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Café Brasil 453 – Quatro formas de gastar dinheiro

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Luciano Pires -

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. No final deste programa tenho dois avisos importantes pra você. Recentemente apresentei a você Bastiat com a sugestão de leitura do livro O QUE SE VÊ E O QUE NÃO SE VÊ. Hoje vou apresentar outra figura, daquelas odiadas pelos progressistas, socialistas e outros istas, simplesmente por ter argumentos que destroem completamente as mirabolantes teorias dos salvadores da humanidade. Hoje é dia de Milton Friedman.

Posso entrar?

O podcast Café Brasil chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí, a um clique de distância. facebook.com/itaucultural e facebook.com/auditorioibirapuera

Quem vai ganhar o exemplar de meu livro NÓIS…QUI INVERTEMO AS COISA hoje não será um ouvinte, mas dois. Tô generoso!

O primeiro é de Ipatinga, Minas Gerais, ouça:

“Oi Luciano, tudo bem? Sou o Paulo Vitor de Ipatinga, Minas Gerais. Tem mais ou menos um mês que conheci seu podcast, tenho que dizer que estou viciado, estou vendo todos os anteriores, não consigo parar de ouvir. Estou feliz também que a gente divide a mesma posição política, embora tenha que admitir que nem sempre eu tive essa posição política. Como eu gostava de história, eu praticamente me tornei de esquerda e defendi essas ideias por um bom tempo. Mas, chegou um dia eu percebi que aquilo não funcionava na prática não funcionava e comecei a pesquisar. E como diz Rubem Alves, eu tive que desaprender para aprender de fato. E percebi que o problema não é o capitalismo o comunismo, demonizam o capitalismo, o problema é o próprio estado. Muitos problemas que existem hoje, o próprio estado produz esses problemas. E hoje sou ativista da liberdade, participo também do Estudantes da liberdade e tenho aqui na minha cidade em Ipatinga um grupo de estudo, Inconfidentes que eu sou coordenador desse grupo, então hoje eu levo liberdade, como você diz no podcast 421, jogo uma pedrinha no lago. Isso estou fazendo com muito orgulho e acredito muito nessas ideias e muito obrigada pelos podcasts e continue nos agraciando com os seus podcasts maravilhosos. Obrigado.”  

De nada, Paulo, um abraço também. E o segundo é de Crato, no Ceará. Esse aqui eu vou ler.

“Caro Luciano Pires, você pede um Feedback para suas ideias se não gostarmos, pede até para lhe chamar de otário, babaca, xingar, mas não vou fazer isso, apesar de ter muita vontade, vou apenas usar também seu modo quando vai ao restaurante e pede picanha, servido, remove as gorduras, assim vou fazer ouvindo Café Brasil, vou remover as gorduras, que são muitas, quando você fica desfazendo do socialismo, esquerda, etc. Aconselho você fazer  um curso de ciência política, já que pretende fazer análise política, se especialize, para você não sair falando tanta gordura, no meio das picanhas que surgem no seu programa, que é o ponto alto das conversas. Se ligue, para você não virar uma Raquel Sherazade da vida !!!

José Wilson Damacena – Crato – CE, ainda ouvinte do programa Café Brasil.”

Tá vendo que legal? O Café Brasil fala para todas as tendências. Pois o programa de hoje eu dedico ao Paulo Vitor e ao Jose Wilson, que como todo esquerdista, recomenda que eu estude mais. Tô fazendo isso, viu José Wilson, e quanto mais faço, mais distância quero do socialismo e das esquerdas… rerere…no programa de hoje vai sobrar gordura, cara…

Muito bem. Além do livro o Paulo e o José Wilson receberão um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino. Eu sei que vocês já sabem, mas não custa lembrar:  PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade. O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa produtos Prudence. Acesse facebook.com/dktbrasil

Vamos lá então!

Na hora do amor, seja de esquerda, seja de direta, use use Prudence.

