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Café Brasil 639 – Chega de falar de política

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Luciano Pires -

Diversos ouvintes mandam mensagens pedindo para que eu pare de falar de política, que querem de volta o Café Brasil que fala de música e de temas mais leves. Tá bom, então eu paro, vai.

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Antes de começar o show, um recado: a transcrição desta entrevista você pode baixar acessando portalcafebrasil.com.br/639

E quem vai levar o e-book Me engana que eu gosto hoje é uma porção de gente, cara… fique esperto

Muito bem. Os ouvintes receberão um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. Para isso, precisam entrar em contato conosco mandando o endereço, talquei?

Você já sabe que boa parte dos resultados da DKT são revertidos para ações sociais de combate às doenças sexualmente transmissíveis e ao controle da natalidade, não é? E agora, estamos fazendo assim: para cada produto PRUDENCE que você adquirir, a DKT doará um produto igual para uma das organizações sociais com as quais ela mantém acordos. Você faz assim, ó: mande uma foto com os produtos que você adquiriu para nosso whatsapp 11 96429 4746 e aguarde uma resposta com informações sobre a entrega dos produtos. Assim, cada vez que você comprar um produto Prudence, estará contribuindo ainda mais para salvar vidas.  facebook.com/dktbrasil

Vamos lá então!

Luciano – Lalá, na hora do amor você usa o quê?

Lalá – Prudence, oras!

Luciano – Muito político você, viu?

O Café Brasil Premium, nossa “Netflix do Conhecimento”, continua na missão de ajudar as pessoas a ampliar seus repertórios e refinar sua capacidade de julgamento e tomada de decisão. Como? Oferecendo conteúdo de alta qualidade, numa espécie de MLA – Master Life Administration. Você duvida, hein? Então acesse CafeDeGraca.com e você poderá experimentar o Premium por um mês, sem pagar.

De novo: CafeDeGraca.com.

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Conteúdo extra-forte.

 

Recebo mensagens de diversos ouvintes pedindo para que eu “vire a chave” dos podcasts e pare de falar de política, que “já deu”. Muito bem, então vou parar de falar e deixar que os ouvintes falem, tá bom? O que vai a seguir são manifestações de ouvintes após a série de podcasts que eu lancei falando das eleições e de Jair Bolsonaro. Curta aí, ó. O programa de hoje é com a voz do ouvinte. Não vou comentar os comentários, você os processe aí da forma que julgar melhor.

“Oi Luciano. Aqui quem está falando é a Ana, eu sou do Rio de Janeiro e acabei de ouvir o podcast 634.

Eu era ouvinte do Café Brasil há alguns anos atrás, me afastei e decidi voltar agora, neste momento, super polêmico que a gente está vivendo no Brasil, porque eu queria ouvir alguma opinião diferente da minha, sair da minha bolha e o que acontece é que o texto que você leu dos bacanas da Infomoney me incomodou profundamente. Ele não me incomoda só porque eu discordo dele. Ele me incomoda porque eu acho ele completamente injusto. E é muito ruim quando você acha que tem alguém falando uma injustiça e você se cala e é por isso que eu estou mandando esse áudio, para dar a minha opinião, a minha visão sobre o que eles e você, lendo o texto deles.

Falaram… eu me senti muito incomodada com o texto e, na verdade, no final das contas eles só reforça a opinião que eu já tinha. Isso é o bom de você ouvir quem pensa diferente de você. Você pode ampliar, você pode mudar sua opinião, você pode questionar algumas coisas e pode, inclusive, reforçar o que você já achava.

Então, o texto fala muito sobre o senso comum. Então cara, se as ideologias questionam o senso comum, é justamente com elas que eu vou, justamente com quem está questionando o senso comum. Justamente com esses que o texto chama de conservadores, não, foi você que chamou de conservadores. Mas, não caricatos, pra mim, são exatamente esses caricatos que o texto diz que defendem a família, Deus e a propriedade. A família deles, a propriedades deles e o Deus deles. Porque as ideologias entram justamente aí. O texto não fala, por exemplo, da comunidade LGBT, mas eu tenho certeza que se encaixa numa ideologia, o movimento LGBT. Que luta, por exemplo, pro reconhecimento da própria família, quando a comunidade LGBT quer ter os mesmo direitos do casamento, da união estável que é recente aqui no Brasil pra comunidade LGBT, por exemplo. Ou então, quer ter o mesmo direito de ser avaliado para dar entrada num pedido de adoção. Isso é que é questionar o senso comum. Isso é lutar pela sua família também,  Pela família diferente dessa do  senso comum. 

Ou o Deus do senso comum. O texto fala do Trump. O texto diz que o Trump despreza tudo aquilo que não funciona. Não funciona pra quem? Porque as mudanças que as ideologias podem trazer, elas representam o que funciona prum grupo. Então, se você tem… o texto fala sobre o politicamente correto. Então, por exemplo, o politicamente correto hoje são as pessoas questionando piadas racistas. Só que quem faz a piada, não acha que a piada é racista. mas, muitas pessoas acham e se sentem ofendidas e se sentem diminuídas e é um grupo muito grande, não é um grupo pequeno. Pra esse grupo, o que não está funcionando é o senso comum. O que não está funcionando são as piadas racistas. O que não está funcionando é se sentir constantemente diminuído. 

Então, o que que funciona pra um grupo ou que funciona pro outro? O senso comum só funciona pra quem está num lugar de conforto. Então, as ideologias vem pra justamente mudar e é disso que a gente precisa. De mudanças constantes na vida. Caminhar com a sociedade. 

Eu não sei se você assistiu, por acaso, o espetáculo da Clarice Niskier que está  há onze ou doze anos em cartaz, que é a Alma imoral, a partir do livro do Nilton Bonder que é um rabino e é isso. A alma, ela é sempre imoral. Porque ela sempre questiona o senso comum. E, na verdade, a sociedade só caminha com quem questiona, com quem modifica.  A gente não quer uma sociedade que paralisa. a gente quer uma sociedade que siga, cada vez melhor, com o maior número de pessoas e não só pra um grupo.

Bom. Acho que é isso. Então, na verdade, o seu podcast só reforçou a minha opinião, o meu posicionamento, contrário  aos conservadores e… não sei se eu me chamaria de progressista, muito menos com cedilha mas, se as ideologias questionam o senso comum, é com elas que eu estou. Eles também não citam o feminismo mas, o feminismo não deixa de ser uma ideologia. E  foi justamente por causa  do movimento feminista que hoje eu pude votar. Que hoje eu posso exercer o meu direito de cidadã. Porque antes, o senso comum era mulheres não votarem. Então, que senso comum é esse? Que  é bom pra quem? Eu não acredito numa coisa boa que seja dada no mundo. Não. Cada grupo precisa dizer, demonstrar e lutar pelo que acredita. Lutar da sua forma. 

E o texto fala da Revolução Francesa, eu achei maravilhoso, porque é por causa da Revolução Francesa que a gente hoje não vive numa monarquia. Então, como assim? O texto está falando mal das ideologias? Bom, coloca ali junto com o nazismo. Calma aí: que comparação é essa? Não, tudo bem, tá certo. A  Revolução Francesa decapitou pessoas, né? É. Realmente. Eu não sei se eu concordo com isso, eu não estava vivendo naquele momento, eu não quero que ninguém seja decapitado hoje, ao contrário de alguns candidatos que são a favor da pena de morte. Mas… aliás então, que se aproximam mais dessa  galera. Mas então,ué, não entendi… quer dizer que os dois autores bacanas queriam estar numa monarquia? Teve que vir uma ideologia  pra mudar o senso comum da monarquia, foi? E pra influenciar a independência dos Estados Unidos e todas as independências da América Latina? Pôxa, que bom que existem as ideologias e que o senso comum muda. E aí vira senso comum e vem outra ideologia e muda, que a gente está constantemente questionando o senso comum. Que a nossa alma é imoral e não se acomoda. E questiona, se não existe uma forma ainda melhor pro maior número de pessoas. 

É isso. Um forte abraço.”

 

“Olá Luciano. Aqui quem fala é a Vivi, eu sou do interior de São Paulo e conheci os seus podcasts através dos áudios falando de Antonio Gramsci, meu marido me apresentou e aí eu queria saber que tipo de substância psicoativa você usa pra fazer aí, nos seus áudios, porque assim, aqui em casa foi um caso de vício instantâneo. Tanto eu quanto meu marido ficamos totalmente viciados no Café Brasil. Tanto que esses dias fizemos uma viagem… toda viagem agora, quem nos acompanha é você, tá? Nesses dias nós fizemos uma viagem de carro de nove horas de duração e as nove horas de duração nós só paramos de ouvir os podcasts assim que a gente parava pra comer nas cidades, na rodovia ali, né? Então, estamos totalmente viciados. E agora, recentemente, nos tornamos Premium, então, melhor ainda. 

E daí, o que eu queria falar com você é o seguinte: de onde vem essa histeria coletiva de jovens, às vezes até de pessoas mais velhas mesmo afirmando com veemência que Bolsonaro sendo eleito vai fuzilar negros, gays, lésbicas e pobres, né? A princípio eu achei que era uma… um discurso um pouco delirante mas, um pouco não, né? Muito delirante MAs eu pensei assim: as pessoas tinham consciência desse delírio e estavam potencializando essa fala, elas estavam assim… dando ênfase pra algo mas, num caráter quase que de brincadeira e de exagero.

E agora vendo vídeos de alguns jovens, de algumas pessoas e pasme até algumas pessoas da área de saúde mental dizendo que é totalmente possível que isso aconteça, que o Bolsonaro tome o poder, ele não abra mais eleições, que ele vai matar gays, matar lésbicas e esses dias inclusive, uma blogueira fez um vídeo totalmente insano, descontrolado, você vê que é uma pessoa  que está precisando de ajuda mesmo, psiquiátrica, né? Pra poder entender o universo, a bolha de histeria que ela entrou e eu tenho visto muitas pessoas com esse discurso. 

E hoje, vendo mais a fundo, assim pesquisando esses perfis, eu vi que essas  pessoas, algumas pessoas, realmente acreditam nisso. E acompanhando algumas postagens de algumas mídias um pouco mais incisivas, assim, que tem um alinhamento bem à esquerda e que fazem militância esquerda, até mesmo de algumas páginas de universidade, eu percebi que eles reforçam esse comportamento histérico.

Então assim: de onde que vem essa histeria coletiva. Se você vê algum risco maior assim, disso prum futuro próximo, porque as pessoaas estão tão tresloucadas nos seus discursos que eu temo por algo pior, né? Agora, logo depois do segundo turno, já que a campanha, a eleição está praticamente definida.

Qualquer previsão sobre essa histeria coletiva e no que que os pais podem ajudar filhos que estão nessa situação lamentável, né? De realmente acreditar que alguém vai pegar a metrallhadora e sair matando todo mundo, por divergência ideológica.”

 

“Bom dia, Luciano. Aqui quem fala é o Clésio, Paraíso, Tocantins.

Olhando esse seu último podcast aí, De onde surgiu Bolsonaro. Surgiu do próprio PT. Partido que tinha tudo pra dar certo, tinha tudo pra ser um partido pra revolucionar o Brasil, quis, ao contrário, se enfiar na corrupção, deixar o poder na mão de poucos, isso foi o que acabou com o Brasil.

E hoje, temos aí Bolsonaro, a esperança de mudança, que sabemos que não vai ser fácil e eu não concordo com todos os pensamentos do Bolsonaro, mas concordo que o Brasil tem que tomar um choque. Tem que tomar um choque pra ver se algumas mudanças ocorrem. 

Bolsonaro não é o melhor, mas podemos colocar ele como um menos ruim. A esperança de um Brasil diferente, sabemos que irá demorar muito, não será feito em quatro anos de mandato, podemos colocar aí de vinte anos pra frente, porque o rombo que deixou o Brasil nessa situação é grande. Muito grande. 

Então, vamos ver se irão surgir nos próximos quatro anos, se irá surgir mais uma força nova pra tomar esse caminho que o Bolsonaro está querendo começar e torcer pra que ele faça um mandato bom. Torço pelo fim desses inúmeros partidos que existem, pra mim não precisava ter esse tanto de partido, certo? Também torço pra que acabe a corrupção, pra que esses políticos que sejam envolvidos em corrupção sejam afastados da política pra nunca mais poder concorrer a nenhum tipo de cargo. Torço por todos nós brasileiros que sonhamos com um futuro melhor, com emprego, com  salário digno, uma vida mais digna, porque é o mínimo que merece por viver num país tão rico como o Brasil. 

