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Luciano Pires -

Olha só: tem um grande inimigo que vive dentro da gente, e que tem uma voz que vive dizendo assim:

– Você não é bom o suficiente… Você não vai conseguir … Desista ou nem comece … Essa sua ideia é uma merda… Ninguém está interessado nisso…

Você já ouviu essa voz? Sabe de onde ela vem, hein? É sobre ela que vamos falar hoje.

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite. Este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Este programa chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera, que trabalham para que um inestimável tesouro chegue a seu alcance: a cultura. Acesse facebook.com/itaucultural e facebook.com/auditorioibirapuera.

E quem vai levar o exemplar de meu livro ME ENGANA QUE EU GOSTO é o André William Moisés, que mandou este comentário:

“C-A-R-A-L-H-O Luciano, desculpa começar o comentário assim, mas foi a melhor palavra que achei para expressar o que estou sentindo. Primeiramente deixa eu me apresentar, sou André moro em São Paulo e escuto os podcasts do Café Brasil há quase 1 ano. Te conheço já de outros carnavais, mas só tomei contato com o mundo podcast recentemente. Ouvindo o podcast Pinguinho de Gente, precisei parar tudo que estava fazendo pra poder comentar. Agora são 20:30 de uma sexta feira, estou trabalhando em uma ferramentaria, é um setor dentro de uma metalúrgica, vou trabalhar no sábado e no domingo pois tem um serviço aqui que estamos com muita urgência e precisa ser feito o quanto antes, mas tive que parar tudo pra poder comentar. Me considero um ogro, tenho 31 anos, um metro e oitenta de altura e peso cerca de 130 Kg. Ouvir este podcast me arrepiou e as lágrimas desceram. Quando ouvi a Valsinha de Chico Buarque então...

… tremi, não sei bem o motivo pois nunca passei nada parecido com a história daquele rapaz, mas me emocionou de verdade, acho que é somente empatia mesmo. Já escutei uns 150 podcasts seus e já tive vontade de comentar em muitos mas este é o primeiro que me fez de fato refletir. O garoto teve de tudo, talento, oportunidade, amigos, sorte e sei lá mais o que, mas se não quisermos de verdade, nada dá certo.

Obrigado Luciano por abrir minha mente e por nos dar este prazer que é o Café Brasil, um grande abraço.”

O André se refere ao programa 106 – Pinguinho de gente, no qual eu conto a história de Charles da Flauta, garoto prodígio que encantava as pessoas nas ruas de São Paulo com sua flauta mágica e que depois, por falta de uma armadura emocional, deixou-se levar pelo vício, pelas drogas, jogando fora uma carreira promissora. É uma história emocionante e eu vou aproveitar a lembrança do André para tratar desse tema: a armadura emocional. Obrigado André. Mande o endereço para receber os seus brindes.

Muito bem. Além do livro, o André receberá um kit DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculino e feminino. PRUDENCE é a marca dos produtos que a DKT distribui como parte de sua missão para conter as doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para o controle da natalidade. O que a DKT faz é marketing social e você contribui quando usa produtos Prudence. Acesse: facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então! Ô dois! Hoje eu quero com emoção hein!

Na hora do amor, use:

Lalá e Ciça – Prudence.

A primeira vez que usei esse termo “armadura emocional”, foi num texto escrito a partir de experiências próprias e que me veio à mente em duas ocasiões, durante almoços com amigos que buscavam me ouvir sobre uma importante decisão.

Os dois almoços aconteceram em épocas diferentes, mas o tema era o mesmo: os dois executivos estavam para tomar a decisão de sair da empresa na qual trabalhavam e onde eram bem sucedidos. Um deles, jovem, na casa dos 40 anos. O outro já com 65 anos, prestes a se aposentar. Queriam saber como era.

E lá fui eu, tentando não ser óbvio:

“É claro que você já sabe que no momento em que deixar a empresa, perderá tudo aquilo que no contexto da sociedade faz de você uma pessoa importante: o sobrenome corporativo, o carro novo, as reuniões importantes, os baba ovos, o poder. No lado material essas coisas podem ser trabalhadas, dependem de sua eficiência profissional. O problema é o lado intangível, o que se passa dentro da sua cabeça.

