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Luciano Pires -

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil, eu sou a Ciça Camargo e hoje é dia de celebração.

Luciano – O que é isso? O que é isso???

Ciça – O que é que tem?

Luciano – É só deixar a porta aberta, vira essa bagunça? Só porque é festa?

Ciça – Ah! Eu queria…

Lalá – Também quero falar!!! Também quero falar!!!

Luciano – Desculpa. Péra um poquinho. Deixa eu levar adiante aqui senão vira zona este negócio aqui. Pô! Olha aqui ó!

Hoje é dia de celebração! Este programa está indo ao ar na semana de 13 de maio de 2015, exatamente 10 anos depois que o primeiro programa Café Brasil teve sua estreia na Rádio Mundial em São Paulo. Foi numa sexta feira 13, cara. Ao vivo. Sem Ciça, sem Lalá, na raça mesmo. E hoje a gente vai celebrar.

Posso entrar?

O podcast Café Brasil chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que estão conosco, olha só: destes dez anos há pelo menos sete. Sabe lá o que é isso? Muito obrigado a ambos pela confiança e a honra de permitir que suas marcas brilhem conosco. Acesse sempre. facebook.com/itaucultural e facebook.com/auditorioibirapuera. Eles também sabem o valor que a cultura tem.

Quem vai ganhar o exemplar do meu livro hoje, não será um ouvinte. Serão váááááarios ouvintes. Nosso programa de 10 anos será com a voz dos ouvintes, ora essa. Nada melhor que celebrar junto com quem gosta da gente, não é? Cada ouvinte que participar do programa receberá como presente do nosso aniversário, atenção: meu novíssimo livro que está sendo lançado também esta semana: o ME ENGANA QUE EU GOSTO!

Muito bem. Quem mais está conosco já faz um bom tempo cara, quase três anos, é a DKT, que um dia confiou no Café Brasil para divulgar os produtos PRUDENCE que ela distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade. O que a DKT faz é marketing social e para nós cara, é um baita orgulho contar com ela em nosso cafezinho! Muito obrigado!

Vamos lá então!

Na hora do amor, como é que aí ô dois:

Use Prudence!

E quem mais vem pra festa? A Nakata, é claro! Que também esteve aqui, saiu e voltou, que muito nos honra com a presença. Nakata, HG, promoções que marcaram e uma relação de amizade que já extrapolou em muito a relação comercial. Obrigado à turma do

Tudo azul, tudo Nakata.

Ah, e sem faltar a Pellegrino, não é? É uma honra ter aqui conosco uma das maiores distribuidoras brasileiras de autopeças, empresa que aos 74 anos de idade continua inovando, crescendo e multiplicando seu alcance. Muito obrigado também amigos da Pellegrino pela confiança.

Pellegrino! Conte com nossa gente!

Bem, para esta festa de 10 anos eu queria convidar alguém muito especial…fui buscar Van Morrison, um sujeito que ainda vai merecer um Café Brasil especial só dele. Por enquanto, fique com Into the mystic…

Então… Pra quem não sabe, lá vai: “Em 2005 eu buscava formas de ampliar o alcance de meu trabalho. Queria levar para mais gente, buscar meios de falar às pessoas que não estavam conectadas ao limitado universo da internet, onde eu publicava meus artigos. Foi quando meu amigo Jackson Dorta sugeriu que eu procurasse uma rádio, me indicando a Mundial FM, em São Paulo. Fiquei curioso e marquei uma reunião com a diretora da rádio. Expliquei quem eu era, mostrei meus livros e disse que queria comprar um horário para colocar um programa no ar, com os mesmos conteúdos dos meus textos. A diretora gostou. Era uma terça-feira e ela disse: “Muito bem, sexta-feira você está no ar…” Como assim, cara? Entrar no ar em três dias? Eu estava fazendo apenas uma sondagem, vendo quanto custava, conhecendo a rádio… E ela me colocava na parede: é pegar ou largar! É claro que eu topei. Adoro entrar em frias! E numa sexta-feira 13, em maio de 2005, estreei na rádio meu programa Café Brasil.

Trecho do primeiro programa

Quando ouço hoje o primeiro programa, fico com vergonha, cara. Mas eu trabalhei bastante para melhorar, chegando a um formato interessante. A ideia era lançar “iscas intelectuais”, usando meus textos e de meus conhecidos (ou outros que encontro em publicações e na internet), mesclados com música popular brasileira. Com uma característica: as músicas teriam que ter relação com o assunto do programa, o que me abriu oportunidade de tocar qualquer artista. Em nenhum outro lugar você escuta um programa que começa com Monsueto, vai a Antônio Nóbrega, retorna com Mamonas Assassinas, segue com André Abujamra, vai pra Villa Lobos e termina com Tião Carreiro e Pardinho… É uma festa, cara!

Ainda em 2005 um fornecedor propôs colocar os programas no ar pela internet, num esquema que ele chamou de Rádio Café Brasil. Era um sisteminha tosco, que tocava os programas mas não permitia o download. E um dia recebi um contato de uma pessoa que se gabava de ter baixado todos os programas. Como eu não entendia nada do assunto, especulo que o nerd usou algo através do “temp” e conseguiu montar uma coleção de programas… Hummmm… Será que dava? Bom… o resto eu vou contar em setembro de 2016 quando o Podcast Café Brasil completar 10 anos…

Vamos então aos convidados, hein? pedi pelas mídias sociais que os ouvintes mandassem depoimentos dizendo qual foi o programa que mais lhes impressionou e o porque. E vieram as mensagens. Várias mensagens. Cara, tem coisa aqui que é de quebrar as pernas,viu. Vamos começar? Eu ordenei por episódio citado, tá bem? Solta aí Lalá, o ouvinte que fala do episódio número 1!