E quem também está ajudando a gente a trazer pra você este cafezinho é a Nakata, marca pioneira na fabricação de amortecedores pressurizados no Brasil, inclusive da tradicional linha HG. A Nakata lançou  a promoção Pista dos Sonhos, na qual você pode concorrer a uma viagem com acompanhante para assistir a uma corrida Nascar nos Estados Unidos, ou em Daytona, ou Las Vegas, ou Miami ou Indianápolis, que tal? Acesse promocaohgnakata.com.br e participe! É muito fácil cara!

Então vamos lá, você também já sabe!

Tudo azul, tudo Nakata.

Milton Friedman nasceu em Nova Iorque em 1912 e foi um dos mais importantes e influentes economistas do século XX. Fundador da Escola Monetarista de Chicago, foi um dos principais defensores do liberalismo econômico. Foi também professor de economia na Universidade de Chicago.

Friedman defendia a liberdade econômica com mínima participação do Estado; a democracia política; a valorização da competição (concorrência) econômica; a diminuição do tamanho do estado; a economia de mercado como fonte para a prosperidade do país e das pessoas e uma política fiscal, que é a é a manipulação dos tributos e dos gastos do governo para regular a atividade econômica, baseada na redução de impostos.

Por suas realizações e estudos nas áreas de análise de consumo e teoria monetária, recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 1976. Friedman é odiado pelas esquerdas, pois é considerado por elas o pai do neoliberalismo, uma bobagem criada pelas próprias esquerdas para dar um nome novo ao liberalismo.

Sou da opinião de que “neoliberalismo”nunca existiu, é apenas uma jogada de marketing para demonizar o próprio liberalismo, doutrina baseada na defesa da liberdade individual nos campos econômico, político, religioso e intelectual, contra a mão peluda do estado. Um dia voltarei a esse tema com mais detalhes.

Vou usar então um texto chamado “Milton Friedman e as quatro formas de se gastar dinheiro”, escrito por João Cesar de Melo e publicado no site do Instituto Liberal. Prepare-se…

Heróis da liberdade
Silas de Oliveira
Mano Décio

Manoel Ferreira

Ô ô ô ô
Liberdade, Senhor,
Passava a noite, vinha dia
O sangue do negro corria
Dia a dia
De lamento em lamento
De agonia em agonia
Ele pedia
O fim da tirania
Lá em Vila Rica
Junto ao Largo da Bica
Local da opressão
A fiel maçonaria
Com sabedoria
Deu sua decisão lá, rá, rá
Com flores e alegria veio a abolição
A Independência laureando o seu brasão
Ao longe soldados e tambores
Alunos e professores
Acompanhados de clarim
Cantavam assim:
Já raiou a liberdade
A liberdade já raiou
Esta brisa que a juventude afaga
Esta chama que o ódio não apaga pelo Universo
É a evolução em sua legítima razão
Samba, oh samba
Tem a sua primazia
De gozar da felicidade
Samba, meu samba
Presta esta homenagem
Aos “Heróis da Liberdade”
Ô ô ô

Aí ao fundo vai uma provocaçãozinha… João Bosco canta HERÓIS DA LIBERDADE, samba enredo inesquecível da Império Serrano em 1969, composto por Silas de Oliveira, Mano Décio e Manoel Ferreira… tem uns aí que vão ficar loucos ao ouvir essa música como trilha para Milton Friedman. Pô, mas aqui é o Café Brasil, né?

Semana passada, abri uma exposição de meus trabalhos numa galeria mantida pelo governo. Para a preparação do espaço, enviaram um pintor que, assim que viu as tintas que estavam disponíveis para o serviço, disse que não seria o bastante. Respondi que sim, que daria para fazer o trabalho. Ele, sem saber que as tintas haviam sido compradas por mim, não pela prefeitura, insistiu que não seria o bastante e começou o serviço sem se preocupar em utilizá-las de forma racional. Três horas depois, um tanto aborrecido por eu ter lhe pedido mais capricho, ele simplesmente foi embora sem dar qualquer satisfação. Assumi o serviço. Pouco tempo depois, as paredes estavam pintadas. A tinta foi suficiente.

O episódio me lembrou das quatro formas de se gastar dinheiro descritas por Milton Friedman.

