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Café Brasil 725 – A revolução da mídia

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Luciano Pires -

Estamos protagonizando uma revolução nas mídias, com consequências imprevisíveis em nossas vidas. Mas depois de mais de meio século sendo pautados pelas mídias, ainda não nos demos conta do poder que está em nossas mãos. Ainda não nos demos conta da liberdade que está ao nosso alcance. E das nossas responsabilidades.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

Sob a inspiração de NA CADÊNCIA DO SAMBA/QUE BONITO É, o clássico de Luiz Bandeira para sempre ligado ao futebol, aqui numa versão fantástica do Leó Gandelman, eu vou partir pro campo...

Foi divulgada a Medida Provisória 984, que altera as regras sobre os direitos de transmissão das partidas de futebol. E agora, esses direitos de transmissão dos jogos passam a ser do mandante da partida.

No Campeonato Carioca, por exemplo, a Globo acertou até 2024 com todos os 15 clubes, exceto o Flamengo. Por isso os jogos do time rubro-negro não eram transmitidos. E a emissora entendeu que essa Medida Provisória não tem validade para contratos já existentes e ameaça processar o Flamengo, que decidiu transmitir os jogos do Campeonato Carioca em que é mandante, pela internet.

Na noite de primeiro de julho de 2020 o Flamengo transmitiu seu primeiro jogo e os números são impressionantes. Olha: são números temporários, tá? É agora que eu estou lendo isso aqui. Certamente vai crescer. Mas foram:

-14 milhões de views no Youtube,
– 2,2 milhões de acessos simultâneos,
– maior live esportiva da história do Youtube no mundo,
– 2,7 milhões de reais doados durante a Live
– 450 mil reais pagos pelo sistema de transmissão em streaming, on-line.

Recentemente tivemos as lives dos artistas sertanejos e pop também, que reuniram uma audiência milionária, mostrando o poder que a internet tem.

Durante décadas, o palco mais importante para esses sertanejos foi o Domingão do Faustão. Quem se apresentasse lá, teria as portas abertas para o sucesso. E todo mundo se sujeitava às condições da Globo. Depois das lives recentes, os artistas descobriram que não precisam mais se sujeitar às regras da emissora. O futebol vai pelo mesmo caminho, assim como outros criadores de conteúdo.

Estamos assistindo a uma revolução na mídia, meus caros. Uma que não tem retorno, quando o eixo do poder muda de quem distribui para quem protagoniza o espetáculo. As consequências serão imensas.

Aguarde em breve a Globo, se não for vendida para um grupo chinês, anunciar que transformou o Projac num condomínio usado por dezenas de pequenas produtoras.

Os Tiranossauros serão dominados pelos Velociraptores, mais rápidos, leves e ágeis.

Em seguida, os Velociraptores perderão para as bactérias, que sobrevivem em qualquer ambiente, precisam de pouco alimento para viver e se multiplicam velozmente.

O Faustão vai virar Faustinho. E esse será o novo normal.

“Esse é o meu puta que pariu de hoje. É. O puta que pariu. Eu pago o Café Brasil Premium pra eu realmente obter esse conteúdo extra forte do Luciano Pires,aí da equipe. Parabéns mais uma vez.

Eu curti muito esse Cafezinho que realmente falou tudo. Falou tudo e está de parabéns. Realmente, sinto alegria em, de alguma forma, colaborar a que esse tipo de conteúdo, excelente, chegue ao maior número possível de pessoas.

E o que eu vou fazer, além de pagar minha mensalidade…eu chamo de mensalidade pra fazer parte desse clube, desse clube provocador, dessa Confraria, é propagar. Vou passar esse áudio como este vídeo, esse texto, na verdade, pra um maior número possível de pessoas.

Parabéns Luciano. Um beijo na testa. Eu, inclusive, comprei o Produtividade antifrágil, mas estou trabalhando tanto, que hoje talvez seja a primeira vez que eu vá assistir a transmissão inteira. Então, nos vemos à noite.