“Luciano, boa tarde. É Renato de Ribeirão Preto, parabéns pelos dez anos aí de programa. Um programa que me marcou muito foi o 436 do Pink Floyd, realmente maravilhoso. Ouço muitas vezes aí, pelo menos uma vez por semana e também gostei muito do primeiro né, que é a nascente, o Mídia e baixaria, mas realmente, o Pink Floyd foi diferenciado né, um programa bem detalhista, bem minucioso, muito bem elaborado. A gente se sente como naquelas lojas de brinquedo, quando criança, que você não sabe o que pegar. São vários de cativantes né, com bastante sensibilidade. Parabéns aí.”

Bom dia, boa tarde, boa noite, Luciano. Aqui quem fala é o Gustavo, brasiliense que mora no Rio de janeiro, engenheiro. eu vi agora pouco sua mensagem no Facebook, informando que vai ter a gravação do programa de dez anos do Café Brasil. E eu me dei conta que eu te acompanho há dez anos e até então eu nunca havia comentado, tive essa ingratidão ao longo dos dez anos. Acho que o mínimo que eu posso fazer agora é agradecer os dez anos de programa, que eu comecei ouvindo na Transamérica enquanto eu ia pra faculdade e hoje eu escuto seus podcastas, já terminei a faculdade, já terminei a pós graduação, trabalho, bom: são dez anos né. Pensei um pouquinho antes de comentar, como é que eu poderia resumir a sua participação, a participação do Café Brasil na minha vida. E cheguei a uma frase que acho que resume bem que é, bom, você me ajudou a enxergar além do que se vê. Acho que isso diz muita coisa, de uma maneira bem resumida, esse pouquinho diz bastante. e eu posso dizer, com orgulho, que ouvindo o Café Brasil já experimenei várias sensações. eu já me indignei, eu já me arrepiei e até mesmo chorei ouvindo o Café Brasil. Então, o poder que o Café Brasil exerce sobre a gente, realmente é uma coisa grande e gratificante. Eu só posso te agradecer, desejar os parabéns, muito sucesso e que venham outros dez e muitos mais anos pela frente. Muito obrigado e vida longa ao Café Brasil. Um abraço.”

“Bom dia, boa tarde, boa noite. Luciano. Aqui quem fala é o Éverton Marinho, eu falo de Osasco, São Paulo e digo que o podcast que me marcou foi o 261 – Saindo da inércia. Me marcou porque foi o primeiro podcast que eu ouvi e porque eu acho que resume bem o principal objetivo de seu trabalho que é provocar as pessoas a sair da acomodação e fazerem algo para mudar o que está de errado em nosso país. parabéns pelos dez anos do Café Brasil, um abraço, tchau.”

“Olá amigos do Café Brasil. O programa que mais me marcou foi o 271 – Geração T. Eu já utilizei esse programa em mais ou menos umas cinquenta turmas diferentes do ensino fundamental à graduação. Ele faz muito sucesso e provoca muitos comentários, que é isso que eu quero como professora de produção de texto e leitura. Eu agradeço muito aos patrocinadores pela oportunidade em receber um programa desse aqui, onde a gente mora, um local tão longe dos grandes centros e por essa oportunidade de poder trabalhar com um congteúdo desse, que de outra forma nós não teríamos acesso. Agradeço muito ao Luciano e à toda equipe e espero que vocês cheguem no mínimo à marca de um milhão. Grande beijo.”

Um milhão! Eu vou tá velhinho!

Essa é a professora Milena Campelo, de Cáceres, no Mato Grosso, que me emociona sempre com as mensagens, fotos e histórias sobre o uso do Café Brasil em sala de aula. Nos próximos meses ela virá a São Paulo com um grupo de estudantes e vou poder dar em todos eles um abraço ao vivo. Muito obrigado….

“Querido Luciano Pires. Aqui quem fala é o Brunão do Jurassicast.  Cara, você sabe o quanto eu sou fã do podcast Brasl e estou mandando essa mensagem pra comemorar aí os dez anos do podcast. O programa que mais me emocionou cara, foi com certeza, indubitavelmente aquele que você destrincha o Bohemian Rapsody, eu não vou lembrar aqui o número, é duzentos e alguma coisa, depois você vai dizer qual é, mas cara, aquele programa… eu já era fã de Queen, sou fã de música, mas aquele progtama foi absurdamente sensacional, o que você fez ali destrinchando, depois colocando os detalhes da letra, depois colocando cada detalhe ali, de onde cada músico entrava, enfim, um programa sensacional como vários outros do Café Brasil. Cara! Queria te agradecer pelo seu trabalho, você tem um dos melhores podcasts de toda podosfera nacional, quiçá internaciona. E cara! Tá sempre de parabéns, dez anos é uma marca realmente histórica. E cara! Meus grandessíssimos parabéns e por favor, continue com esse trabalho de despocotizar o brasileiro, porque você faz isso de uma maneira brilhante. Parabéns e que venham mais milhares de programas aí. Um abraço do Brunão.”