Comece com o que eu chamo de ‘timeframe’: defina um prazo. Quer sair quando, hein? Daqui a seis meses? Cinco anos? Essa primeira definição é fundamental, é ela que orientará suas escolhas daqui para a frente.

Outra coisa imprescindível: crie uma armadura emocional.”

Diante da expressão de curiosidade, eu continuei: “O que mais me incomodou desde que deixei o universo corporativo foi manter a estabilidade emocional quando eu me vi ‘desimportante’, esperando na recepção, encontrando resistência para marcar reuniões, sendo esnobado por clientes e não tendo equipes para me dar suporte. No lado financeiro também houve um baque. Sem o salário garantido eu teria que repensar cada investimento, não poderia dar mais à minha família certos confortos sem preocupação. Sem uma armadura emocional essas constatações derrubam nossa auto estima, fazem com que questionemos nossa capacidade de resolver problemas, nos deixam amargos, colocam o trabalho que fazemos em xeque. Se você não se preparar emocionalmente, entrará numa espiral destrutiva, perderá o tesão de lutar por seus objetivos, até chegar no inferno de qualquer empreendedor: a insegurança. É exatamente aí que a armadura emocional cumpre um papel fundamental.

A armadura emocional não se aprende na escola. É claro que você pode contar com ajuda externa de mentores, coaches e gurus que darão dicas preciosas, mas que sempre serão algo de fora para dentro. A armadura emocional vem de dentro para fora. Começa com uma profunda reflexão sobre o impacto e influência que a decisão de sair, a mudança, causará sobre você e sobre os que o rodeiam. Passa por um exercício de cenários, quando você deve mentalmente imaginar as situações que podem acontecer, praticar aquele “e se?”. Depende de uma idéia clara de propósito: você está a serviço de quê?

É também necessário conhecer muito bem as expectativas das pessoas que dependem de você e calibrá-las para a nova fase.

E o principal: você tem que ser capaz de gerenciar suas próprias expectativas, não sonhar alto demais, não achar que todas as pessoas querem seu sucesso e vão te ajudar. Não querem e não vão.

Resumindo: fixe o prazo para sair e construa uma armadura emocional. O resto depende de sua eficiência profissional, e isso você tem de sobra.”

Meu amigos? Pagaram o almoço…

O bom
Carlos Imperial

Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom

Ah! Meu carro é vermelho
Não uso espelho pra me pentear
Botinha sem meia
E só na areia eu sei trabalhar
Cabelo na testa sou o dono da festa
Pertenço aos dez mais
Se você quiser experimentar
Sei que vai gostar

Quando eu apareço
O comentário é geral
Ele é o bom é o bom demais
Ter muitas garotas para mim é normal
Eu sou o bom entre os dez mais
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom

Rararara… que festa, cara! Você ouve O BOM, de Carlos Imperial, o petardo que se transformou no primeiro sucesso de Eduardo Araújo. Aqui com o famoso, o fantástico o primeiro e único Coral Café Brasil, Luciano, Lalá e Ciça! Vai moçada!

Hoje nós estamos com a macaca, viu!!!

Armadura emocional. Sabe que é isso que acho que falta para a maioria das pessoas? A gente coloca o foco nas questões operacionais, estudando, aprendendo e desenvolvendo habilidades, mas esquece de desenvolver a mente, de refletir sobre nossa capacidade de manter o equilíbrio diante dos desafios, de ser… resiliente. E é exatamente essa falta de reflexão sobre essas questões que envolvem o emocional, que nos enfraquece, nos impede de seguir adiante, nos deixa angustiados e frágeis. E abre espaço para um grande inimigo que vive dentro da gente, aquela voz que vive dizendoassim ó:

– Você não é bom o suficiente… Você não vai conseguir … Desista ou nem comece … Essa sua ideia é uma merda… Ninguém está interessado nisso…

Sabe como é, hein? Você já ouviu essa voz?

