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Luciano Pires -
Download do Programa

Na ofensiva contra a liberdade, fica cada vez mais difícil viver nos termos da Constituição, segundo a qual todo brasileiro, respeitada a lei, tem o direito de se conduzir como prefere. O programa de hoje é feito com base num artigo do jornalista J.R. Guzzo

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Antes de começar o show, aquele recado: preparamos um resumo do roteiro deste programa com as principais ideias apresentadas. Baixe gratuitamente em portalcafebrasil.com.br/641.

E quem vai levar o e-book Me engana que eu gosto é o Antônio Carlos Lacerda lá do alto sertão paraibano!

“Grande Luciano Pires. Aqui quem fala é Antonio Carlos Lacerda natural da cidade de Aparecida na Paraíba. Mais precisamente, Alto Sertão paraibano. 

Luciano: queria dizer que é uma honra participar do seu programa, escutar ele diariamente, faço maratonas, leio seus artigos, acompanho você nas redes sociais. Descubro o podcast Café Brasil no ano passado mas, eu escuto programas de dez anos atrás continuam tão atuais como os de hoje. 

Você sabe fazer a diferença, com suas opiniões, com o seu discernimento, com o seu raciocínio lógico, que não tem igual. Eu poderia fazer aqui um top 50 dos que eu mais gostei mas, eu vou falar a respeito desse outro, As visões se clareando.

Grande Luciano: a gente já sente o cheiro do sabor do Brasil que a gente sempre quis ter, só que não vai ser amanhã nem depois. A estada vai ser longa, cheia de buracos, vai ser complicado chegar até ela? Vai. Mas a gente tem uma coisa que nenhum outro povo tem que é força pra lutar. Abraço.”

Grande Antônio Carlos… olha, esse comentário dele é de 2016, viu? E considerando tudo que aconteceu de lá para cá, eu tenho de concordar que temos mesmo força pra lutar. E a luta tá só começando, viu? Vamos em frente, exercendo nosso poder individual para provocar mudanças. Obrigado pelo comentário, meu caro!

Muito bem. O Antônio Carlos receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos.

Você já sabe que grande parte de resultados da DKT é revertida para ações sociais de combate às doenças sexualmente transmissíveis e ao controle da natalidade, não sabe. Pois agora estamos fazendo mais. Para cada produto PRUDENCE que você adquirir a DKT doará um produto igual para uma das organizações sociais com as quais ela mantém acordos. Faça assim, ó: mande uma foto com os produtos que você adquiriu, para nosso Whatsapp: 11 96429 4746 e aguarde uma resposta com informações sobre a entrega dos produtos. ASsim, cada vez que você comprar um produto Prudence, estará contribuindo ainda mais para salvar vidas. facebook.com/dktbrasil

Lalá: agora você vai usar a sua liberdade individual. Prestenção, hein?

Na hora do amor, você escolhe?

Lalá – Nem precisa pensar: Prudence, né?

E o Café brasil Premium, a nossa NetFlix do Conhecimento continua a mil por hora. Na verdade, a quase 2 mil por hora… E uma das coisas mais legais é que os assinantes têm acesso a um grupo no Telegram onde quase 1000 pessoas estão discutindo diariamente temas em destaque na sociedade. O grupo é frenético meu, e já partiu para ações efetivas como troca de livros, assistência a entidades e ajuda mútua. É um oásis no meio da baixaria das mídias sociais. Venha experimentar. Acesse cafedegraca.com e experimente um mês grátis.

cafebrasilpremium.com.br.

Conteúdo extra-forte.

Rararararara… TÁ NA HORA DE ACORDAR O POVO! Meu, isso é Rodolfo e Et, vinte anos atrás. Pode, hein?

Muito bem… há muitos e muitos anos tenho calcado meu trabalho na luta pela liberdade individual. Pela responsabilidade individual. Por essa coisa que constitui a menor minoria possível e indivisível: o indivíduo. Uso em minhas palestras uma frase se Aristóteles: “Não se pode conceber o ‘muitos” sem o ‘um’”.

Não se pode pensar numa família sem considerar cada membro da família. Se você telefonar para o Café Brasil, jamais conseguirá falar com o Café Brasil. Falará com um indivíduo que atenderá o telefone. O Café Brasil é uma abstração, é uma razão social, o que interessa mesmo são as pessoas que o fazem. Cada indivíduo conta e é isso que me faz sempre, SEMPRE, reforçar a importância de compreender nosso eterno dilema: o da esperteza individual versus a estupidez coletiva. Todo mundo se julga esperto e acha que os outros são estúpidos.

Já falei aqui anteriormente, mas não custa lembrar, daquela pesquisa que levantou os Valores Brasileiros. Realizada pela Consultoria Marcondes e o Datafolha em 2010 , com 2544 pessoas pesquisadas em 160 cidades, a pesquisa fazia três perguntas:  Quais os 10 valores mais representativos de quem o brasileiro é? Quais os 10 valores mais predominantes no Brasil de hoje? Quais os 10 valores desejados na cultura do Brasil de amanhã?

Os 10 valores que mais representam o Brasileiro foram: amizade, família, honestidade, respeito, humildade, alegria, saúde, justiça, esperança e paciência. Cara! Nós somos o máximo, bicho!

Já os 10 valores mais predominantes no Brasil foram: corrupção, pobreza, crime, violência, desemprego, analfabetismo, poluição ambiental, burocracia, agressividade, incerteza sobre o futuro, desperdício de recursos. Cara! O Brasil é um horror!

Os mais desejados para o Brasil de amanhã foram: paz, justiça, redução da pobreza, moradia confortável, cuidado com pessoas idosas, oportunidade de emprego, cuidados com a saúde, respeito, qualidade de vida e justiça social.

Olha! O que chama a atenção é o seguinte: como é que uma nação com 200 milhões de indivíduos que prezam, vamos lá, a amizade, a família, a honestidade, o respeito, a humildade, a alegria, a saúde, a justiça, a esperança e a paciência constroem uma nação onde predominam a corrupção, a pobreza, o crime e a violência, o desemprego, o analfabetismo, a poluição, a burocracia, a agressividade, a incerteza e o desperdício, hein cara? como é possível isso?

De novo: cada um se julga individualmente esperto, enquanto considera que o todo é estúpido. Mas que raio de percepção é essa, meu? De onde vem isso? Me parece que grande parte vem da dificuldade que temos de lidar com a responsabilidade que vem com a liberdade… Assumir a responsabilidade por nossos atos e respeitar a liberdade dos outros. É difícil confiar num grupo que julgamos composto por gente estúpida, não é? Pois é…

Bem, dá pra passar o resto da vida falando a respeito, viu? Mas hoje eu quero usar um texto do jornalista José Roberto Guzzo, que é diretor editorial do grupo Exame e colunista das revistas Exame e Veja. O Guzzo tem um defeito imperdoável nos dias de hoje: costuma escrever o que pensa. E isso o coloca em polêmicas a todo instante. Mas é justamente aí, na defesa de ideias próprias, sem querer jogar para a plateia, que está seu valor.

Vamos lá então. O texto chama-se O DELITO DE SER LIVRE e foi publicado na revista Veja em Julho de 2016. Eu recomendo que os representantes dos 50 tons de esquerda tomem um Engov ou então um Rivotril, tá bom?

Lalá, solta aí um som que ajude a assimilar o texto do Guzzo, por favor.

Opa! A Cor do Som, com CONVERSANDO É QUE A GENTE SE ENTENDE, do Armandinho. Muito apropriado… Vamos ao texto.

Não está fácil para ninguém hoje em dia cuidar da própria vida com um pouco de paz. É uma expectativa modesta quando se entende que esse sossego significa apenas poder contar com uma ou outra garantia básica. Trata-se de não ter em volta de si, cada vez mais, todo um sistema decidindo o que é melhor para você, para “o seu próprio bem” — e que determina, também, o que é preciso pensar, dizer ou fazer diante de praticamente tudo. Seria um alivio viver em um mundo onde as coisas não estivessem divididas apenas entre as obrigatórias e as proibidas. Ou, enfim, onde fosse possível a cada um simplesmente pensar e agir segundo a própria cabeça. Deveria valer, em todos esses casos, a Constituição em vigor, que diz que qualquer brasileiro tem o direito de se conduzir como prefere, bastando para tal respeitar o que diz a lei. Mas o fato é que no dia a dia do cidadão não está sendo assim. Existe hoje uma guerra não declarada no debate político, nos meios de comunicação e até nos currículos escolares, contra quem quer se comportar de maneira independente. E o que está em jogo, aí, é a liberdade.