“Olá Luciano. Aqui é o Francisco Seixas de Porto Alegre e do Temacast. Caramba, cara! Pedir pra escolher entre 452 pérolas, uma delas é bem complicado, mas vamos às regras. O episódio que me marcou foi o episódio 275, Bohemian Rapsody. Com ele eu descobri que a beleza dessa música não era só aquela que chegava aos meus ouvidos. Ela também é linda em suas entranhas. Bom Luciano. Parabéns ao Café Brasil pelos dez anos de atividade e desejo muito mais sucesso daqui pra frente. Um forte abraço.”

“Oi Luciano. Meu nome é Bruna, tenho 16 anos e sou de Curitiba. O programa que mais me marcou foi o de número 275 sobre a música Bohemian. Não só por ser um ótimo programa, mas também por ter sido o meu primeiro contato com o podcast. Até então, eu não conhecia esse tipo de mídia. Ouvi por indicação de uma professora que pediu para que quem quisesse apontasse uma matéria, que escutasse e fizesse uma redação sobre. E desde então, eu ouço o Café Brasil. Posso dizer que depois que eu conheci o Café eu mudei muito culturalmente. Então, só tenho que agradecer a você Luciano, por disponibilizar tanto conteúdo de qualidade e parabéns por esses dez anos. Abraço.”

“Olá Luciano e amigos do Café Brasil. Meu nome é João Corrrea e bom… o programa que mais me marcou foi o 275, sobre o Bohemian Rapsody, que por sinal é uma das minhas músicas favoritas e assim, na minha opinião, uma das maiores obras de arte produzidas na história. Esse programa me emocionou profundamente, eu passei os quase trinta minutos do podcast com os olhos cheios d’água e com um sorriso no rosto enquanto eu ouvia a música ser destrinchada parte por parte por você, Luciano. E no final, quando a gente é transportado pro estúdio de gravação e consegue ouvir a voz do Freddie Mercury sozinha cantando, cara foi simplesmente arrepiante. Nessa hora a emoção transbordou. Esse foi sem dúvida um dos melhores episódios de podcast que eu já ouvi e os únicos a me emocionar de verdade. E esse programa também me marcou muito porque ele foi o primeiro Café Brasil que eu ouvi e foi através dele que eu conheci esse podcast, que faz a gente pensar, muitas vezes olhar as coisas sob um novo ponto de vista e com o qual eu já aprendi muito. O Café Brasil se tornou um dos meus podcasts favoritos e o seu trabalho e o trabalho de todos os envolvidos na produção dele é louvável, é magnífico. Parabéns pelos dez anos de programa e que muitos e muitos mais anos possam vir por aí e muito obrigado por esses ótimos programas que você tem feito.”

“Olá Luciano, Ciça e Lalá. Aqui é o Rodrigo Bamontes. Eu tenho 36 anos e sou analista de sistemas moro aqui em São Paulo.Estou parabenizando vocês aí pelos dez anos de programa, meus parabéns, o programa é sempre sensacional. Eu conheci o Café Brasil no final de 2014 através do Léo Lopes lá do Radiofobia e sinceramente, ouvi, é viciante e toda semana estou escutando seus programas. O programa que mais me chamou a atenção foi o programa do Bohemian Rapsody o Café Brasil 275, sensacional e que eu acabei escutando não na época que vocês lançaram. Quando eu tomei conhecimento do Café Brasil eu fiquei fazendo uma maratona aí dos principais episódios e amei esse tá. Muito sucesso aí pra vocês e que esse programa continue por muitos e muitos anos. Um abraço e até mais.”

Bem, uma palavrinha sobre o programa 275 – Bohemian Rhapsody. Esse foi especial, foi aquele momento em que os astros se alinham e a gente produz uma obra cuja dimensão e alcance só vai conhecer muito depois. Esse programa foi eleito o melhor podcast já feito no Brasil por alguns profissionais do ramo, é o programa de cabeceira de um monte de gente, campeão de downloads, de comentários, de tudo. Infelizmente na mudança de nosso portal acabamos perdendo os comentários, mas ficou a história. É um programa que me emociona até hoje, que ouço de quando em quando até para me desafiar a fazer um outro melhor. Mas é difícil, viu? E ele transcendeu o papel de um podcast, causando impactos de forma que jamais poderíamos imaginar… quer ouvir?

“Olá Luciano. Meu nome é Jiana e esse é o meu depoimento do melhor podcast Brasil.

“Em dezembro de 2012 meu filho, Pedro, de então 1 ano e 11 meses, internou para fazer um transplante autólogo de medula. Estava em tratamento, há oito meses buscando a cura de um câncer, neuroblastoma.

Eu e ele ficaríamos internados 30 dias.

Numa noite difícil, de extrema solidão e dor, um amigo me mandou um link do seu Café Brasil, e escreveu: ouça o episódio 275.

Agora, ao contarr, posso reviver cada detalhe daquele momento..

Eu estava deitada com as costas apoiada num travesseiro, Pedro estava deitado de bruço sobre meu peito, coloquei o fone e apertei o play…

Minha alma estava destruída. Eu estava exausta… Ao som de sua voz  chorei, chorei, chorei, chorei por mim, pelo Pedro, por minha filha e por meu marido que estavam longe. Foi como se a música e eu, em algum momento tivéssemos nos unido, eu era a dor daquele homem, mas não tinha matado ninguém. Foi inexplicável.

