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Café Brasil 778 – Cringe: a maldição dos Millennials

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Luciano Pires -

Sabe quem ajuda este programa chegar até você?

A Terra Desenvolvimento Agropecuário, que é especializada em inteligência no agro.

Utilizando diversas técnicas, pesquisas, tecnologia e uma equipe realizadora, a Terra levanta todos os números de sua fazenda em tempo real e auxilia você a traçar estratégias, fazer previsões e, principalmente, agir para tornar a fazenda eficiente e mais lucrativa.

E para você que acredita no agro e está interessado em investir em um segmento lucrativo e promissor, a Terra oferece orientação e serviços, para tornar esse empreendimento uma realidade.

terradesenvolvimento.com.br – razão para produzir, emoção para transformar.

A inteligência a serviço do agro.

Rararararaa… se você reconheceu esse áudio do Guaraná Antarctica, cê tá véio heim?

Boko Moko foi uma jogada de marketing dos anos 70 para substituir o termo “cafona”, “brega”. Agora um novo termo entrou em evidência: o cringe. A tradução do inglês para português quer dizer “vergonhoso ou vergonhosa”. Ampliando o escopo, quer dizer “vergonha alheia”, e passou a ser o adjetivo pelo qual a geração Z está chamando a geração Millennials de cafonas… de Boko Moko!

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

Olha, quando criei o Café Brasil Premium, imaginei um ambiente onde eu publicaria conteúdos que os interessados consumiriam. Uma espécie de Netflix do Conhecimento.

E a gente desobriu também, que muitos assinantes, já são mais de 1500, não sabem da existência de alguns canais de interatividade. Toda terça-feira, por exemplo, temos uma “terça Premium”, quando um assinante ganha um brinde e, o mais legal, uma ligação minha para um bate-papo. Não sabem que todo mês, o Podsumário gera uma “podlive”, que é uma live seguida de uma conversa por zoom com participação ativa e exclusiva dos assinantes. Não sabem que nossos canais permitem contato pessoal para tirar dúvidas, trocar ideias e conteúdos.

Olha: o Café Brasil Premium não é sobre passivamente receber informações, mas sobre construir ativamente seu repertório junto com pessoas com formações diversas e genuinamente interessadas em crescer. Além disso, você ajuda a gente a manter o trabalho do Café Brasil, continunado a fornecer conteúdo gratuito pra milhares de pessoas.

Se você acessar confraria.cafe, vai conhecer todos os planos. Vem com a gente!

No começo dos anos 70, o humorista e publicitário Sérgio Arapuã criou o termo “bokomoko” para marcar a campanha do Guaraná Antarctica. E o personagem Theobaldo tomou conta das cidades: até ganhou marchinha, de Carnaval em 1971. Cata: eu tentei achei essa marchinha, não foi possível. Ela dizia assim, ó: o Teobaldo tomou conta da cidade, e aí vai, né?  Era o anti-herói. Enquanto os bebedores de refrigerantes americanos glorificavam beldades, Arapuã, o “Arapa”, optou pelo contrário. E deu certo. Ditou moda e mudou hábitos. Tudo que representasse o velho, o ultrapassado, o bobo, era chamado de “bokomoko”. A jogada de marketing do Arapa se tornou, durante algum tempo, uma espécie de  grito de libertação de uma geração.
Ninguém queria ser bokomoko…Até música fizeram pra ele…

Boko moko
Angelo Antonio

Vejo você
Bokomoko
Eu passo tudo
E não posso entender
Bokomoko
Não sei porque
Pra ficar junto não tem mais que fazer
Bokomoko
Linda assim, foge de mim,
Bokomoko

Tá vendo essa levada soul fantástica? Isso é Ângelo Antônio e as Menininhas, com BokoMoko em 1970….

Minha geração é a dos Baby Boomers, os nascidos entre 1945 e 1964. Eu sou de 56. Depois da minha vieram a Geração X, dos nascidos entre 1965 – 1984, a Geração Y dos nascidos entre 1985 – 1999, e a Geração Z dos que nasceram de 2000 para cá. Para mim, o que caracteriza cada geração é o uso que ela faz da tecnologia e o tipo de educação que recebeu da geração anterior. Aliás, publiquei um podcast interessante com a resenha do livro o Encantador de Millennials, algum tempo atrás.

