposta que acredito ser a melhor para o Brasil. Ao explicitar o meu voto perdi centenas de curtidores que ou deixaram de curtir a página ou foram bloqueados por falta de educação em seus comentários. Vários me escreveram decepcionados com minha escolha, outros saíram por aí falando mal de mim, alguns simplesmente me deletaram de suas vidas. Acho que perdi também alguns trabalhos… mas, eu acredito que valeu a pena.

Fiz questão de me manter fiel a meus princípios e credos: acredito que a sociedade não pode viver fora da lei. Que a ordem é o melhor clima possível para o respeito aos direitos individuais e coletivos. Que os fins não justificam os meios. Que a anarquia, o desrespeito à autoridade constituída e a promoção da indisciplina social não são demonstrações de espírito democrático. Que o governo não deve se intrometer na vida das pessoas, a não ser na regulamentação de algumas – eu disse algumas – atividades que precisam de um balizamento. Acredito na iniciativa individual, nas privatizações, na democracia representativa, na propriedade privada.

Acredito que toda violação da ordem jurídica é um ataque aos ideais democráticos. Acredito na primazia da lei sobre a vontade das pessoas ou os interesses de grupo. Abomino a pregação ideológica nas escolas, a militância partidária na imprensa e a intolerância aos que pensam diferente. Acredito na liberdade individual. Acredito em não fazer aos outros o que não quero que façam a mim. Acredito no respeito às opiniões e no direito das pessoas fazerem suas escolhas pessoais. Quero, enfim, um Brasil melhor, e isso é impossível de ser obtido com base na mentira, na falsidade, na desonestidade, na desmoralização das instituições e pregação da cizânia que caracterizaram os governos dos últimos 12 anos.

O senhor tem meu voto de confiança. Seu partido, o PSDB, aquele saco de gatos de viés esquerdista, não tem a minha simpatia, mas na escolha do domingo é certamente o que menos representa riscos ao país. Não tenho nenhuma dúvida de que será impossível o senhor implementar todas as mudanças que queremos, mas a simples interrupção daquele trololó incompetente e mentiroso que vem ocorrendo no Brasil há pelo menos 12 anos, já representará um ganho expressivo para o país. Também não tenho dúvida de que para governar o senhor terá que aceitar a companhia de certas figuras às quais eu não daria meu cachorro para passear. Mas parece que tem que ser assim, não é, infelizmente.

Espero que, ao pisar na lama, o senhor não se deixe contaminar por ela. Domingo votarei 45, com vontade, com confiança, pela liberdade, pelo Brasil. Se sua adversária vencer, estarei de volta aqui no jogo democrático, retomando a luta que será certamente mais difícil, perigosa e cansativa. Mas estarei aqui. Se o senhor vencer, comemorarei discretamente e ficarei de olho.

Sou pequenino, desconhecido, sem poder e sem muita expressão nas mídias, mas seus bons atos na presidência ampliarão minha disposição de colaborar com o que for possível para transformar o Brasil num país melhor, mais justo, transparente e respeitoso para com seu povo. Apena faço um pedido, quase súplica: não traia minha confiança, candidato. Se isso acontecer, farei questão de me transformar no seu pior pesadelo. E acho que trarei um montão de gente comigo. Boa sorte, seu Aécio.

Pois é. Não deu. E na segunda feira, pós eleição, publiquei outro texto no Facebook, dizendo assim:

Meu candidato foi derrotado nas eleições para presidente. Foi um baque, foi triste, decepcionante mas não, não estou de luto. O país continua em movimento, mais devagar e por caminhos mais tortuosos e acidentados, mas continua.

Costumo dizer que o Brasil é como um transatlântico que um dia recebeu um impulso, a massa é tão grande que ele simplesmente se desloca, não tem como parar, a menos que surja um iceberg em sua frente o que, apesar dos esforços de uns aí, ainda não aconteceu.

Dilma foi eleita com 54.501.118 de votos e a soma dos que votaram em Aécio, mais votos nulos, brancos e abstenções foi 83.100.453. Ou seja, quase 2/3 dos governados por Dilma não votaram nela. O país está, sim, dividido e vamos ter que lidar com essa realidade. Mas, e agora, hein?

Você também não votou em Dilma e está frustrado com o resultado das eleições? É compreensível… Mas além do chororô, dá pra fazer o que, hein?

Raciocine comigo: saímos deste processo eleitoral mais maduros, parece que aquele conformismo brasileiro ficou para trás. Muita, mas muita gente mesmo está discutindo política. Vi jovens que não davam a menor bola para o tema fazendo perguntas e se interessando. Em meio a todo o lixo, vi milhares de posts interessantes nas mídias sociais, com opiniões legais e questões pertinentes, gerando discussões necessárias.

Nos últimos meses vi surgirem várias pessoas escrevendo em jornais, revistas, em livros e na internet, com ideias muito diferentes do pensamento jurássico da esquerda que domina o país desde os anos 60. Essa leva de gente “opiniática” traz argumentos que estão ajudando a amadurecer a consciência política do país.

Ah, nessas horas nada como uma boa viola caipira, não é? Você ouve Marco Padula, com o instrumental de Tocando em frente. Muito apropriado…

Também nos últimos meses consumi boa parte de meu tempo escrevendo sobre política, manifestando minha opinião, entrando em conflito com gente que pensa diferente de mim e preocupado com os rumos do país.

Fiquei mais rígido com meus filtros, selecionando o que ouço, leio e assisto. Não achei meu tempo no lixo e estou valorizando ao máximo. E esta também foi a eleição em que as mídias sociais atingiram a maturidade como processo.

Podemos discutir o conteúdo que está sendo divulgado por elas, mas isso tem mais a ver com quem deixamos frequentar nossos canais. Se tem algum idiota incomodando você, a culpa é sua. Aproveite este momento para uma grande faxina.