E a outra coisa que eu ia falar. Eu estou no meio do almoço, até engasguei quando eu ouvi esse maravilhoso vídeo. Parabéns. Um beijão estralado na testa do seu amigo Demis Lima. Abração, querido.Parabéns a toda equipe aí.”

Rararararara Grande Demis, sempre provocativo, não é? Meu caro, o nosso DNA aqui é provocação, provocação do pensamento. E escolhemos entrar de cabeça nessa revolução da mídia não só como espectadores, mas como agentes. E um feedback como o seu é muito importante meu caro. Muito obrigado, viu? Aliás, não só o feedback! Não é só o feedback!

Muito bem. O Demis receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. Basta enviar seu endereço para contato@lucianopires.com.br.

Você já sabe, né? A DKT distribui as marcas Prudence, Sutra e Andalan, contemplando a maior linha de preservativos do mercado, além de outros produtos como anticonceptivos intrauterinos, géis lubrificantes, estimuladores, coletor menstrual descartável e lenços umedecidos. A causa da DKT é reverter grande parte de seus lucros para projetos nas regiões mais carentes do planeta para evitar gravidez indesejada, infecções sexualmente transmissíveis e a AIDS. Ao comprar um produto Prudence, Sutra ou Andalan você está ajudando nessa missão!

facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então!

Luciano – Lalá, vem aí uma revolução pra mudar a mídia. Mas do outro lado lá, o que é que não muda nunca?

Lalá – Ora, meu caro, que tem que usar Prudence, né?

Em meu curso Produtividade Antifrágil, um dos módulos chama-se O Ciclo da Destruição Criativa. Esse conceito foi criado pelo economista politico austríaco Joseph Schumpeter para explicar uma das mais importantes características do capitalismo: a dos ciclos econômicos. Schumpeter explicou que quando uma nova tecnologia chega para substituir uma anterior, quebra toda uma cadeia de valor antiga. Se você tem mais de 40 anos e uma caixa cheia de fitas VHS ou discos de vinil sabe a que que eu estou me referindo… Provavelmente seu aparelho de reprodução de VHS também está encostado. E a pick up pra tocar os discões. Ao lado deles deve ter um aparelho para CDs e DVDs. Se bobear, outro aparelho para BluRays… tudo parado. Agora é a Netflix e o Spotify que fazem a festa. Quando cada uma dessas tecnologias surgiu, acabou com as antigas. Muitas vezes com consequências dramáticas, eliminado empregos, fechando fábricas, quebrando empresas e setores inteiros da economia. O progresso se dá pela substituição dos processos antigos pelos novos. Não tem como se beneficiar dos confortos do progresso sem abandonar o antigo.

Destruição criativa.

Marcos Troyjo, diretor do BRIC-Lab da Universidade Columbia, explica o conceito da destruição criativa. Ouça só:

“Destruição criativa é um processo dinâmico de nascimento, envelhecimento e morte de tecnologias. O Joseph Schumpeter identificou no processo de destruição criativa a essência mesmo do capitalismo. Ele chega a mencionar no mais importante livro dele Capitalismo, Socialismo e Democracia, que destruição criativa é esse caos perene, essa capacidade do capitalismo de se inventar e reinventar de forma constante, né?

Eu acho que nós poderíamos explicar como o resultado de pelo menos quatro elementos que entram no processo de interação. Esses elementos são: o conhecimento – é muito importante no processo de destruição criativa, um estoque de conhecimento. O estoque de capital, de investimento, um estoque de empreendedorismo e um estoque daquilo que eu gosto de chamar de cultura ou ambiente, ou seja, aquele meio, aquele ecossistema que vai permitir o florescimento de mais conhecimento, de mais capital e de mais empreendedorismo. Por meio dessa interação desses quatro elementos que nós temos um processo de destruição criativa. Que nada mais é do que um processo de inovação, um processo motivado pelo ganho, pelo lucro, pela busca de novos saberes e pela busca também de ganhos econômicos.