1° – Quando gastamos nosso próprio dinheiro com nós mesmos; neste caso, sempre nos esforçando em fazê-lo da melhor forma possível, afinal, é o fruto de nosso trabalho, dos nossos esforços. Por isso procuramos sempre a melhor relação custo-benefício na hora de comprar qualquer produto ou serviço e evitamos desperdício.

2° – Quando gastamos o nosso dinheiro com outra pessoa, comprando um presente para alguém, por exemplo. Neste caso, sempre calculamos o valor do presente em função da importância e do merecimento da pessoa e principalmente se temos ou não condições para isso.

3° – Quando gastamos o dinheiro de outra pessoa conosco. Um bom exemplo é imaginar alguém nos oferecendo um almoço no restaurante que escolhermos. Com toda a certeza, escolheremos um restaurante melhor e mais caro do que aquele que optaríamos num dia qualquer, afinal, não seríamos nós que pagaríamos a conta.

4° – Quando gastamos o dinheiro de outros com outros, tendo como exemplos se alguém nos desse um dinheiro para comprar um presente para uma terceira pessoa ou nos mandasse fazer um serviço utilizando material que não foi comprado por nós. Neste caso, os cuidados que teríamos quando gastamos nosso dinheiro conosco ou o dinheiro dos outros conosco, desapareceriam. Não haveria razão para nos preocuparmos com o bom uso desse dinheiro, que além de não ser nosso, não será usado para nós.

Essa análise de Friedman explica grande parte da ineficiência do estado. O tal pintor encarregado de preparar as paredes da minha exposição não tinha qualquer interesse em usar de forma racional a tinta disponível pelo simples fato de ela não ter sido comprada com o seu dinheiro. Se ele tivesse que pintar sua própria casa, imaginando-a com a mesma área da galeria e tendo a disposição a mesma quantidade de tinta, com toda certeza ele daria um jeito de ela ser suficiente – como eu mesmo fiz ao me esforçar em racionalizar o uso da tinta comprada com o meu próprio dinheiro.

Provavelmente o pintor teria se comportado de maneira melhor se eu, logo no começo, lhe dissesse que aquelas tintas foram compradas por mim e por isso eu ficaria ao seu lado, fiscalizando a forma como ela seria usada. Mas não… Para ele, aquela era apenas mais uma tarefa cotidiana dentro de um sistema que não lhe cobra responsabilidade. Sua postura, baseada no uso do dinheiro dos outros para os outros, representa a da grande maioria das pessoas que preenchem a gigantesca estrutura estatal, sendo a principal causa do uso irresponsável de energia, de água, de telefone, de combustível, de passagens aéreas, de “cafezinhos”, de todo tipo de material que adentra os labirintos estatais… Além da farra protagonizada por funcionários do alto escalão em restaurantes e hotéis de luxo. O dinheiro dos outros usado para si próprio, sacou. A verdade é que a maioria dos funcionários públicos não tem pudor nem em desperdiçar o tempo do cidadão que precisa de um serviço do governo.

O que o estado faz, por meio de sua própria existência, é criar o ambiente perfeito para a preguiça, para a irresponsabilidade e para a má conduta humana. Sem o risco de punição e de demissão, a maioria dos funcionários públicos tende ao desperdício e ao cumprimento de suas tarefas na medida do humor de cada dia. A grande maioria deles não é formada por pessoas de caráter ruim, unidas para tornar a vida dos outros mais cara e burocrática. São apenas seres humanos. Seres humanos cuja responsabilidade e eficiência estão diretamente relacionadas ao risco de perderem empregos e privilégios − quanto mais seguros se sentem num emprego, mais relapsos se tornam.

A pergunta que devemos fazer a todos os defensores do Estado como gerador de emprego é: Como o cidadão comum, aquele que mantém o Estado por meio do pagamento de impostos, terá a certeza de que cada funcionário contratado pelo governo exercerá sua função com responsabilidade, considerando que não corre o risco de ser demitido? Ou poderíamos apenas perguntar: Você contrataria para um negócio próprio alguém que não pudesse demitir? Nenhuma pessoa o faria. Ninguém, porque todos sabem que não há como prever, numa situação de estabilidade de emprego, o comportamento de uma pessoa por meio de simples provas e entrevistas. Se é quase impossível para nós, olhando nos olhos de cada pessoa, ter certeza sobre como será seu comportamento em determinada função, imaginemos para o Estado!

Nenhuma pessoa contrataria para seu negócio alguém que não pudesse demitir. Porém, a grande maioria das pessoas exerceria a terceira e a quarta forma de se gastar dinheiro descrita por Friedman, o dinheiro dos outros consigo próprio ou o dinheiro dos outros com os outros, caso ocupasse um cargo no governo. Concursos e cargos comissionados representam tragicamente essa realidade, afinal, o dinheiro do salário de cada funcionário não sai do bolso de quem assina as contratações, mas, sim, do bolso da sociedade. E mesmo que cada pessoa contratada fosse realmente necessária num órgão público, mesmo que esta pessoa fosse competente e dedicada, a tendência é que o conforto a leve ao desleixo.

A 4° forma de se gastar dinheiro, dos outros com os outros, também é vista nos bancos e empresas estatais e na administração de fundos de pensão controlados por partidos políticos, com destaque para o caso do Postalis, fundo controlado por PT e PMDB, cujo rombo de mais de R$ 5,6 bilhões será pago por meio da redução do salário dos funcionários. Consideremos que um fundo de pensão não é uma mega e complexa empresa como a Petrobrás, que precisa gerenciar produção, armazenamento, venda e distribuição de produtos no mercado e ainda dar conta de pagar dezenas de milhares de funcionários e fornecedores. Um fundo de pensão tem apenas a responsabilidade de administrar certo volume de dinheiro. Tal absurdo pode ser descrito em poucas palavras: Meia dúzia de pessoas com amplo poder sobre o dinheiro dos outros. Meia dúzia de pessoas com poder para autorizar patrocínios, doações e contratos entre amigos. Tudo, à custa do trabalho da sociedade.

Enquanto finalizava esse texto, Dilma sancionou a triplicação (triplicação!) da verba partidária, quase R$ 900 milhões, ou seja: subornou TODO o Congresso Nacional de uma só vez, com apenas uma assinatura. É assim que o Estado se mantém de pé, com uns poucos usando o dinheiro de todos da forma como bem entendem.

A verdade que fica evidenciada também neste caso é que a diminuição drástica do Estado, tanto em estrutura quanto em poder, é uma questão de minimização de riscos. Quanto mais a sociedade confiar ao Estado tantas funções e tantos poderes, mais essa mesma sociedade perderá dinheiro, perderá tempo, perderá liberdade e comprometerá seu futuro.

Que tal o texto do João Cesar de Melo, hein? É claro que se você é uma pessoa honesta e responsável, ficará emputecido com a generalização, dirá que você não é assim, que é competente e honesto. Olha, se você é honesto e trata a coisa pública com zelo, entenda o texto do João Cesar como uma ajuda para expurgar do serviço público os vagabundos, ladrões, malandros e desonestos que você tão bem conhece. Se a carapuça não serve em você, não há razão para ficar puto.

Olha que maravilha… esse é o Jair Rodrigues numa interpretação deliciosa de HERÓIS DA LIBERDADE… curta mais um pouquinho…

Vamos recapitular então? Conforme Milton Friedman, você tem quatro formas de gastar dinheiro.

– seu dinheiro com você mesmo.

– seu dinheiro com outros.

– o dinheiro dos outros com você.

– o dinheiro dos outros com os outros.

Entendeu? Em que posição você acha que a maioria dos políticos está? Em que posição você acha que as pessoas que operam os processos do Estado estão? Sempre gastando o dinheiro dos outros, ora essa! Por isso a mão peluda do Estado é tão cara e ineficiente.