A voz que está sempre por aí, assombrando, criando uma resistência pra você não fazer acontecer aquilo que você deseja. Bem, fique frio, viu. Acho que todo mundo ouve essa voz, e o segredo está em como se preparar para enfrentá-la. Há quem chame essa voz, esses pensamentos de auto sabotagem, um rótulo precioso, que deixa claro: somos nós mesmos que criamos essas barreiras que nos abalam emocionalmente e nos mantém presos no mesmo lugar, com medo de se mover. Auto sabotagem é aquela força negativa interna que surge sempre que lidamos com um sonho, com uma aspiração positiva, especialmente aquelas que parecem – note que eu disse parecem – muito distantes de nossa capacidade. E não se engane, essa força é poderosa, cruel, infatigável, sempre disposta a nos impedir de desempenhar o melhor de nós mesmos. E ela está aí ó, dentro de você e se apresenta de várias formas: medo, sensação de solidão, preguiça, tendência à procrastinação, distração… Essa força nos impele a deixar pra depois, a tirar uma folguinha, a desviar o foco, a abraçar os maus hábitos.

Bem vindo, bem vinda ao mundo real.

De vencido a vencedor
Roberto Stanganelli
Ari Guardião
Tonico

Um exemplo meu amigo, de um perdido sofredor
Já não é mais um mendigo, vive na paz do amor
Batalhou, mesmo consigo de vencido a vencedor.

Sempre é tempo de aprender, exemplo do semeador
Mais paciência no sofrer, sorria da própria dor
Coragem para viver de vencido a vencedor.

Ah, que delícia… Tonico e Tinoco no Café Brasil, com DE VENCIDO A VENCEDOR, de Roberto Stanganelly, Ari Guardião e Tonico.

A mensagem de carinho do mais puro e terno amor
Pois ninguém está sozinho na hora da grande dor
Jesus Cristo é o caminho do vencido ao vencedor.

Imagino que essa auto sabotagem seja a força por trás do Charles da Flauta, que o impediu de seguir desenvolvendo o talento. É ela que derruba muita gente competente. Para combater a auto sabotagem e criar a armadura emocional é necessário tomar algumas medidas. A primeira é reconhecer que ela existe e saber que é uma criação sua, da sua mente. Você é quem dá a ela o poder, ao ter medo dela. A saída então é esforçar-se para enxergar através do medo, a compreender que essa resistência é um fantasma e então… mergulhar de cabeça no trabalho.

E ao mergulhar no trabalho,  se esforçar para repetir sempre, bons hábitos. A quebrar os problemões em pedacinhos, a entender que as coisas não precisam ser 100% resolvidas imediatamente, que aos poucos a gente chega lá.

Em minha palestra Meu Everest digo sempre que “nada resiste a um passo de cada vez, pequeno, constante e sistemático”.  Um passinho…depois outro… e mais outro… e uma hora você chega lá.

Devagar, devagarinho
Martinho da Vila

É devagar
É devagar é devagar devagarinho
É devagarinho
É devagar
É devagar é devagar devagarinho
Devagarinho é que a gente chega lá
Se você não acredita você pode tropeçar
E tropeçando o seu dedo se arrebenta
Com certeza não aguenta
E vai xingar
refrão
Eu conheci um cara
Que queria o mundo abarcar
Mas de repente deu com a cara no asfalto
Se virou olhou pro alto
Com vontade de chorar

Sempre me deram a fama
De ser muito devagar
E desse jeito vou driblando os espinhos
Vou seguindo o meu caminho
Sei aonde vou chegar

Como assim, Martinho? Devagar? Num mundo onde todo mundo tem pressa? Bem, a mensagem aqui não é propriamente pra andar devagar, mas de não atropelar, de saber que as coisas levam tempo e que existem riscos na aceleração. E que o segredo é manter tudo andando… Mesmo que seja devagarinho. Mas tudinho, sacou?

Muito bem. Deixe-me voltar àquele almoço com os amigos. Com o mais velho, de 65 anos. Ele acompanha minha carreira de perto, e num determinado momento do almoço me surpreendeu ao dizer assim ó:

– Luciano, conheço dezenas de caras que fizeram como você, saíram da empresa, abriram negócio próprio, consultorias, e… quebraram a cara. Alguns, que deixaram cargos de prestígio e guardaram uma boa grana, estão muito mal, sem sucesso, quebrados mesmo, dependendo de ajuda para viver. Você é um dos poucos que conheço que conseguiu ser bem sucedido. Parabéns.