Do ponto de vista das relações internacionais, destruição criativa e adaptação criativa são conceitos extraordinariamente importantes. Adaptação criativa significa fazer o mesmo por menos, ou fazer muito mais pelo mesmo. Ao passo que, destruição criativa é criar um novo paradigma.

Destruição criativa é aquilo que aconteceu entre o computador e a máquina de escrever. Entre a telefonia fixa e o telefone celular, entre a carroça e o automóvel, ou seja, são novos paradigmas, novas lideranças tecnológicas que vão se gerando a partir desse processo de destruição criativa. Algumas pessoas, por vezes, tem uma reação muito negativa ao termo destruição, porque parece algo violento, destruição, no limite, nunca é bom, mas na realidade é bom destruir para criar. Nem todo processo de inovação é resultante de destruição criativa. 

A invenção da roda, por exemplo, não é um processo de destruição criativa. Pra haver destruição criativa é necessário, mais uma vez, a interação desses quatro elementos. Conhecimento, capital, empreendedorismo e um ecossistema, um ambiente que permite esse diálogo. No limite, pra haver destruição criativa, é importante a função do empreendedor, que vise um lucro no processo de inovação tecnológica. É claro que talvez os Estados Unidos sejam o país que mais faz destruição criativa no mundo. Porque se nós pudéssemos criar uma espécie de índice pra destruição criativa, talvez uma maneira possível fosse o número de patentes que um determinado país deposita a cada ano na Organização Mundial da Propriedade Intelectual. Os Estados Unidos são o país que mais depositam patentes.

Sempre quando nós pensamos que produtividade é a âncora de novos aumentos de renda, aumento do produto interno bruto  de um determinado país, aumento de receita pra uma determinada empresa, esse conceito de destruição criativa é, portanto, umbilicalmente ligado à ideia de progresso técnico.

A pós modernidade, sem dúvida alguma, tem um substrato econômico que é a destruição criativa e tem um outro substrato que é um substrato mais emocional,  mais vinculado à questão dos micro grupos sociais, de novas formas de sociabilidade, que tá muito bem, digamos assim presente na obra do grande sociólogo francês Michel Maffesoli. Eu, aliás pessoalmente, gosto muito por vezes de tentar conciliar a noção maffesoliniana, de pós modernidade mais voltada aos grupos sociais, com a ideia de inovação tecnológica tal como foi formulada originalmente por destruição  criativa.

Mais do que nunca, eu acho que nós podemos dizer que nesse mundo, de 2013, de inovações tecnológicas tão estonteantes, nós estamos vivendo uma espécie de mundo da destruição criativa 2.0″

E o Itaú Cultural, hein? Com a suspensão temporária das suas atividades presenciais em tempos de quarentena, o Itaú leva uma programação muito especial com aulas de dança para crianças e de técnicas de desenho para que o público possa criar as suas próprias histórias ilustradas. Tá no canal do Youtube IC, IC de Itaú Cultural. IC para Crianças. De novo o canal do Youtube: o canal IC para Crianças.

Mas tem mais, viu? Toda semana, uma seleção nova da Mostra de Filmes Online.

Acesse itaucultural.org.br, Agora você tem cultura entrando por aqui, por aqui:

Pelos olhos e pelos ouvidos…

 

Então. Entendido o processo de destruição criativa, é possível compreender a revolução das mídias que estamos assistindo. Desde que a internet se consolidou e abriu espaço para as mídias sociais e para que cada um de nós se transformasse num criador e distribuidor de conteúdo, uma mudança dramática começou a acontecer.