Mas uma coisa sempre me incomodou com essa tentativa de classificar as pessoas demograficamente. Quando se trata do censo, de saber onde as pessoas moram, a qual classe social pertencem, que idade têm, tudo bem, a demografia, ciência que investiga as populações humanas sob o ponto de vista da natalidade, produção econômica, migração, distribuição étnica e outros dados, sob uma perspectiva quantitativa, é essencial. Mas quando se trata de comportamento, aí o bicho pega.

Me deparei com esse problema quando os gurus do marketing digital teimaram que eu devia estabelecer as personas dos meus consumidores: qual o perfil de quem ouve o Café Brasil. Aí o bicho pegou. Tenho jovens de 15 anos, mulheres de 30, senhoras de 50 e senhores de 70. Nas mais diversas atividades, morando em todos os lugares, de todas as classes sociais. É impossível estabelecer um perfil demográfico. Mas um perfil psicográfico, aí dá. O que une meu público é o gosto por temas que não fazem parte da modinha, é a busca por assuntos relevantes que vão além das fofocas nossas do dia a dia. É curiosidade por músicas legais, por questionamentos fora da caixinha… E isso meio que destruiu esse conceito de gerações na minha cabeça. Especialmente quando percebi que havia uma tentativa de encaixar as pessoas dentro de segmentos estanques, como se fossem todas iguais. Não são. E isso me incomodava.

Algum tempo atrás, o Henrique Szklo, eu nunca sei falar o nome dele, cara, é o Henrique. O sobrenome dele é s, z, k, l o, Henrique Szklo, que escreve nas Iscas Intelectuais do Portal Café Brasil, publicou um txto chamado “Os Millennials não são tão criativos quanto pensam”, onde ele disse assim:

(…) nosso genoma definiu em algum ponto da nossa evolução que a espécie humana deveria viver em grupo. Decisão da qual não podemos escapar. Não é uma escolha. O ser humano absolutamente sozinho enlouquece, vide alguns moradores de rua. A solidão é uma dor profunda que sinaliza nossa necessidade de companhia. Esse importante componente do nosso sistema de sobrevivência promove vários efeitos colaterais no comportamento humano. Um deles é o que eu chamo de Sotaque Social.

A imitação é a base do nosso aprendizado. O bebê aprende seus primeiros conceitos copiando ou tentando copiar os adultos. E passamos a vida inteira copiando uns aos outros. Na maioria das vezes fazemos isso sem perceber, sem que exista um desejo consciente para tanto. Quando mudamos de cidade, modificamos nosso sotaque sem percebermos. É o cérebro tentando se adaptar ao novo grupo social que frequentamos. Ele sabe que precisamos ser aceitos. E a melhor forma de ser aceito em um grupo é se parecendo com ele. Chamo isso de EIAM, Estatuto Instintivo de Aprovação Mutual.

A geração protagonista de hoje vive um momento muito parecido com outro famoso ocorrido entre o século XIV e o fim do século XVI: a Renascença. O que foi aquilo? Como é que nasceu tanta gente criativa numa mesma região e num espaço de tempo tão curto? Uma coincidência? Uma obra de Deus? Uma conspiração dos Templários? Nada disso. Foi o ambiente. Um elenco enorme de circunstâncias colaborou decisivamente para o florescimento das artes, ciências e filosofias com claro viés inovador e criativo.

O ambiente forneceu todas as ferramentas e condições para o fenômeno. E é a tal coisa: uns fazem, dão certo, são reconhecidos, ficam famosos, são respeitados, talvez ganhem algum dinheiro e então os outros começam a fazer também, despertando a capacidade criativa que todos, indistintamente, temos. Eles não ficaram criativos. A criatividade já estava lá, escondida em algum canto escuro. Seus cérebros é que se deram conta de que aquilo era o certo a se fazer e a criatividade foi desbloqueada da cabeça da garotada.”