Gosto de ouvir os seus podcasts e eu não sabia que existia isso, um professor meu na faculdade que me apresentou esse seu canal. Hoje ouço direto, acompanho tudinho, tô indo lá atrás ouvir outros e confesso que a minha cabeça abriu muito depois que eu comecei a ouvir seus podcasts. Às vezes a minha mulher fica até indignada de eu ficar ouvindo, mas achei legal demais e penso eu que iremos longe com esse novo pensamento.

Falou. Fica com Deus.”

 

“Luciano, bom dia, boa tarde,  boa noite. Aqui é o Ivo novamente. Estou te mandando mensagem pra dizer que fiquei muito lisonjeado de ter participado do seu episódio como ouvinte, estou super ansioso aí pra receber o e-book que eu vou ler com muito carinho e eu só gostaria realmente de te sugerir como tema aí de um episódio, eu imagino até que dentre seiscentos episódios, mais de seiscentos episódios, você já falou, com certeza, sobre fake news. Mas, é um assunto que você mencionou, tanto no seu texto, que você disse que foi o mais viralizado aí, de apoio a Jair bolsonaro, não só de apoio, que você decidiu votar no Jair Bolsonaro e decidiu tornar isso público, quanto do seu… da sua pessoa, do seu ouvinte, ou leitor, que mais viralizou o comentário dele dizendo que ele decidiu verificar mais a fundo sobre todos os vídeos que estavam sendo passados contra o Jair Bolsonaro. Quando ele via o vídeo completo, essa opinião dele acabou sendo mudada porque ele viu que estava sendo manipulado. 

Eu acho muito importante você fazer isso, porque é um tema que está muito, mas muito, quente atualmente. Como eu te falei no último áudio, eu soou bancário,, trabalho com mais de quinhentos clientes e eu tenho um telefone corporativo. Nesse telefone eu recebo aí, ligações e mensagens desses clientes, por meio de Whatsapp e eu fiquei muito impressionado, como alguns clientes, inclusive… eu tenho um cliente… enfim, servidores públicos federais que fizeram concursos muito difíceis, de alto padrão aí no Brasil e que acabou sendo pessoas que eu considerava que não seriam manipulados por esse tipo de conteúdo e sim. Eles foram manipulados por esse conteúdo. Eles formaram o conteúdo deles por meio de muita mensagem manipulada dos dois lados. Eu posso te dizer que é muito mais por conta de manipulação do Bolsonaro, não do Bolsonaro, mas enfim, das pessoas que apoiam o Bolsonaro, do que da esquerda. Pelo menos foi o que chegou até mim.

E você deu uma visão contrária. Você disse que estava realmente com muita manipulação vinda da esquerda, vindo de pessoas que queriam ir contra o Bolsonaro e eu estou te falando que existe um lado diferente, que tem muito conteúdo, mas muito mesmo, que está sendo veiculado a favor do Bolsonaro e na verdade contra o Lula, né? Chamando o Haddad e a Manuela de anticristo, de abortista, de pessoas que defendem incesto, que defendem pedofilia. Isso está formando a opinião dessas pessoas de forma muito ruim.

Fico muito triste quando eu vejo que o jornalismo praticamente acabou, né? Porque a cabeça de muita gente… uma pessoa que faz um conteúdo desse porte, acaba não tendo nenhum vínculo com nenhum jornal e então ele não tem nada a perder, não tem porque falar mentiras, as pessoas acabam acreditando. Então, muitas opiniões das pessoas acabam sendo formadas por conta de um conteúdo mentiroso e manipulador.

Acho que é um tema que você pode explorar muito bem aí com o seu conteúdo que é muito importante aqui pra gente. Mais uma vez aí, obrigado e vida longa ao Café Brasil.”

 

“Bom dia, boa tarde, boa noite. Olá Luciano Pires, meu nome é Junior Rodrigues, falo do norte de Goiás, da cidade de Mara  Rosa, capital do Açafrão. Sou policial militar, licenciado em matemática e atualmente estou cursando direito pela Universidade Estadual de Goiás. 