Até outro dia, éramos obrigados a ouvir, ler e assistir somente os conteúdos que as empresas de mídia queriam. Alguém programava os sucessos, alguém empurrava pela goela da gente o que devíamos ler, ouvir e assistir. Alguém construía e destruía o que estava lá no hit parade. Hit parede, cara! Em meu livro Brasileiros Pocotó, lá em 2003, eu falava exatamente dessa espécie de ditadura dos diretores de programação. Eram eles quem escolhiam o que a gente ia consumir. E assim pautavam as discussões e faziam escolhas por nós. Super exibindo o que lhes interessava e escondendo o que não lhes convinha.

E aí… bum! A partir de meados dos anos 2000 começam a surgir fontes alternativas de informação que, juntas, são muito mais ricas que os grandes conglomerados de mídia. Temos agora milhares de janelas para olhar o mundo e não apenas aquelas das 4 ou 5 grandes corporações, cara! E acredite, isso muda tudo.

O eixo de poder sai das mãos de quem tem o poder de distribuição, para ir para quem tem o poder de produção. Aquelas massas de audiência milionárias se fragmentam, agora temos nichos para tudo. E podemos escolher quando, como, onde e quanto vamos consumir. Montamos nossa própria programação. Tiramos fora as propagandas. Desligamos nossas televisões, paramos de ler jornais e ouvir rádios e… não sentimos falta deles.

Eu estou envolvido com a produção independente de podcasts desde 2006. Note que eu usei independente. Há 14 anos publicando o Podcast Café Brasil, um volume de conteúdo gigantesco que ainda batalha para se constituir num negócio sustentável. Estou surfando essa onda da destruição criativa, mas só agora começa a aparecer uma onda boa.  Há muita resistência cultural para ser quebrada, especialmente com relação à sustentabilidade do negócio. E isso, de novo, parece ser cultural.

Com a pandemia, surgiram as lives, por exemplo. Vivemos uma epidemia de lives, tem uma por segundo. E sabe o que aconteceu? As empresas estão me procurando para fazer lives com seus clientes, funcionários e fornecedores. Aí eu mando a proposta da palestra on-line e eles ficam surpresos. Acham que live tem de ser gratuita. Que podcast tem de ser gratuito. Que vídeo tem de ser gratuito.

Me lembro de muitos anos atrás, quando Nizan Guanaes, se não me engano, estava envolvido no lançamento de uma publicação, acho que era uma revista e ele disse algo assim, eu não me lembro das palavras, mas era mais ou menos assim, ó: “Todo mundo elogia a gente, diz que a qualidade do que fazemos é imensa, que o conteúdo é necessário, que o Brasil precisa disso… mas quando eu falo em dinheiro, sai todo mundo correndo.”

É isso. Não nos preocupamos em financiar aquilo do que gostamos. Pagamos ingressos de cinema, de estádio, mensalidade de TV a cabo, Netflix, internet, assinatura de revista e jornais… isso é normal, se não pagar, não consome. Mas lives, podcasts, vídeos, ah! Isso tem que ser de graça, cara!

Nos últimos cinco anos conseguimos implementar o LíderCast e o Cafezinho, criar o Portal Café Brasil e o Café Brasil Premium, lançar livros, curso on-line e mais uma série de iniciativas na busca pela sustentabilidade. Conseguimos montar o que eu chamo de ecossistema Café Brasil, que hoje é maior que muitas revistas, programas de rádio e até de televisões badalados, representantes da velha mídia que têm prestígio mas não têm audiência. Podcasts, com honrosas exceções, têm audiência, mas não têm prestígio junto aos patrocinadores. Por isso tenho insistido que a audiência é quem tem que acordar, cara!

Por muito tempo, minhas palestras seguraram a onda do Café Brasil. Era delas que eu tirava a maior parte dos recursos para sustentação e investimento dos negócios. E agora, por conta da pandemia, acabaram as palestras. E não se sabe quando e nem como elas retornarão. Ficou um buracão que tem que ser preenchido.