Que tal, hein cara? A imitação é a base do nosso aprendizado. Ser aceito pelo grupo é o que nos move a copiar as modinhas do momento, e normalmente copiamos as modinhas das pessoas com as quais mais interagimos, certamente aquelas da nossa faixa etária…

Aí dá pra ver a responsabilidade de quem cria as modinhas que serão copiadas, né?

Aí achei então o texto Deprimidos, falidos e cringes: a maldição dos Millennials, de autoria de Daniele Lazzarotto, que recebi de um conhecido por Whatsapp. Daniele é estrategista de marcas e fundadora da consultoria de branding Cordão. Seu texto trata de como os millennials deixaram de ser a geração que iria mudar o mundo para se consolidar como geração mais pobre e deprimida do planeta

Vamos ao texto dela?

Lalá, uma homenagem aos millennials, por favor.

De tempos em tempos o assunto geracional vem à tona. Empresas de pesquisa, relatórios de tendências e reportagens retratam a geração mais nova como “algo completamente novo, diferente, revolucionário que você precisa entender logo para não quebrar o seu negócio”.  A febre do momento é falar sobre a guerra da Geração Z (os jovens que têm hoje entre 18 e 24 anos) com os Millennials (que estão na faixa dos 30 a 40 anos). Os mais jovens mandaram avisar que muitas coisas absolutamente amadas pela geração anterior (como os jeans skinny, a série Friends e até o Harry Potter) são consideradas “cringe” por eles. Ou seja: são coisas vergonhosas, bregas e fora de moda.

A notícia foi recebida com surpresa pelos mais novos tiozões do momento (grupo no qual me incluo) e provocou uma série de memes de revolta nas redes sociais. Pra mim, a indignação logo foi se transformando em curiosidade por entender mais sobre minha própria geração. Alguns Googles depois, uma realidade terrível foi se desvendando diante de mim: somos a geração mais pobre e mais deprimida de todos os tempos. Fiquei me perguntando: como foi que isso aconteceu? Não seríamos nós que iríamos revolucionar o mundo? O que é que foi que deu errado?

Acabei encontrando algumas explicações bastante convincentes de como chegamos até este cenário nada animador. Algumas delas me lembraram de afirmações que, há 10 anos atrás, eram vistas como pequenas revoluções que tornariam o mundo um lugar melhor e acabaram se provando ser uma cilada na qual muitos de nós caímos sem nem nos darmos conta.

“Queremos acesso ao invés de posse”.

Se você participou de alguma palestra de qualquer guru do marketing nos últimos dez anos, com certeza deve ter ouvido esta frase. A economia compartilhada apareceria como uma das grandes revoluções protagonizadas pela minha geração.  “Ninguém precisa da furadeira, mas sim do buraco na parede” provocavam os palestrantes da década passada.

O que ninguém nos avisou é que o “acesso” é temporário e que em momentos de recessão é a posse que permite estabilidade. Preferindo gastar seu dinheiro com experiências e não com bens materiais, os millennials criaram para si um estilo de vida caro e acumularam pouco ou quase nada que pudesse ser trocado por dinheiro. E, agora que as vantagens da propriedade se tornam óbvias, não tem recursos para bancar a compra.

Quase metade dos Boomers eram proprietários de casas aos 34 anos; em contraste, apenas 37% dos Millennials possuem uma nesta idade. Este é um dado muito preocupante, uma vez que a posse imobiliária é uma das maneiras mais seguras de acumular capital e transmiti-lo para as gerações futuras.

Os Baby Boomers, que nasceram no caótico cenário pós guerra, valorizavam tudo aquilo que lhes trouxessem renda e estabilidade. Não por acaso hoje são eles que acumulam mais da metade da riqueza do mundo. Os dados dos EUA mostram que os millennials acumulam menos de 5% da riqueza do país, sendo que Mark Zuckerberg sozinho detém a maior fatia desse percentual.

Mas, obviamente, a valorização do acesso ao invés da posse não é o único responsável por esta diferença de riqueza entre gerações. Os millennials também foram bastante prejudicados pelas crises econômicas que chegaram no momento mais decisivo de suas vidas adultas. No meio do caminho estavam pelo menos duas grandes crises econômicas globais. Ainda, se considerarmos a realidade dos millennials brasileiros, podemos colocar nessa conta um impeachment já concretizado e uma grande torcida pelo segundo.