Pois bem. Inicialmente eu quero parabenizar aí pelos recentes Cafezinhos e principalmente o 112. Não pelo posicionamento mas, pela exposição imparcial de uma opinião séria. Sou um ouvinte novato desses canais via podcast, notícia e vejo que o Café Brasil ele possui uma responsabilidade com os seus ouvintes. 

E aproveitando, eu não posso me furtar sobre esse tema que estamos vivendo atualmente, apesar de ser suspeito pra abordar sobre política, pelo fato de ser militar, mas logo é muito claro saber minha preferência. Não vou ficar aqui fazendo propaganda pois pra mim, na minha opinião, o presidenciável do PSL já está eleito. Porém, uma coisa que me chamou a atenção nessas eleições, não é a primeira vez que eu trabalho, policial militar sempre trabalha nas eleições. Eu percebi um interesse maior dos eleitores em exercer  sua cidadania. Confesso que desconheço as abstenções anteriores, mas em alguns momentos no dia 7, houve uma concentração maior, como se o eleitor ele quisesse garantir o seu voto. E na minha humilde opinião, a mensagem que ficou nessa primeira fase das eleições, ou seja, nesse primeiro turno, foi o despertar da sociedade, manifestado por esse interesse de  mudança. Foi o que vimos aí no legislativo, tanto no âmbito federal como no estadual e é isso que deixo aqui, essa observação.

Mais uma vez parabenizar aí pelos podcasts e um abraço aí a todos.”

 

“Fala aí, Luciano e Lalá. Aqui é Rafael de Dourados, Mato Grosso do Sul.

Só queria me manifestar aqui com o apoio, o seu posicionamento político em nosso país, diferente de lado, diferente de escolha partidária, eu acredito que a nossa situação atual por qual  nosso país passa e quando eu falo disso eu estou falando das nossas crises, eu acredito que a culpa é sim do cidadão, é culpa sim do eleitor, por não ser politizado, por não saber fazer política e fazer uso da política. E eu acho que você está certíssimo quando fala que o  assunto do momento é a política que o assunto tem que ser tratado sim, tem que ser discutido sim. E a gente não pode deixar isso de lado. 

Política não deve sere tratada na hora da eleição. Política tem que ser tratada o tempo todo. A gente vive disso. Nosso país precisa ser mais politizado. E quando você diz que nós estamos passando por uma fase, um momento histórico muito importante para o país, você está certíssimo e eu tenho certeza disso. A gente vai evoluir muito, vai crescer muito com isso.  O nosso país tem tudo pra dar certo. 

Eu, como bom brasileiro, acredito nisso. Estou fazendo a minha parte. Eu me envolvo sim, Estou por dentro dos assuntos e muito diferente do que muitas pessoas acreditam, ter ciência disso e estar participando é pra ticar sim a cidadania. A gente precisa muito mais disso. Precisamos ser politizados. 

Um forte abraço, que Deus o abençoe e que possamos cada vez mais levar o nosso  país pra frente. Valeu.”

 

“Bom dia, Luciano. É um prazer estar  falando com você. Eu escuto os seus podcasts, o Cafezinho, já há um bom  tempo e eu estava escutando agora, eu estou parada no trânsito aqui em Belo Horizonte, no Anel Rodoviário. Um anel onde acontecem muitos acidentes, com frequência, né? O trânsito agora está parado, eu estou ido pro trabalho e eu estava assistindo né? Escutando os podcasts  sobre o seu voto, a decisão do seu voto e escutando os outros comentários eu concordo com  o seu voto, eu também votei no Bolsonaro, não era a minha primeira opção, a minha primeira opção seria o Amoedo, mas como por estratégia, como eu sabia que, na realidade, ele não teria chances né? Eu decidi por votar no Bolsonaro.

Isso porque eu acho que o nosso país está cansado do governo no PT, né? E a gente precisa realmente de uma mudança rápida e eu acredito que o Bolsonaro seja essa mudança rápida. Não confio 100% no governo do Bolsonaro, acho que ele, realmente não é um excelente administrador mas, na atual circunstância, eu acho que ele é necessário para o país. Ele é necessário pro país. Então, por isso decidi pelo meu voto no Bolsonaro.