Hoje, calculamos que não mais que 0,8% de nossa audiência faz como o Demis: assina, compra produtos, participa ativamente das ações que ajudam a monetizar nosso negócio. Cara! Eu disse 0,8%, eu não disse 8. Eu disse 0,8%.  O que significa que 99,2% dos ouvintes, nunca se mexeram para contribuir com aquilo que consomem gratuitamente e que traz algum valor para suas vidas. Deve  trazer valor, porque se não não consumia, né?

Se você curte o Café Brasil e os trabalhos que a gente faz aqui, talvez seja a hora de se mexer. E a gente ajuda: acabamos de lançar um novo plano de assinatura do Café Brasil Premium, a Confraria. Custa 12 reais por mês e dá direito a acesso a diversos conteúdos do Café Brasil Premium, mas pelo que a gente percebeu, não é isso o mais importante. O que realmente importa é você saber que está ajudando a manter algo que agrega valor à sua vida. Você está nos ajudando a conseguir armas para lutar nessa revolução.

Como assinante, você terá acesso a parte do conteúdo do Café Brasil Premium, inclusive a nosso grupo no Telegram. Não é doação, é assinatura. Envolve um compromisso, nosso aqui como produtor, seu aí como consumidor, que é fundamental para seguir com seriedade a produção e o consumo de conteúdo de qualidade.

Quem não assinar continuará tendo acesso aos podcasts semanais, não muda nada, cara! O que muda é que você passa a fazer parte ativa do projeto Café Brasil. Terá um pouquinho de você nele. Se você está disposto a seguir junto com a gente, cara,acesse o link https://confraria.cafe e desce pro play.

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Doze reais podem parecer pouco, mas farão uma baita diferença em nosso processo de produção e entrega de conteúdo que presta.

Para o que não presta já tem gente demais contribuindo.

Olha, eu considero o Café Brasil uma bactéria. Criamos um modelo de negócios mais que enxuto, com pouca estrutura e muita dedicação. Conseguimos nos safar nos momentos de crise exatamente por sermos bactéria. Mas sem alimento, sozinhos, não a gente não consegue crescer, cara! Não conseguimos ir para a linha de frente da revolução das mídias. Nós fazemos parte da Destruição Criativa. E quando falo nós, somos nós que produzimos e você que consome. Só que ficar sentado aí ouvindo, é pouco. É preciso uma ação, se você quer que as coisas que importam para você, cresçam e ocupem o lugar do que está ultrapassado.

Podcast é liberdade. Você está usufruindo dessa liberdade. Agora venha participar ativamente com a gente.

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Vamos nessa? confraria.cafe.

Um sonhador
César Augusto
Piska

Eu não sei pra onde vou
Pode até não dar em nada
Minha vida segue o sol
No horizonte dessa estrada

Eu nem sei mesmo quem sou
Nessa falta de carinho
Por não ter um grande amor
Aprendi a ser sozinho

E onde o vento me levar
Vou abrir meu coração
Pode ser que num caminho
Num atalho ou num sorriso
Aconteça uma paixão

E vou achar
Num toque do destino
O brilho de um olhar
Sem medo de amar

Não vou deixar
De ser um sonhador
Pois sei, vou encontrar
No fundo dos meus sonhos
O meu grande amor

É assim então, com O Sonhador, de César Augusto e Piska, sucesso de Leandro e Leonardo em 1998, na interpretação do O Terno, com a voz de Tim Bernardes, que vamos saindo… sempre sonhadores…

Será que rola essa revolução? Depende de você. A gente aqui tá louquinho, né?

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí cara, completando o ciclo e ajudando a gente.

De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br, a nossa “Netflix do Conhecimento”, onde você tem uma espécie de MLA – Master Life Administration. Acesse confraria.cafe, dê uma olhada nos planos lá vem pro  Premium você também.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras online. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo.

Para o resumo deste programa, ih cara! Resumo do programa é? É só pra assinante do Premium.

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Para terminar, uma frase de Cacilda Becker:

Não me peça para dar de graça a única coisa que eu tenho para vender.