“Boa tarde, Luciano Pires. Salomão, falando aqui de Rondônia, estou no caminho Buriti, Porto Velho, Porto Velho, Buriti. Acabei de escutar o programa 518, o Efeito Merlin e me fez lembrar de uma palestra que eu tinha ouvido há muitos anos atrás do Arnaldo Jabor, aqui em Porto Velho. Muitos anos atrás mesmo quando eu era só um moleque, uma criança de uns dez, doze anos, até menos. E ele falava sobre a ação do planejamento que a gente tem que pensar como a gente vai estar daqui a cinco, dez, quinze anos.

E, logicamente, planejamento na época não era… não era o que é hoje, mas eu lembro que aquilo me ajudou a tomar muitas decisões, a fazer muitas escolhas na vida e há alguns anos atrás, mais ou menos em 2018, 2019, aconteceu um caso parecido comigo, onde eu estava repensando a minha vida, muito efeito do teu programa, dos teus programas na verdade, e aí eu fiquei… trabalhava há vinte quilômetros de Porto Velho, então eu levava em torno de meia hora pra ir e meia hora pra voltar do trabalho e nessa meia hora era a tua meia hora.

Eu sempre estava te ouvindo ou no LíderCast ou no podcast Café Brasil mesmo e me ajudou a me questionar e a tomar algumas decisões importantes e hoje eu estou num cargo, fazendo uma função que foi fruto dessa tomada de decisões.

Não foi uma coisa muito rápida, foi uma coisa construída, gradativa e paulatina e hoje eu estou numa função, num cargo maior no banco e voltei a refletir sobre essa questão do planejmento, de como a gente vai estar daqui a alguns anos e de certa forma, a gente vai se acomodando e agora estou voltando a ouvir os teus programas, uma vez que estou morando mais longe de Porto Velho, que seria o meu lar, digamos assim,.

E você comentou da questão que querer ir pra Portugal, me deixou bastante feliz, assim…feliz no sentido de você tem um programa pra você, que faz sentido seguir um pouco o meu pensamento de morar fora do Brasil, ainda não é um plano claro e uma decisão tomada, mas é um… está em planejamento.

Com essa questão de pensar mais pra frente, a gente consegue tomar decisões e fazer o que a gente precisa fazer, dentro desse meu plano de morar fora do país. Prometi que daqui a um ou dois anos, quando essa pandemia acabar, eu vou, vou com a minha esposa, a minha filha, ela vai estar numa idade maior, vai estar propícia pra ir, pra gente poder fazer…passar alguns meses, ou quem sabe um ano nesse país que a gente pretende morar pra ver se é a nossa praia de fato. Mas, a gente já está começando a fazer os preparativos. estudar inglês e algumas outras coisas que a gente conseguiu se planejar e pensar.

E não só isso, até mesmo com relação a trabalho. eu não pretendo ficar na função que eu estou por muito tempo, apesar de eu gostar muito, mas a minha missão, a minha pegada é outra. Eu quero ajudar pessoas, mais ou menos igual ao teu programa faz. Eu ainda não achei como eu vou fazer isso, mas pode ter certeza que o pouco que eu posso fazer, da questão de ajudar as pessoas a refletir e a pensar para tomar suas decisões, eu venho fazendo. Hoje, na função que eu estou, de certa forma, a gente treina algumas pessoas novas que entram no banco e a gente vê oportunidade de trabalhar com as pessoas e eu sinto que eu ajudei elas. Inclusive elas vem falar: obrigado pelos teus direcionadores, pelos seus nortes aí, me ajudam bastante, tá bem feliz com o que ela faz, também, contente com a atividade delas.