“Parece que odiamos viver em liberdade”, escreveu tempos atrás o sociólogo Bolivar Lamounier. Parece mesmo. A histeria começa com a pressão, cada dia maior, em favor da “intermediação do Estado” no máximo possível de aspectos da existência humana. De acordo com essa visão do universo, qualquer coisa, para ser lícita, tem de ter a permissão, a gerência ou o reconhecimento de algum tipo de autoridade pública, ou mesmo privada. É como se a sociedade tivesse a obrigação de aceitar que o governo tome a maioria das decisões para cada um de nós, da tomada elétrica de três pinos ao que os alunos devem aprender nas aulas de geografia. Funciona como uma espécie de mandamento religioso, sem a aplicação do qual nada pode ser bom, legitimo ou permitido por lei. Na verdade, quando se ouvem as pregações mais rigorosas sobre o assunto, certas coisas nem deveriam existir, já que não são oficialmente  “reconhecidas” pelo poder público. O ângulo reto, por exemplo, aquele que tem 90 graus, não tem existência legal no Brasil; não está regulamentado por lei e, portanto, não existe. Para muita gente boa, é mais ou menos por aí o caminho certo.

Vivemos um tempo no qual se pretende negar ao cidadão que não utiliza o transporte público o direito de escolher o tipo de carro que quer pagar, com o próprio dinheiro, para ir de um lugar a outro; tem de ser taxi, que é supervisionado pela prefeitura, e portanto, é o único meio legal. E tido como grave delito social defender o livre acordo entre patrões e empregados a respeito de salários e outras questões; as partes, até quando querem exatamente a mesma coisa, não podem se entender “a margem da lei”. Um jornalista só poderá ser um jornalista se o Estado disser que ele é jornalista; sem isso, estará exercendo ilegalmente a profissão. É proibido vender um quilo de linguiça caseira sem licença do SIF. A liberdade de empreender, que se imaginava algo positivo, é vista como uma “teologia” que conduz ao “fascismo”.

A liberdade de prosperar, nessa mesma toada, recebe frequentes sentenças de condenação — ela levaria o indivíduo a trabalhar para ganhar mais dinheiro que os outros, e isso vai contra suas obrigações de colaborar para a construção de uma sociedade igualitária. As classes intelectuais em geral e as organizações sindicais em particular, combatem abertamente a remuneração pelo talento, pelo mérito e pelo esforço individual, por acharem que essa modalidade de incentivo produz concentração de renda e desigualdade.

Este é um clima em que não é bom identificar-se como indivíduo. Nos tempos atuais, segundo o evangelho pregado mundo afora de que “A liberdade de empreender, que se imaginava positiva, é vista como uma ‘teologia’ que conduz ao ‘fascismo’”, é preciso ser “representativo” de alguma coisa: um grupo, uma classe social, um conjunto de posturas, um sistema de pontos de vista, de crenças ou de costumes, e por aí vai. Você não é você — é representante de algum tipo de “coletivo”. Também se trata de uma atmosfera em que é péssimo discordar. Considere-se a palavra “fascista”, por exemplo, usada a cada cinco minutos nos debates de hoje no Brasil: para se adequar a sua utilização corrente, deveria mudar de significado  nos dicionários oficialmente aceitos. Atualmente quer dizer “alguém que não concorda com você”, ou “algo de que você não gosta” — caso, naturalmente, você faça parte dessa nebulosa chamada “esquerda”, ou se considere alguém “moderno”. O mesmo acontece com “preconceito” — passou a ser qualquer posição diferente da sua. Em suma: é proibido acreditar naquilo que a pessoa acredita. E como se a humanidade estivesse de volta ao tempo da encíclica Mirari Vos, menos de 200 anos atrás, na qual se dizia que a liberdade de consciência era um “erro corrupto”, além da “maior e mais poderosa peste do mundo moderno”.