Quando acabou, coloquei o Pedro na cama e ouvi o “275 – Bohemian Rhapsody” mais duas vezes seguidas. Passei dezembro experimentando outros episódios e repetindo esse.

Depois da alta, em janeiro de 2013, nunca mais ouvi nenhum podcast seu. Não consigo explicar, só não dava.

Hoje voltei a ouvir sua voz no famoso 275 e pude sentir o peso quente do corpinho frágil do meu pequeno Pedro, que partiu há 11 meses e 18 dias. Pude sentir as lágrimas daquele momento, que foi um extravaso dos meus sentimentos e emoções, de tudo que vivia naqueles dias tão difíceis.

Hoje me senti feliz por ter voltado a ouvir só agora. Por ter guardado essa “relíquia” durante todo o tempo que a vida mais me amargou.

Agora estou pronta para ser sua mais nova ouvinte e não apenas uma seguidora de Facebook.

Obrigada Luciano pelo 275.”

Olha, eu juro que tentei responder a Jiana… Mandei uma mensagem pra ela assim: “não tenho palavras para descrever o que senti ao ouvir seu comentário ontem a noite, já deitado para dormir. Foi a última coisa que fiz . Fiquei emocionado, chocado, tocado… terminei de ouvir, e botei pra tocar o 275 outra vez, imaginando as sensações que você descreveu. Impossível.Seu depoimento é marcante e só tenho a agradecer a você por compartilha-lo comigo. Muito obrigado. Que o Pedrinho esteja lá em cima olhando por você e os seus.

“Olá ouvintes do Café Brasil, meu nome é Luis, tenho 24 anos, moro em São Paulo, dois programas que eu mais gostei, foram o 378 e 379, um fala sobre socialismo, o outro fala sobre o capitalismo. São assuntos que antes de ouvir o podcast eu não conhecia né, não sabia como que funcionava isso. Isso me deu uma visão mais ampla, quero dizer que o podcast Café Brasil tem transformado a minha vida, eu tenho buscado ler os livros, as indicações do Luciano. Gosto muito das músicas e é isso. Agradeço ao Luciano, à Ciça e ao Lalá por ter trazido esse conteúdo excelente pra minha vida e pra vida de várias pessoas que acompanham o podcast. Valeu.”

“Olá pessoal do Café Brasil, meu nome é Alex, sou de Brasília. O programa que mais me marcou foi o 383- Mudança de hábitos. Foi o primeiro programa do Café Brasil que eu ouvi e também o primeiro podcast que eu ouvi na vida, também tava vivendo uma época quieta, achando que muita coisa errada tava acontecendo e o programa explodiu minha cabeça, que eu percebi que o problema era comigo mesmo, sou muito grato a vocês por isso viu? Desejo parabéns ai pelos 10 anos e que venham muito mais, pessoal, um forte abraço.”

“Bom dia, boa tarde, boa noite. Meu nome é Carlos Henrique, moro na Tijuca, Rio de Janeiro, Capital. Difícil pra mim foi escolher um programa que mais me marcou, sou ouvinte há aproximadamente 5 anos, eu vou ficar então com o programa 389, “Os dois deuses do Brasil” que me fez refletir como temos a mania de transferir a responsabilidade para os outros. No meio corporativo não é muito diferente, recebemos uma demanda não dedicamos o tempo necessário pra fazer um planejamento decente, executamos num  popular “nas coxas”, entregamos fora do prazo e o produto não atende.  E ai quando nos é perguntado o que que houve, aí a criatividade aflora né, a equipe de marketing não especificou corretamente como que queria o produto, o departamento financeiro não liberou a verba a tempo para aquisição de recursos e por ai vai. Enfim, é isso, parabéns ao Café Brasil, parabéns ao Luciano e toda a sua equipe, vida longa ao Café Brasil. Um grande abraço.”

“Olá Luciano, bom dia, boa tarde e boa noite. Cara, eu queria te parabenizar muito pela iniciativa desse teu programa que comemorando agora 10 anos já mostra como boas iniciativas podem…boas e pequenas iniciativas podem fazer grandes mudanças na vida de algumas pessoas. Sou ouvinte do Café Brasil há pouco menos de um ano e nesse meio tempo ouvindo, tanto você como vários leitores que através de comentários, a gente vê que tiveram vários porquês que você foi levantando na cabeça da gente que faz a gente acabar procurando informação, procurando conteúdo. Isso acho uma parada muito maneira, muito bacana, sabe. Como eu disse eu, apesar de ser ouvinte há pouco tempo, mais eu já tenho dois, não tenho um programa específico que eu gosto muito, tenho dois programas. Duas sequências de programa sobre a produtividade que me foi muito importante na época, ano passado, quando eu estava na universidade passando por um momento muito complicado e que pequenos toques assim fizeram…ajudaram muito e um outro é agora sobre o olhar despoluído que tá…que junto… eu já tinha começado a adotar essa postura de tentar despoluir o olhar e ver que existem outras pessoas que estão fazendo a mesma coisa, só me influenciam para continuar fazendo o que eu já estava tentando, sabe. Desculpe o comentário longo, mas cara, muito obrigado  mesmo por tudo.”