E eu só queria compartilhar isso aí. estou tentando comentar mais aí, recuperar o tempo perdido dos programas meus, eu sei que agora que eu estou comentando, já está no setecentos e lá vai fumaça e eu ainda estou no 518, ainda. Mas, vou chegar lá. Vou me atualizar. Abraço, Luciano Pires. Ótima tarde. Manda um abraço pra Ciça e pro Lalá. Valeu”

Grande Salomão, direto de Rondônia! Pois é, meu caro, planejamento é a alma do negócio. Mas o conceito de planejamento está mudado… se antigamente planejávamos para nos protegermos das crises, agora tem de planejar para tirar proveito delas. Flexibilidade, experimentação, riscos, tudo faz parte. Como você está fazendo aí: o preparo para se atirar no imponderável. Sobre ajudar as pessoas, comece a contar sobre suas experiências, não é preciso mais que isso, viu? Depois que você perceber que elas estão tirando proveito de suas lições, nunca mais encarará seu trabalho da mesma forma. Grande abraço e boa sorte!

E você já sabe que a Perfetto patrocina o Café Brasil fazendo sorvetes, não é!

No site perfetto.com.br – lembre-se sempre, perfetto tem dois “tês”, a gente enlouquece. Aliás, no Instagram da Perfetto a gente enlouquece duas vezes. Vi um post lá, cara x… O perfil @chefderepente preparou um maravilhoso e incrementado #Affogato, de sabor Perfetto, que só de olhar o preparo já dá água na boca. Os ingredientes são:

– 2 Bolas de sorvete Variatta Brownie das Galáxias;
– Canela em pó a gosto;
– Noz moscada a gosto;
– Raspas de chocolate a gosto;
– 01 dose de café.

Eles publicaram lá um vídeo mostrando como faz e eu tô quase saindo correndo daqui pra experimentar. Dê uma olhada no Instagram @perfettosorvetes: é enlouquecedor!

Com sorvete…ô Lálá, como é que é?

Lalá – ah! Com sorvete#TudoéPerfetto , né?

Voltando ao texto da Daniele:

Trabalhe com o que você ama…. e logo terá um burnout.

Ao contrário de nossos pais que buscavam profissões consolidadas, nós millennials fomos livres para buscar profissões que nos realizem profissionalmente. Muitos de nós passamos a nos definir e viver por nossas profissões – por mais estressantes e mal remuneradas que elas fossem.

Com o perdão da palavra, o resultado disto foi uma pandemia de burnout com proporções assustadoras: 95% dos Millennials relataram já ter sofrido com episódios de Burnout e outros 75% dizem se sentir mentalmente exaustos (e estes dados são de antes da pandemia!).

Para quem ainda não conhece a expressão, por definição, burnout é “um distúrbio psíquico causado pela exaustão extrema, sempre relacionada ao trabalho de um indivíduo”. De tão frequente, a minha geração já foi até apelidada de geração burnout.

Desde 2013, a geração do milênio observou um aumento de 47% nos diagnósticos de depressão. A taxa geral aumentou de 3% para 4,4% entre até 34 anos. Os dados são ainda piores para a população negra. De 2001 a 2017, as taxas de mortalidade por suicídio para meninos negros de 13 a 19 anos aumentaram 60%; para as meninas negras, é 182%, de acordo com um estudo do Journal of Community Health.

Mais conectados – e mais solitários do que nunca.

Nós millennials inventamos as redes sociais. Ficamos obcecados por nos conectar digitalmente com milhares de pessoas desde os tempos do Orkut. Chegamos no Facebook quando tudo era mato. É realmente surpreendente descobrir que acabamos nos tornando a geração mais solitária do planeta: 30% dos millennials disseram que sempre ou frequentemente se sentiam sozinhos, em comparação com 20% da Geração X e 15% dos baby boomers.

Muitos de nós decidimos não casar, adiar a chegada dos filhos e fomos pioneiros do isolamento social ao preferir a Netflix do que um passeio com amigos na vida real. E todos estes fatores contribuem para esse sentimento de isolamento, segundo os especialistas.

Uma pesquisa recente descobriu que três em cada quatro americanos desta geração possuem um animal de estimação. Uma vez que eles não podem comprar uma casa e não querem filhos, estão preenchendo seus ninhos vazios com bebês de quatro patas. O que, obviamente, não substitui a conexão humana.

Ainda somos os mesmos – mas não vivemos como nossos pais.