Comecei pelo Facebook, apagando comentários e bloqueando idiotas, como nunca antes neste país. E, acredite, já deu para sentir a diferença, como se o ar ficasse mais puro. Antes da crise econômica ou política, vivemos no Brasil uma profunda crise moral e, sinceramente, não vejo em Dilma Rousseff e cia. condições de reverter esse quadro, especialmente depois da campanha suja que fizeram. Eles vêm aí, com mais sede de sangue, pode acreditar. É essa a natureza deles e alguém tem que pará-los. Continuo preocupado, sim, mas sigo uma velha máxima: não sofro por antecedência nem por subsequência. Sofro no momento e deu! Perdeu? Perdeu. Como nada posso fazer para mudar o resultado da eleição, agora é trabalhar para mudar o futuro.

Saí destas eleições mais maduro, mais experiente para lidar com as mentiras, mais ciente de quem são os manipuladores e oportunistas, mais consciente de meu papel na mudança da sociedade, com mais vontade ainda de fazer a diferença. Então mãos à obra. Não há tempo para chororô, mimimi e nhém nhém nhém, temos que desviar dos icebergs.

Posso entrar?

Volta por cima

Paulo Vanzolini

Chorei, não procurei esconder

Todos viram, fingiram

Pena de mim, não precisava

Ali onde eu chorei

Qualquer um chorava

Dar a volta por cima que eu dei

Quero ver quem dava

Um homem de moral não fica no chão

Nem quer que mulher

Venha lhe dar a mão

Reconhece a queda e não desanima

Levanta, sacode a poeira

E dá a volta por cima

Você ouve um clássico da música popular brasileira: VOLTA POR CIMA, de Paulo Vanzolini, aqui na voz de Ventura Ramirez, cantor, compositor e violonista paulista que fez parte dos Demônios da Garoa.

Muito bem. Passadas mais de duas semanas das eleições, os nervos continuam à flor da pele. Acredite: eu torço imensamente para que o Brasil continue sendo maior que o buraco. Eu acho que é, viu? No final sairemos todos desta.

E se você, como eu, viu seu candidato perder, tem algumas escolhas para o comportamento futuro, vamos a elas: Lalá, por favor, mude a música! Muito bem. Você pode:

SE FAZER DE VÍTIMA: permanecer frustrado, broxado, desencorajado, com vontade de largar tudo e ir embora daqui, afinal de contas pra quê lutar?

Pode também SE SENTIR ULTRAJADO: puto da vida, xingando tudo e todos, canalizando sua energia para os culpados pelo resultado adverso, vivendo dias de amargura e desmotivação.

E por fim, você pode TOCAR EM FRENTE: botar o desapontamento e a frustração para trás, sair da situação de depressão para a de definição do que fazer a respeito. Essas três opções consomem energia mental e física, contaminam quem está perto de você e definem como será o seu amanhã. Você tem alguma dúvida sobre qual atitude escolher? Eu não.

Tocando em Frente

Almir Sater

Renato Teixeira

Ando devagar

Porque já tive pressa

E levo esse sorriso

Porque já chorei demais

 Hoje me sinto mais forte

Mais feliz, quem sabe

Só levo a certeza

De que muito pouco sei

Ou nada sei

Conhecer as manhas

E as manhãs

O sabor das massas

E das maçãs

É preciso amor

Pra poder pulsar

É preciso paz pra poder sorrir

É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida

Seja simplesmente

Compreender a marcha

E ir tocando em frente

Como um velho boiadeiro

Levando a boiada

Eu vou tocando os dias

Pela longa estrada, eu vou

Estrada eu sou

Conhecer as manhas

E as manhãs

O sabor das massas

E das maçãs

É preciso amor

Pra poder pulsar

É preciso paz pra poder sorrir

É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia

Todo mundo chora

Um dia a gente chega

E no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história

Cada ser em si

Carrega o dom de ser capaz

E ser feliz

Conhecer as manhas

E as manhãs

O sabor das massas

E das maçãs

 É preciso amor

Pra poder pulsar

É preciso paz pra poder sorrir

É preciso a chuva para florir

Ando devagar

Porque já tive pressa

E levo esse sorriso

Porque já chorei demais

Cada um de nós compõe a sua história

Cada ser em si

Carrega o dom de ser capaz

E ser feliz

E é assim então, ao som de TOCANDO EM FRENTE, o maravilhoso clássico de Renato Teixeira e Almir Sater, aqui com Sérgio Reis e filhos, que vamos calçando as chuteiras por aqui.

Com o satisfeito Lalá Moreira na técnica, a sorridente Ciça Camargo na produção e eu, que tomo a porrada, perco a batalha mas toco em frente, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Mauro, o grupo Dominó, Ventura Ramirez, Marco Padula e Sérgio Reis com seus filhos.

E você, hein? Já deu sua passadinha pela página da Pellegrino no Facebook? A Pellegrino é uma das maiores distribuidoras de auto e moto peças do Brasil, em em sua página distribui conhecimento sobre carreira, gestão, comunicação e outros temas legais, que tem tudo a ver com produtividade. Acesse www.facebook.com/pellegrinodistribuidora e experimente.

Pellegrino distribuidora. Conte com a nossa gente.

Este é o Café Brasil, que chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera.

De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha no novo, novíssimo, recém lançado, www.portalcafebrasil.com.br.

E faça como o Mauro. Mande um WhatSapp pra gente com o seu comentário. É no 11 96789 8114. Vou repetir: 11 96789 8114.

Para terminar, uma frase, sabe de quem? De Jean de la Fontaine:

Paciência e tempo dão mais resultado que força e raiva.