“Olá amigos do Café Brasil. Me chamo Antonio Balbino do blog balbino.info. Sou iniciante no mundo podcastal, no entanto sei da dificuldade. Realmente é pra quem ama o que faz. O programa que mais me marcou, eu tenho certeza que apenas pela música, todos irão lembrar. Sim, foi o programa 405. Sou fã do Murilo, mas não imaginava a sua trajetória nem tampouco o nível de conhecimento do mesmo. Desde esse programa minha mente abriu para um mundo ainda não explorado. Jamais pensei que fazer standup era tão complexo. Isso realmente mudou a forma de desenvolvimento do meu conteúdo. Comecei a observar o mundo de maneira realmente diferente. Não vivo apenas no meu mundinho. Não cheguei ao ponto de ler Capricho, mas aumentei meu campo de visão. Luciano.O Café Brasil é um programa que vem recheado de conhecimento, críticas sempre construtivas e em todos os programas minha mente explode mesmo e eu tenho que passar horas e horas refletindo tudo, sem falar ns pesquisas que o mesmo  me obriga a fazer. Luciano, sou teu fã, admiro muito o seu trabalho e você mudou positivamente ou não, a minha vida. Hoje sou um crítico de muitos assuntos, não escuto apenas um lado da história e jamais fico em cima do muro. Um abraço e parabéns pelo ótimo trabalho. Que venham mais dez anos e que minha cabeça realmente exploda.”

“Olá Luciano. Meu nome é Carla, tenho 24 anos e o episódio do Café Brasil que mais me tocou foi o 420 – Zona da indiferença, porque: como é difícil a gente sair da zona da indiferença. Todo dia a gente se encontra numa situação que a gente pensa: porque que eu não fiz alguma coisa sobre isso. O nó da boiada é muito forte, é muito difícil, sei disso. E também foi um dos primeiros episódios do podcast que eu ouvi. Então me marcou muito. Todo dia eu penso sobre isso. Abraço, parabéns pelos dez anos do Café Brasil.”

“Olá Luciano, bom dia, boa tarde, boa noite. Eu me chamo Arnaldo, moro aqui em Goiânia e queria passar aqui pra agradecer a você e a toda equipe do Café Brasil pelos dez anos de programa. Confesso que fui extremamente impactado desde o dia que conheci o seu programa, há dois anos atrás, pelas altas dosagens de cultura distribuídas em forma de cafezinho. E um dos programas seus que mais me impactaram, mais me emocionaram e me influenciaram, foi o 421 chamado – Pedras no lago. E desde aquele dia eu passei a perceber a minha capacidade de influenciar os outros e passei a ouvir o Café Brasil sempre com o intuito de pegar uma pedrinha para lançar no lago. E através do seu programa eu tenho lançado pedrinha no lago e tenho conseguido novos ouvintes para o seu programa Café Brasil . Alguns desistiram, outros continuaram na missão de serem despocotizados e hoje estão… são ouvintes número um de seu programa. E eu não poderia deixar de agradecer a você, à Ciça e ao Lalá e continue a jogar as pedrinhas que eu vou continuar jogando-as no lago.”

“Olá Luciano, Lalá, Ciça, bom dia, boa tarde, boa noite. Meu nome é Caio Barbosa, sou de Belo Horizonte estudante de engenharia elétrica da UFMG e o programa que mais me marcou foi o 422 – sobre o último dia, que pra mim já faz parte de um ritual assistir a palestra do Steve Jobs todo ano.Eu sempre tive um medo muito grande da morte, mas esses discurso dele me ajudou muito a me motivar e conseguir trilhar os caminhos que eu penso na minha área de engenharia, tanto que eu consegui fazer um intercâmbio nos Estados Unidos e hoje em dia eu estou muito mais motivado. E a palestra do Prof. Clóvis também, ue a questão da felicidade é sempre bem vinda, achar alguma coisa que você seja feliz fazendo, pra valer a pena. Porque, só trabalhar, conseguir dinheiro, não é o ideal. Então, parabéns por esses dez anos e que venham mais dez, vinte, trinta, porque o nosso cafezinho é muito importante até para a motivação de ser um cidadão completo e  tentar melhorar o nosso país. Abraços, tudo de bom.”

“Oi Luciano. Eu sou Ana Paula, uma carioca que mora em Quiaú no interiorzaço da Bahia e acredito que você foi muito duro ao pedir pra gente escolher só um programa que tenha impressionado. Mas enfim: se é pra ser só um, eu tenho que admitir que o programa 422 – O último dia, funciona quase que como uma oração para mim. De tempos em tempos eu escuto e sempre, sempre, tiro uma nova lição de lá. Comecei com a lição básica de valorizar a vida, passei pela importância que é viver no presente e hoje eu to na percepção que a escolha é o maior poder que o ser humano tem nas mãos. Não importa se sabemos usá-lo ou não, todos nós já nascemos com o poder de escolha. E como já é manjado esse  poder vem acompanhado de grandes responsabilidades. Acredito sinceramente que isso justifica porque a maioria escolhe deixar as escolhas pros outros. Isso permite que eles se sintam eximidos da culpa pelas consequências que toda decisão determina. Uma pena, né. Porque, ao decidir dar o seu poder de escolha a alguém, você se torna  no mínimo, um cúmplice covarde. É isso, Luciano. Um beijo enorme pra você e muitos, muitos, muitos anosde uma vida nutritiva e saborosa para o nosso Café Brasil.”