Pô meu, aquele comentário caiu como uma bomba! Eu nunca tinha parado para pensar nisso, jamais me passou pela cabeça que o que faço poderia não dar certo. E talvez haja aí uma outra lição: a projeção positiva, pensar que vai dar certo, sim. Não resolve nada, mas ajuda um monte. É claro que em alguns momentos surge uma apreensão, aquele  famoso “e se?”… Mas quando isso acontece eu atropelar esse pensamento mergulhando de cabeça no trabalho.

Quer saber? Acho que construí uma puta armadura emocional, que cala a boca do meu auto sabotador.

Mas mesmo assim de quando em quando me pego repetindo atitudes auto destrutivas. Estou convivendo com uma delas neste exato momento, sabe? No novo estúdio do Café Brasil, montei uma área para a gravação de videocasts, de palestras e cursos. Estou empenhado em criar um novo negócio focado na distribuição de conteúdo de treinamento pela internet. Tá tudo na mão, cara mas não anda. Tenho ainda uma resistência, que a cada momento cria uma barreira. “Ah, falta o microfone”, “ah, agora falta o fio”, “ah, agora falta o buraco na mesa”, “ah, falta o laptop configurado”, cara… tudo isso impedindo que eu comece de vez o projeto. Estou com tudo na mão… mas não começo.

O psicólogo norte americano Stanley Rosner, autor do livro O ciclo da auto sabotagem, diz que a auto sabotagem é a tendência a repetir, indefinidamente, atitudes destrutivas. É claro que a maioria das pessoas não percebe o que faz. Prefere acreditar que a insatisfação é apenas fruto de algo externo. E essa negação faz com que ela siga em frente, sempre sofrendo. A auto sabotagem pode se manifestar em absolutamente todos os aspectos da vida: no namoro, no casamento, na criação de filhos, na escola, no trabalho. E Rosner diz:

“Evitar as repetições destrutivas é muito difícil, porque elas estão consolidadas em nosso inconsciente desde muito cedo. Uma pessoa pode até perceber sua compulsão em agir daquela maneira e, a partir disso, acreditar que poderá controlar-se da próxima vez. E mais uma vez ela age destrutivamente e crê que na próxima ela evitará e assim por diante. Por isso eu digo que estar ciente de seu padrão de repetições é extremamente importante, eu diria que é o primeiro passo. Mas o caminho para estancar esse comportamento é ir de encontro ao trauma que está na raiz de tudo. Enfrentar esta tristeza.”

Pô, qual será o trauma que me impede de acelerar nos videocasts? Acho que é porque eu me acho feio…

Auto sabotagem. Ah! Como é duro brigar com essa bandida. Mas ela não vai ganhar, não.

Vou meter o pé na bunda dessa filha da p…

E você, hein? Já pensou na sua armadura emocional? Tá brigando com seu auto sabotador, sua auto sabotadora? Fica esperto, meu. Ele conhece você muito bem…

Então, é assim, ao som de O BOM, na versão original gravada por Eduardo Araújo em 1967, que vamos saindo de mansinho.

Com o emocionalmente controlado Lalá Moreira na técnica, a descontrolada Ciça Camargo na produção e eu, este cavaleiro da resistência Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte André William Moisés, Charles da Flauta, Tonico e Tinoco, Eduardo Araújo, Martinho da Vila e…o Coral Café Brasil!

Um dos principais caminhos para combater a auto sabotagem é o conhecimento. Por exemplo acessando páginas que trazem conteúdo precioso, como as da Pellegrino, que além de ser uma das maiores distribuidoras de auto e motopeças do Brasil, também distribui conhecimento sobre gestão, comunicação e outras coisas legais em sua página em facebook.com/pellegrinodistribuidora. Conheça. E se delicie.

Pellegrino distribuidora. Conte com a nossa gente.

Este é o Café Brasil, que chega a você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera. De onde veio este programa tem muito mais. Visite para ler artigos, para acessar o conteúdo deste podcast, para visitar nossa lojinha no … portalcafebrasil.com.br.

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E para terminar, uma frase de Henry Ford

Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo.