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Café Brasil 431 – No toca fitas do meu carro – Postmodern Jukebox

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Luciano Pires -

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Às vezes descubro umas preciosidades que acabam tomando conta do toca fitas do meu carro… e dão nisto aqui. Mais um daqueles programas musicais, desta vez apresentando uma banda que talvez você não conheça, mas que tem ocupado um bom bocado do meu tempo livre. Prepare-se.

Posso entrar?

O podcast Café Brasil chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí, a um clique de distância www.facebook.com/itaucultural e www.facebook.com/auditorioibirapuera.

E o exemplar de meu livro NÓIS…QUI INVERTEMO AS COISA, acompanhado do apimentadíssimo kit DKT vai para….para…. o Stenio Ramos, de Recife-PE, que escreveu assim:

“Oi Luciano

Escrevo para parabenizar o podcast, especialmente o 422 – O último dia. Classifico este, a exemplo de outros, como uma cereja no sorvete,  um programa que deveria ser exibido no horário nobre, em rede nacional.

Leviano sonho, não é mesmo?

Quando você falou sobre o contagiante deleite que alguns emanam quando felizes e satisfeitos com suas rotinas, trouxe à minha mente diversos autores, compositores, artistas, professores, cientistas, etc. Todos eles despertaram e despertam uma curiosidade avassaladora, como uma sede desértica, para aprofundar-me em suas obras.

Dentre eles, aproveito para sugerir um tema: “A Construção do Impossível.”

Para embasar minha sugestão, uso o Neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis em uma palestra que ele ministrou em 2009 na UNB, “Aula da Inquietação –  Como realizar o impossível”.

Mas não queria focar apenas na palestra, mas no maior feito do Nicolelis até hoje: o exoesqueleto robótico que fez um tetraplégico dar passos (e um chute) sozinho, controlado pelo seu próprio cérebro.

Isso deveria ter sido o maior destaque na abertura da copa do mundo FIFA no Brasil, mas foi negligenciado numa atitude absurdamente pocotizada.

O que para mim foi o verdadeiro “pequeno passo para um homem, um grande passo para a humanidade”, foi ofuscado pela transmissão do mundial.

É aí que as coisas se misturam: 1) o deleite do Professor Nicolelis ao construir o impossível; 2) o avanço tecnológico criado por um brasileiro (um sonho impossível); 3) a pocotização da mídia em não enaltecer quão grandioso feito científico.

Será a despocotização também um sonho impossível?

Sei que ficou extenso e talvez confuso, por isso edite à vontade. Sei que a essência foi passada. É muita inquietação gerada pela minha mente, movida pelo meu “célebro” que aos poucos vai transformando-se em cérebro, graças às doses homeopáticas deste delicioso cafezinho. Um abraço arretado desse ouvinte pernambucano.”

Muito bom Stenio! Esse lance do exoesqueleto na copa foi um absurdo, mas quero me centrar na questão do deleite que você trouxe de volta à discussão. Ouça este podcast. Ele nasceu do puro deleite de uma descoberta.

Muito bem. O Stenio ganhou um kit de produtos DKT com a marca Prudence! Você sabe que os produtos Prudence são a mais completa linha de preservativos e géis lubrificantes do Brasil, distribuídos pela DKT , não é? E ao adquirir um produto PRUDENCE você estará apoiando diversas iniciativas de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis de e motivação ao planejamento familiar! Acesse www.facebook.com/dktbrasil e conheça mais a respeito.

Na hora do amor, use PRUDENCE.

Bem, vamos lá. Tudo começa com um sujeito chamado Scott Bradlee, que aos doze anos de idade ouviu pela primeira vez o clássico Rhapsody In Blue, de George Gershwin… O clássico que você ouve aí ao fundo…

O garoto ficou maluco, se apaixonou pelo jazz e decidiu virar músico. Tornou-se pianista de jazz em Nova Iorque. Como hobby, passou a retrabalhar músicas populares em diferentes estilos, até que em 2013 focou no Postmodern Jukebox, um grupo de músicos que se revezam na formação, produzindo versões de sucessos pop nos estilos do jazz, ragtime, swing e, claro, o soul da Motown. E foi na internet que o Postmodern Jukebox explodiu, com vídeos que se tornaram virais.