“Olá Luciano, Lalá e Ciça. Aqui é Roni Araújo e falo da cidade de Brotas de Macaúbas, no interior da Bahia. Estou passando por aqui pra marcar presença nesse dia tão especial para o Café Brasil. O dia que ele completa dez anos. Sou ouvinte mais ou menos há três anos e o programa que mais me marcou, sem dúvida, foi o 424, com o nome de – Até os 27, que fala sobre as lendas do rock e do pop que morreram aos 27 anos. Aquele programa me marcou bastante, Luciano. Com trilha sonora perfeita e com os seus comentários que são sempre certeiros. Faço votos de mais dez anos e mais dez anos de Café Brasil e que você continue nos brindando com esse programa de excelente qualidade. Muito obrigado e até uma próxima.”

“Olá Luciano. Olá pessoal do Café Brasil. Meu nome é Bruno, eu falo de Belém do Pará e o podcast que mais me marcou definitivamente, foi o 436 – Dark side of the moon. Eu costumo ouvir os programas do Café Brasil quando estou no carro. Esse, quando eu comecei a ouvir, eu percebi o potencial da coisa, parei na hora, esperei chegar em casa, esperei meus filhos dormirem, minha esposa dormir, coloquei um fone de ouvido, abri uma garrafa de vinho e mandei ver. Cara!  Que experiência! Essa mistura do Café Brasil com o Pink Floyd, com uma garrafa de vinho, isso me tirou da realidade. Acho que faz tempo que eu não escutava um álbum  inteiro. Até tentei repetir depois com outros álbuns do Pink Floyd, mas a experiência não foi a mesma sem as curiosidades que tu colocaste no programa. Então é isso. Parabéns, parabéns  por tudo, teu programa é sensacional, ouço todos os episódios, não perco um e eles só trazem um amadurecimento e uma visão de mundo muito mais preparada. É isso, cara! Parabéns e tudo de bom!”

“Olá amigos do Café Brasil. Eu me chamo Matheus Amaral e tenho 18 anos. O programa que mais me marcou foi o 439 – O limite da liberdade que me fez mudar as minhas ideias sobre a sociedade como um todo e também por ter sido o primeiro Café Brasil que eu ouvi. Parabéns pelos dez anos, Luciano, pra toda a equipe e que pro bem de todos nós, tenha mais dez. Abraço.”

“Olá amigos do Café Brasil. O programa que mais me marcou foi o 446 – Conspiradores. Mesmo escutando poucos programas até agora, fico seguro em escolher esse pois você diz coisas que já venho pensando há algum tempo. Parabéns e obrigado pelo trabalho.”

“Luciano e sua equipe. Bom dia, boa tarde, boa noite e parabéns por dez anos de Café Brasil. Meu nome é João Paulo e eu falo aqui da Inglaterra. Sou um ouvinte um pouco recente, por isso eu não tenho um espaço para mostrar muito grande. Mas dentre os programas que eu ouvi, o que mais me chamou a atenção foi o de número 448 – O que se vê e o que não se vê. Este programa abriu meus olhos e enxerguei loucura nas ações de sabedoria em Aristo. Mesmo ouvindo há pouco tempo o Café Brasil vi a importância que ele tem para a sociedade brasileira. Por isso, Luciano, eu sou muito grato. Parabéns mais uma vez e esteja sempre em progresso, o Café e o Brasil.”

“Olá Luciano. bom dia, boa tarde, boa noite. Aqui é o Leonardo de Criciúma, Santa Catarina. Primeiro de tudo eu quero te parabenizar pelo trabalho incrível que tu tens feito, por dez anos de Café Brasil, puxa vida, que tanto tempo. Queria eu ter tido a oportunidade de conhecer o teu trabalho antes. Como o meu raciocínio lógico, como os meus pensamentos tem sido desafiados, os meus paradigmas tem sido reavaliados desde que eu comecei a ouvir o programa. Muita coisa tem mudado na minha linha de pensamento, muitas coisas tem acontecido comigo, eu tenho saído da minha zona de conforto, eu tenho executado e testado pensamentos diferentes. Depois de ouvir o seu programa sobre boas notícias, sobre coisas boas, eu fiz esse exercício e realmente, é difícil falar de coisas boas. Mas eu queria falar em algo mais específico pra mim hoje. Eu já ouvi umas duas ou três vezes o teu programa que fala sobre a Revolta do Tico. Caramba cara! Como é difícil, é muito difícil conseguir aplacar o Teco. Eu nao tinha percebido o quanto as minhas vontades primárias ainda me dominavam. E uma das coisas que eu tenho observado que eu deixei um pouco de lado é a procrastinação. Eu realmente tenho me esforçado mais em coisas que me dão mais trabalho, mas que vão dar resultados a médio e longo prazo. Eu estou iniciando novos projetos e novas atividades na minha vida que vão me trazer resultados mais pra frente. Estou fazendo isso publicamente, me comprometendo publicamente, porque eu entendo que assim eu vou conseguir acalmar o Teco. Cara! Mais uma vez muito obrigado e não vejo a hora de chegar nas terças feiras pra poder ouvir esse cafezinho. Parabéns e até mais.”

“Oi Luciano. Aqui é o emer, de Rondônia e estou mandando essa mensagem porque programas como o Olhar não poluído, posicionamentos como o do Marcel, nos dão a expectativa de que a solidão, ela não existe. Você inspirou um jovem há seis, sete anos atrás, a tentar conspirar contra o sistema. Primeiro dentro de uma vice prefeitura e depois dentro de uma secretaria de estado de educação e agora, mesmo fora da secretaria de educação, as sementes lançadas continuam crescendo. Como o Face escola e os programas ………… Em Rondônia tem os Emersons, tem os Joões e Marcelos, Em Belém, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte… eu estou um pouco ofegante porque eu tenho por hábito quando eu tenho folga, correr. Aí eu parei a corrida para compartilhar com vocês o meu sentimento de pertenciment0, meu sentimento de que nós temos algo pelo que lutar. Nós temos algo porque trabalhar. podemos ter esperança e o Café Brasil tem sido a argamassa que une essa turma toda pelo Brasil inteiro. Seus textos, as iscas, os colaboradores, o podcast, são muito inspiradores. São combustíveis para que a gente continue, alguns de forma mais silenciosa, outros em uma tribuna, em uma secretaria ou num escritório de advocacia, ou numa clínica médica, continuemos essa luta por nós, pelos nossos filhos. Por que que a gente passa por essa vida? O que a gene vai deixar neste mundo? Abandonar o Brasil a quem só quer pilhar? Entregar esse tesouro, que não pode ser medido por quem não consegue enxergar o amanhã? Isso não vai acontecer. A mudança tá acontecendo. E a conspiração vai continuar sendo norteada por ideais ou valores, por mentores, como você e outros tantos exemplos que a gente tem pelo Brasil. Um abraço aí de Rondônia, um abraço pro Marcel, foi emocionante a fala dele que seja realmente uma lâmpada lá a iluminar aquela ponta maravilhosa do Brasil que é o rio Grande do Sul e você a irradiar isso pro mundo, na América do Sul e no nosso lindo, maravilhoso, espetacular Brasil. Abraço, Luciano. vida longa e próspera.” 

“Olá Luciano. Bom dia, boa tarde, boa noite, como preferir. Bom. Eu sou o Paulo, tenho 18 anos, não sou mestre, não sou graduado, não sou nada, apenas cursando graduação no momento. Já me adianto, peço perdão pelo barulho dos carros ao fundo, mas eu acho que esse é um barulho que representa muito bem a cidade que eu amo e a cidade que eu vivo que é a cidade de São Paulo. É uma cidade que eu, particularmente, admiro muito. E Luciano, você me despertou um interesse que não tem como descrever, eu ainda sou um garoto novo, eu tenho apenas 18 anos e é algo muito diferente eu estar ouvindo ideias, eu estar ouvindo coisas que pra mim eram muito distantes, como, por exemplo, eu chegar a dizer um dia que eu amo o país que eu vivo ou que eu amo a cidade que eu vivo. Eu sempre fui aquele tipo de jovem rebelde com tudo, rebelde com a vida, rebelde com tudo o que acontece. Nunca dei valor ao país que vivo e como aquele nosso amigo falou, nosso  amigo brasileiro que foi pra Holanda disse, no 451, ele falou que na primeira chance que nós tivermos pularsmos fora do Brasil e eu sempre disse isso, pra quem estiversse na minha roda de amigos. a minha vontade é sair do Brasil, porque aqui não dá mais, eu sempre pensei assim, só que depois de ouvir o podcast 449 sobre o despoluir olhares e o 451, eu parei pra olhar e parei pra admirar como eu amo o meu país. Como que eu gosto do meu país. Ele é o país que me abraçou, é o país que eu escolhi viver e é o páis onde eu estou hoje. Hoje eu ouvi algo que me impactou muito, que me botou pra pensar e me colocou na parede. Dentro do meu trabalho eu ouvi algo, uma pessoa falou pra mim quando eu falei pra ela que eu tinha 18 anos, essa pessoa olhou pra mim e disse: você é o futuro. Você é o futuro deste país, você é o futuro de tudo que vai acontecer lá  na frente. O próximo líder, pode ser você. A próxima pessoa a estar no comando, o próximo presidente da república, é você. Isso é algo que sempre me impactou muito, porque querendo ou não, hoje os jovens são o futuro da nossa nação. Os jovens que nós vemos hoje, são o futuro da nossa nação. E eu muitas vezes me perguntei, Luciano, eu pergunto durante muito tempo: como será a nossa nação? Como vai funcionar a nossa nação com a juventudo dque nós temos hoje. Com relação ao meu país e com relação aonde eu vivo, eu tenho um olhar muito despoluído, hoje eu já posso dizer que eu gosto do país que eu vivo, como eu disse no começo, eu não gostava do país que eu vivia, não tinha prazer, mas hoje eu tenho prazer em ser brasileiro. E hoje eu tenho que fazer as coisas pra mudar e hoje eu tento ir à frente, invisto em movimentos, invisto meu tempo em movimentos, em causas, em pensamentos, mas eu sei que não é a maioria da juventude que pensa assim. Isso me traz um questionamento muito grande, Luciano, sobre o que vai ser do nosso país amanhã. O que vai ser do nosso país quando todos esses líderes morrerem todos os líderes que estão hoje, a presidente Dilma que está no país ao rumo do país, atualmente, quando isso acabar, quando acabar essa geração que está no poder, que está no governo agora e começar uma geração nova. Eu ainda tenho um olhar muito poluído sobre o que é a minha geração atual. É algo que eu penso muito, qual é o futuro da nossa nação, Luciano. Bom. Um breve pensamento, eu acho que já falei demais e finalmente perdi a vergonha de falar pra você ou de falar com você, porque eu já estou pra fazer isso há muito tempo e nunca tive coragem, essa é a primeira vez. Então, Luciano, obrigado. Obrigado por me ouvir, independente se você vai ouvir ou não, se você vai colocar no programa ou não, obrigado. Por me ouvir e ouvir o meu desabafo que eu sempre tive. Um abraço, Luciano. Tchau tchau.”