E agora, no segundo turno, conversando com muitas pessoas eu, normalmente, quando eu vejo um fake news ou uma notícia falsa ou alguma coisa, eu recebo muitas notícias, principalmente agora né? Na política, a gente tem recebido muitas notícias, eu procuro investigar e saber se aquilo realmente é verdade, né e tal. E aí ontem eu recebi um vídeo falando sobre o plano de governo do Haddad e o plano de governo do Bolsonaro, a comparação entre os dois planos e eu achei interessante não ficar presa só naquele vídeo e realmente ler o plano de governo, porque eu acho que todo eleitor devia fazer isso antes de decidir por votar em alguém. 

E eu fui ler o plano lá do Haddad e sinceramente eu fiquei estarrecida com o plano deles. Com o plano de governo deles. É um plano de poder. Um plano de perpetuar no poder e talvez os brasileiros que não tem o hábito de ler, não tem o hábito de talvez se interessar por política, de realmente  conhecer o candidato, acabam decidindo por votar ou não votar no Bolsonaro por causa  das  notícias que circulam por aí, né? Dos fatos que circulam por aí, acreditando que tudo é verdade. E eu fiquei muito assustada com o plano de governo, né? Do PT. E sinceramente, eu tenho dois filhos e eu não gostaria de ver os meus filhos crescendo num país como o PT pretende fazer.

eu não sou a favor da pregação da ideologia de gênero, principalmente pra crianças igual os meus filhos. Meus filhos tem sete anos, eles são gêmeos, tem sete anos e eu não sou a favor disso. E assim, eu fico muito triste em ver que o nosso país ele tem como se dividido em várias tribos, né? Em várias raças. E essa disputa, que a meu ver, acaba sendo, de certa forma, só prejudicial pro país. Até o Bolsonaro diz isso. ele, na realidade, eles nos dividiram porque até então as pessoas conviviam… é… né? Eu acredito assim, conviviam sem essa divisão.”

 

“Fala Luciano.  Boa noite. Eu sou o Robson Xavier de São Paulo. 

Tem alguns dias que eu não te ouvia e retomei através desse ultimo, Me chama de corrupto e muito bom, cara! To mandando esse áudio pra elogiar, porque é muito bom mesmo. Eu confesso que estou deixando de ouvir rádio, cara, pra te ouvir durante o dia. E alguns amigos que pegam carona comigo no carro, no começo o pessoal falava: cara! Você é maluco? Bota música aí. Mas em dois, três minutos o cara já muda e me pergunta: mas, onde é que você achou esse cara? E é muito bom,cara.

Eu estou em franca campanha pela substituição da mídia tradicional, do jornalismo tradicional  por podcasts como  o teu. É excelente. Parabéns. Voou dar um jeito de te assinar, mas é muito bom o que  você faz. É  excelente.”

Viu só, hein? Por que que eu reproduzi esses comentários aqui hoje, hein? Para você ter uma ideia da multiplicidade de gente que nos ouve, de como cada um faz a interpretação de uma forma, de como o programa e as ideias são recebidos de modos diferentes. Quando eu atender ao pedido de um, deixarei de fora o outro… E por isso sigo firme no conceito de que meus podcasts são colunas de opinião. Os faço para dizer o que penso de diversos assuntos. Se minha opinião não agradou você, desculpe… continua sendo a minha opinião. Você pode comentar, pode não ouvir mais ou fazer seu próprio podcast e manifestar a sua opinião.

Mas olha: eu deixei para o final um depoimento que eu julguei o mais impactante. É da Debora, de Salvador, que dá uma outra dimensão à discussão política nos podcasts. Ouça só:

“Oi Luciano. Boa noite. Eu me chamo Débora, eu estou falando diretamente de Salvador Bahia e queria te contar.

Hoje, normalmente eu escuto os seus podcasts pra dar uma caminhada ou correr, pra mim é muito motivador. E  hoje eu baixei o podcast 635: De onde surgiu o Bolsonaro. E despretensiosamente, ou não, eu fiz de tudo pra baixar ele no computador e encaminhei pro meu pai. Se você fala que Bolsonaro é um ogro, é porque você não conhece o meu pai. Pense em tudo que Bolsonaro é. Meu pai é um ogro. Multiplique. Você chega a saber agora quem é o meu pai.

Ele tem uma influência muito grande na minha vida porque, apesar de tudo, ele me ama muito. E essa guerra de política transformou a relação familiar, como de muitos lares e um verdadeiro tiroteio de ideias e falta de respeito e tudo mais. Eu já não aguentava mais os comentários. 