Money (That’s What I Want)
Barret Strong

The best things in life are free
But you can keep them for the birds and bees
Now give me money
That’s what i want
That’s what i want, yeah
That’s what i want

You’re lovin’ gives me a thrill
But you’re lovin’ don’t pay my bills
Now give me money
That’s what i want
That’s what i want, yeah
That’s what i want

Money don’t get everything it’s true
What it don’t get, i can’t use
Now give me money
That’s what i want
That’s what i want, yeah
That’s what i want, wah

Money don’t get everything it’s true
What it don’t get, i can’t use
Now give me money
That’s what i want
That’s what i want, yeah
That’s what i want

Well now give me money
A lot of money
Wow, yeah, i wanna be free
Oh lot of money
That’s what i want
That’s what i want, well
Now give me money
A lot of money
Wow, yeah, you need money
Now, give me money
That’s what i want, yeah
That’s what i want, yeah

Dinheiro (Isto é o que eu quero)

As melhores coisas da vida são de graça
Mas você pode deixa-las para os pássaros e as abelhas
Agora me dê dinheiro
Isto que eu preciso
Isto que eu preciso
Isto que eu preciso

Seu amor me da emoção
Mas seu amor não paga minhas contas
Agora me dê dinheiro
Isto que eu preciso
Isto que eu preciso
Isto que eu preciso

Dinheiro não compra tudo, é verdade
Mas o que eu não compro, eu não posso usar
Agora me dê dinheiro
Isto que eu preciso
Isto que eu preciso
Isto que eu preciso

Dinheiro não compra tudo, é verdade
Mas o que eu não compro, eu não posso usar
Agora me dê dinheiro
Isto que eu preciso
Isto que eu preciso
Isto que eu preciso

Bem, agora me dê dinheiro
Muito dinheiro
Uau, sim, eu quero ser livre
Oh, muito dinheiro
Isto é o que eu quero
Isto é o que eu quero, ótimo
Agora me dê dinheiro
Muito dinheiro
Uau, sim, você precisa de dinheiro
Agora, me dê dinheiro
Isto é o que eu quero, sim
Isto é o que eu quero, sim

E é assim então, ao som de MONEY, de Barret Strong, que muita gente pensa que é dos Beatles, na interpretação de Rachel Jesuton Olaolu Amosu, a Jesuton cantora britânica que começou a fazer sucesso cantando nas ruas do Rio de Janeiro, que vamos saindo bem serelepes...

Com o cuidadoso com dinheiro Lalá Moreira na técnica, a zelosa por dinheiro Ciça Camargo na produção e eu, que fico desesperado com  quem está gastando o meu dinheiro, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco Paulo Vitor, que se encheu de carne e Wilson Damasceno, que só viu gordura, João Cesar de Melo , João Bosco, Jair Rodrigues e Jesuton.

E hoje tem dois avisos importantes… Presta atenção. Aviso um: Atualizamos nosso Feed recentemente, e ainda está uma luta para ajudar os não usuários do iTunes a acertarem seus gerenciadores de podcasts. Para quem atualizar os seus Feeds manualmente, copiem esse link e colem diretamente no seu app de Podcast. Vou ditar aqui, mas ele está publicado no texto deste programa no portal Café Brasil.

feed://portalcafebrasil.com.br/tools/podcasts.xml

Aviso 2: no próximo dia 13 de Maio, a partir das 19 horas estarei recebendo amigos para comemorar sabe o que, hein? Os 10 anos do Café Brasil e lançar meu novo livro ME ENGANA QUE EU GOSTO. Será no Itaú Cultural, com palestra e sessão de autógrafos. Evento gratuito no qual você pode comparecer mandando email para contato@lucianopires.com.br . Ô Lalá, Ciça, convida a turma aí.

Lalá e Ciça: vai lá dá um abraço na gente!

Sabe quem é que consegue dar o melhor retorno para o seu dinheiro? É a Pellegrino, que além de ser uma das maiores distribuidoras de auto e motopeças do Brasil, também distribui conhecimento sobre gestão, comunicação e outras coisas legais em sua página no facebook.com/pellegrinodistribuidora. Conheça. E se delicie.

Pellegrino distribuidora. Conte com a nossa gente.

Este é o Café Brasil, que chega a você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera. De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha no … portalcafebrasil.com.br.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96789 8114. E se você está fora do país: 55 11 96789 8114.

E também tem o Viber, aquele aplicativo que você devia baixar aí no seu celular …. Bom, tem um grupo chamado, Podcast Café Brasil por lá. Eu estou passando ali informações, que só quem está no grupo está recebendo.

E para terminar, uma frase famosa de Milton Friedman

Não existe almoço grátis.