Bem, fiz questão de terminar com a mensagem do Paulo, um garoto de 18 anos, que me parece emocionado ao se questionar sobre seu papel no futuro desta nação.

Olha Paulo e ouvintes, eu comprei um desafio 10 anos atrás, sem qualquer expectativa a não ser meter a cara e dizer o que eu penso. Não me importa se as pessoas vão gostar do que ouvem, me importa que elas pensem. Achei que esta seria uma forma de contribuir com o futuro deste país. E quando o Paulo de 18 anos ou a Bruna de 16 mandam comentários dizendo que o Café Brasil os está orientando, eu dou minha missão como realizada. Aliás, muito bem realizada. E ganho mais motivação para continuar.

Muito obrigado a você que está conosco aqui, há, sei lá, 520 semanas, 16 mil minutos, 266 horas, 2.600 músicas e milhares de ideias.

Lalá, vamos aumentar a festa? Manda o Postmodern Jukebox, é claro!

All About That Bass
Meghan Trainor
Kevin Kadish

Because you know I’m all about that bass
‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass

Yeah it’s pretty clear, I ain’t no size two
But I can shake it, shake it like I’m supposed to do
Cause I got that boom boom that all the boys chase
All the right junk in all the right places
I see the magazines working that Photoshop
We know that shit ain’t real
Come on now, make it stop
If you got beauty beauty just raise ‘em up
Cause every inch of you is perfect
From the bottom to the top
Yeah, my momma she told me don’t worry about your size
She says, boys they like a little more booty to hold at night
You know I won’t be no stick-figure, silicone Barbie doll
So, if that’s what’s you’re into
Then go ahead and move along

Because you know I’m all about that bass
‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass

I’m bringing booty back
Go ahead and tell them skinny bitches Hey
No, I’m just playing I know you think you’re fat
But I’m here to tell you that
Every inch of you is perfect from the bottom to the top
Yeah, my momma she told me don’t worry about your size
She says, boys they like a little more booty to hold at night
You know I won’t be no stick-figure, silicone Barbie doll

So, if that’s what’s you’re into
Then go ahead and move along

Because you know I’m all about that bass
‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass

Because you know I’m all about that bass
‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass

Because you know I’m all about that bass
‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass, no treble
I’m all ‘bout that bass, ‘bout that bass

Sou mais um corpo violão

Pois você sabe, eu sou mais um corpo violão
Um corpo violão, não um tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão, não tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão, não tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão

É, está bem claro, não visto 38
Mas posso rebolar, rebolar, rebolar, como devo fazer
Pois tenho aquela performance que os meninos querem
Todas as gostosuras nos lugares certos
Eu vejo as revistas abusando daquele Photoshop
Sabemos que essa porcaria é uma ilusão
Fala sério, faça isso parar
Se você tem beleza, beleza, eleve-a
Pois cada pedacinho de você é perfeito
Lá de baixo até o topo
É, minha mãe me disse “não se preocupe com seu peso”
Ela diz “meninos gostam de ter o que apertar à noite”
Você sabe que não vou ser uma vara pau, Barbie siliconada
Então, se é isso que você prefere
Saia daqui e parta para outra

Pois você sabe, eu sou mais um corpo violão
Um corpo violão, não um tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão, não tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão, não tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão

Estou trazendo as bundas de volta
Vá e diga a essas vadias magrelas ‘e aí’
Não, estou brincando, sei que você se acha gorda
Mas estou aqui para te dizer que
Cada pedacinho de você é perfeito, lá de baixo até o topo
É, minha mãe me disse “não se preocupe com seu peso”
Ela diz “meninos gostam de ter o que apertar à noite”
Você sabe que não vou ser uma vara pau, Barbie siliconada

Então, se é isso que você prefere
Saia daqui e parta para outra

Pois você sabe, eu sou mais um corpo violão
Um corpo violão, não um tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão, não tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão, não tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão

Pois você sabe, eu sou mais um corpo violão
Um corpo violão, não um tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão, não tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão, não tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão

Pois você sabe, eu sou mais um corpo violão
Um corpo violão, não um tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão, não tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão, não tipo flauta
Sou mais um corpo violão, um corpo violão

E ao som do PostModern Jukebox com ALL ABOUT THAT BASS,  vamos terminando este Café Brasil mais do que especial… ah, você deve estar achando esquisito nesta festa de 10 anos não ter música brasileira, só estrangeira, não é?

Sabe porquê, hein? É porque me deu vontade…

Comigo, Lalá Moreira na técnica, eu Ciça Camargo na produção e eu Luciano Pires, na direção e apresentação.

Este é o Café Brasil, que chega a você… ah, você já sabe, né?

Então fique com uma frase chavão, mas que é a que melhor cabe agora, pois para alguns será uma ameaça:

Bem vindo ao primeiro dia dos próximos dez anos do Café Brasil!