O Postmodern Jukebox quase sempre convida cantores e cantoras muito especiais para produzir seus vídeos, sempre causando uma surpresa.

Um dia meu amigo Mauro Garakis me manda pelo Facebook um desses vídeos com a canção BURN, de Ellie Goulding. A canção original era assim:

 

Mas o vídeo que o Mauro mandou trazia o Postmoderm, que com um arranjo doo-wopum estilo de música vocal baseado no rhythm and blues muito popular nos anos sessenta deixou a música assim:

Não é legal? Pois é… mas tem que ver, viu? O visual deles, com coreografia, roupas transadas, moças bonitas cheias de caras e bocas e um baita instrumental é muito bom… E tem um saxofone pegando fogo…

Bem, aí fui investigar que raio de banda era essa.

E dou de cara com Royals, o sucesso da Lorde, que você já deve ter ouvido:

Boto o vídeo do Postmodern que começa muito bem…

…e tomo um susto quando um sujeito com dois metros de altura vestido de palhaço entra em cena. O cara abre a boca e meu queixo cai. Ouça só:

Que tal? O sujeito grandalhão é Michael Geiger que criou a personagem chamado Puddles, o palhaço triste com uma voz dourada. É simplesmente sensacional…

Mas as surpresas não param aí. Num outro vídeo entra em cena um garoto, Von Smith. Ele surgiu durante as audições do programa American Idol em 2009, mas foi eliminado nas semifinais do programa. Aos poucos o rapaz foi se apresentando pel mercado, até abrir um show de Lady Gaga.

Bem, o moleque foi chamado pelo Postmodern Jukebox para interpretar

RUDE, o mega sucesso do grupo MAGIC! que toca no radio toda hora. E você já ouviu, né? E é muito bom:

Vamos ouvir então o que o Postmodern Jukebox e o Von Smith fizeram? Também naquele estilo Doo Wop:

Gostou é? Eu to me divertindo vendo o Lalá e  a Ciça dançando aqui na frente. Eu não paro de ouvir, viu?

E aí chega Stay With Me, a chorosa melodia de Sam Smith que também não para de tocar na rádio:

Desta vez foi uma das cantoras do Postmodern Jukebox que assumiu o vocal, Cristina Gatti, numa levada de jazz, cara, dos anos 40, que é uma delícia…

Quer mais? Bem, este programa é só para abrir o seu apetite. É no youtube e no iTunes que você vai se divertir… Mas vamos lá. Tem mais um pouquinho aqui.

O Lalá me dá a dica da música All about that bass, com Meghan Traynor, que está nos primeiros lugares nos Estados Unidos. É esta:

E o que é que os caras do Postmodern fazem? Um arranjo de jazz e chamam uma menina,

Kate Davis, que toca baixo acústico. Olha cara, tem que assistir, viu? Mas, por enquanto vai ouvindo.

É mole? E então os caras vão buscar Taylor Swift com seu Shake it Off…

Taí… eles chamam de novo o Von Smith, armam um arranjo à lá Motown…e dá nisto aqui…

Gostou? Então tá dado mais um recado do toca fitas do meu carro.  O nome da banda é Postmodern Jukebox, não to ganhando nada pra fazer este programa com eles, é só o desejo de dividir com você o grande deleite que foi descobrir essa banda.

Com o balançante Lalá Moreira na técnica, a encantada Ciça Camargo na produção e eu, que adoro descobrir coisas novas por aí, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Stenio Ramos de Recife, Taylor Swift, Sam Smith, Ellie Goulding, Lorde, Magic! , Megahn Traynor e  a turma do Postmodern Jukebox com Von Smith, Cristina Gatti, Kate Davis o palhaço Puddles 

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Pellegrino distribuidora. Conte com a nossa gente.

Este é o Café Brasil, que chega a você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera. De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha… www.portalcafebrasil.com.br.

E tem o WhatSapp pra comentar!!! É o 11 96789 8114. Vou repetir: 11 96789 8114. Tecle aí! E não esqueça de colocar seu nome na mensagem. Senão você vira apenas um número de telefone.

Para terminar, fique com o Postmodern Jukebox e o final de Shake it Off, soul music na veia!