A origem mais aproximada disso tudo, para quem não é atraído por complicações, talvez seja simplesmente o seguinte: falta do que fazer. Num mundo cada vez mais carente de causas que valham realmente esse nome, passam a ser causas a criação de porcos orgânicos, a ampliação das terras indígenas ou a “identidade de gêneros”. (Ao que parece, é “fascista” alguém achar que tem direito a se identificar apenas como homem ou mulher.) Há, por cima de tudo, um vago incômodo contra a “injustiça social”, e desejos moles de acabar com o capitalismo — que, na falta de outra coisa, é identificado como a causa das injustiças e da desigualdade. Em vez dele, propõe-se a “intermediação do Estado” para resolver tudo o que está errado.

O problema é que os promotores dessas sensações (não chegam a ser crenças, nem mesmo opiniões) vivem invariavelmente no ambiente de abundância que o capitalismo criou pelo mundo afora — e só existem por causa dele. Tudo o que o homem produz vai ficando mais barato; cada vez mais gente tem acesso a mais coisas.

Cinquenta anos atrás era preciso ser rico para ter um carro, ou entrar num restaurante. Hoje essas coisas estão disponíveis para milhões. Vive-se, em suma, em um mundo de sobras — um facilitador decisivo para quem quer se lamentar. A escassez, meu caro, leva ao trabalho. A sobra leva ao ócio — e uma das consequências diretas do ócio é a soma de despeito e inconformismo contra o sistema de liberdade econômica, que ganhou e ganha cada vez mais. É um contrassenso: na vida real o capitalismo é a única forma de organização social que dá chances aos pobres e cria a maior igualdade que dizem defender. O fato é que não existe nenhum caso de melhora de renda ou de bem-estar dos pobres em sistemas em que não há liberdade econômica. Mais: os pobres jamais avançam quando a economia capitalista passa momentos de dificuldade; só melhoram quando há crescimento, investimento privado e lucro. A ofensiva contra a liberdade nos leva de volta a teoria da Terra plana — a épocas da história que morreram e não podem mais voltar.

Ta na hora de acordar o povo
Rodolfo E Et

Olha só quem veio te acordar
Tirar você da cama, prá te entrevistar
Deixa de preguiça, chega de bocejo
O meu amigo ET veio prá te dar um beijo
Você é famoso, artista ou cantor
A gente chega cedo pra puxar o cobertor
Modelo, perua ou craque de bola
Homem, mulher, garotinha ou boiola

Olhá só, mais um dia clareou
Eu trouxe esse trocinho de um disco voador
Viemos descobrir a sua intimidade
Cê dorme de cueca, de calcinha ou à vontade?
Então sai logo debaixo do lençol
Chega de bobeira que de´pé fica melhor
Viemos aqui tirar o seu sossego
O ET ficou no cio, agora tu tá pego!

Todo mundo levanta por que tem que levantar
Mais assim de sopetão fica dificil aguentar
Muito pior que o seu despertador
A buzina do ET parece filme de terror
Mas não fica triste vai ter recompensa
o sorriso do ET é pior que você pensa
Mas já passou o susto e o sono também
Com Rodolfo e ET o dia já começa bem

4,5,6,7,8, tá na hora de acordar o povo
Cê quer dormir mais não adianta
Quando a gente chega todo mundo levanta.

Uau! Muito bem, cara! E é assim então, ao som de Rodolfo e ET que vamos saindo com TÁ NA HORA DE ACORDAR O POVO e olha: e vamos saindo embalados…

Olha, eu espero que você reflita bastante sobre nossa esperteza individual e a estupidez coletiva. E, principalmente, sobre as pessoas que querem salvar você, controlando a sua vida. Cara! Isso, não é liberdade.

Com o alerta Lalá Moreira na técnica, a abalada Ciça Camargo na produção e eu, que acha que não existem o muitos sem o um, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte Antônio Carlos, o jornalista J.R.Guzzo, A Cor do Som e Rodolfo e ET.

Este é o Café Brasil. De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br.

Você gostou do conteúdo do Café Brasil? Já pensou ele ao vivo em sua empresam, cara? Acesse lucianopires.com.br e conheça minhas palestras. Quem assiste não esquece!

Para o resumo deste programa, acesse portalcafebrasil.com.br/641.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Pra terminar, uma frase do advogado e ex-Presidente dos Estados Unidos Calvin Coolidge:

Liberdade não é coletiva, é pessoal. Toda liberdade é liberdade individual.