E aí, um fato importante é que eu sou gay e eu não tenho como confiar em Bolsonaro agora. E também não confio no PT. Então eu fiquei numa ciranda, sem saber o que fazer e sempre que eu divulgava que não votaria em nenhum dos dois ele me criticava, achando que eu era esquerdista. Eu sou a favor do progresso. Eu não tenho lado. Eu sou a favor do Brasil. E aí eu baixei o seu programa 635 e  mandei pra ele e vou te dizer: pelo menos, seu podcast, se influenciou alguma coisa, transformou  a comunicação entre a gente e graças a Deus eu dei um basta em tudo que eu queria dizer pra ele que eu pensava e acho que ele acatou através do seu podcast. 

E eu vou te dizer. Se teve um efeito que ele conseguiu foi acalmar nossos corações e reatar o nosso amor. Então, eu quero te agradecer e vou te  mandar agora aqui o áudio dele.”

 

“Minha filha. Eu estou emocionado. Você não sabe o presente que você me deu. Todos os vídeos, todos os zaps que eu recebi e que eu mandei, não eram necessários. O nível de intelectualidade desse comentarista extrapola todos os limites. Eu, como não sou intelectual, como não tenho muita cultura, penso, acho e ajo, exatamente como ele pensa. Concordo com tudo. Muito obrigado, minha filha. O mundo precisa ouvir esse áudio. Um beijo no coração.”

A babá
Tom Zé

O Rockefeller acusou Branca de Neve
Os anões se dividiram
Três de sim e três de não
Mas um morreu de susto
E perguntava, perguntava, perguntava
Mas quem é, quem é, quem é?

Quem é que agora
Está cantando acalantos
Pra cabeça do século?
Ô de marré, de-marré-de-ci
Quem é que está fazendo
Pesadelos na cabeça do século?
Ô de marré, de-marré-de-ci
Quem é que está passando
Dinamite na cabeça do século?
Ô de marré, de-marré-de-ci

Quem é, quem é, quem é?
Me diga você que sabe datilografia
Quem é, quem é, quem é?
Me diga você que estudou filosofia

Quem é que agora está
Fazendo tanto medo na cabeça do século?
Ô de marré, de-marré-de-ci
E quem é que tá
Botando piolho na cabeça do século?
Ô de marré, de-marré-de-ci
Quem é que está passando
Pimenta na cabeça do século?
Ô de marré, de marré de si

Quem é, quem é, quem é?
Me diga você que sabe datilografia
Quem é, quem é, quem é
Me diga você que estudou filosofia

Quem é que agora está
Botando tanto grilo na cabeça do século?
Ô de marré, de-marré-de-ci
E quem é que tá
Botando piolho na cabeça do século?
Ô de marré, de-marré-de-ci
Quem é que tá passando
Pimenta na cabeça do século?
Ô de marré, de-marré-de-ci
Quem é que tá passando dinamite na cabeça do século?
Ô de marré, de-marré-de-ci
Quem é que empresta
Um travesseiro pra cabeça do século?
Ô de marré, de-marré-de-ci

É assim, ao som de A BABÁ, com Tom Zé lá em 1972, que vamos saindo pensando em… política.

Olha cara, o critério para escolher o assunto de cada episódio do Café Brasil é simples: abro a janela e respiro o ar da sociedade. Capturo um tema no ar, dou uma estudada e escrevo a respeito, sem querer agradar este ou aquele. Eu não estou interessado em ter seguidor, em ter gente concordando, eu estou interessado em  manifestar opinião e fazer você pensar. Eu só presto contas para a minha consciência, que é quem pauta o programa. E no momento a minha consciência diz assim: “política” é prioridade.

Com o politizado Lalá Moreira na técnica, a Ciça Camargo em ressaca política na produção e eu, que falarei de política até o fim de meus dias, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco os ouvintes: Ana, Clésio, Ivo, Junior, Rafael, Renata, Robson, Débora e o pai da Débora. E Nikolas Krassik e os Cordestinos com Opinião e Tom Zé.

Este é o Café Brasil. De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br.

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Pra terminar, uma frase de Max Weber:

Neutro é quem já decidiu pelo mais forte.