Eu nunca acreditei nesses recortes geracionais que apresentam rupturas abruptas de comportamento. Acredito que há tanta diversidade de comportamentos dentro das gerações quanto entre as gerações. Mas, estes dados extrapolam os hábitos, crenças e comportamentos. São realidades culturais e de contexto que são difíceis de se modificar. E, ao olhar para o futuro, podemos projetar cenários e questionamentos com impactos duradouros:

Com o avanço da medicina, seremos uma das gerações com maior longevidade. Como será envelhecer sem posses e com a lembrança de uma juventude solitária e depressiva?

Qual será a contra-tendência que a Geração Z vai implementar para salvar-se dos destinos da geração anterior? Eles irão voltar a valorizar a posse ao invés do acesso e vão apostar no minimalismo como forma de viver com menos?

Como a geração Alfa (os filhos dos millennials) vai olhar para o mercado de trabalho sendo que terão menor apoio financeiro de seus pais?

Diante de todos estes questionamentos, eu volto a pensar na guerra entre Millennials e Geração Z,  que provocou toda esta reflexão. Aos mais novinhos, só me resta alertar que quem com cringe fere, com Geração Alfa será ferido. O peso das escolhas de cada geração e o momento de revisar nossos erros e acertos chegará certamente para todos. O que eu quero dizer é que as dancinhas no Tik Tok não serão o suficiente: façam escolhas de vida melhores do que as nossas, se quiserem continuar rindo por último. 

E comemorando o dia do Cinema Brasileiro, nasce a Itaú Cultural Play, plataforma de streaming gratuita dedicada a produções nacionais. O catálogo oferece mais de cem títulos já na estreia e é composto de filmes, séries, programas de TV, festivais e mostras temáticas e competitivas, além de produções audiovisuais de instituições culturais parceiras. É só fazer um cadastro gratuito que você poderá acessar todo conteúdo e escolher se verá no desktop ou celular.

Acesse itaucultural.org.br. Agora você tem cultura entrando por aqui, por aqui, pelos olhos e pelos ouvidos…

Sina de um tocador

Ouça sua alma
Não perca a direção
Faça sua caminhada
Ainda que na contramão

Escala, ensaio, estúdio
Aprender a lição
Encostar em qualquer canto
Ossos da profissão

Oh não, não
Não há mais tempo para desistir
Oh não, não
Não vou olhar pra trás

Oh não, não
Encaro o mundo para conseguir
Oh não, não
Fibra não se desfaz

Tocar por migalhas
É muita frustração
Mas a estrada às vezes é amarga
Aceito a condição

Dez por centro é do empresário
Noventa da produção
Essa é a sina de um tocador
Fazer das tripas coração

Vendi a alma, apostei alto, fiz inimizades
Nem minha origem conseguiu acreditar em mim
As vezes acho que é ilusão ou só miragem
Mas sigo em frente, eu aprendi que a vida é assim

Sina sina
Essa é a sina
Sina de um tocador

Sina sina
Essa é a sina
Sina de um tocador

Uau!! Rockão de primeira, daqueles que não se faz mais! Sabe o que é isso, hein? São Breno Veloso, Fernando Kakau, Gui Carneiro e Vitor Guimarães, que formaram a banda BokoMoko, direto de Carmo da Paranaíba, cidadezinha do interior de Minas Gerias, cara…

Eles dizem assim: ”Porque numa época em que ouvir rock é coisa de velho demodê, tocar guitarra elétrica já não é tão legal e ter apreço por discos de vinil não é a última moda… Somos todos BOKO MOKO!”

Acredite, essa banda foi formada em 2020, e faz um rock anos setenta que é espetacular! Provavelmente será chamados de “cringe” pela geração que consome aquelas band boys sul coreanas…

Olha, eu mesmo me classifico como um dos que andou falando das modinhas, do acesso em vez da posse, do trabalhar com o que ama, mas eu compreendo que isso tem a ver com as leituras dos momentos que vivemos. No final, o que fica mesmo, são nossos valores, nossos princípios, que, queira você ou não, mantém a gente muito parecido com nossos pais. E eu acho que será assim até o fim dos tempos…

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, completando o ciclo.

Conheça a loja do Cafe Brasil, onde temos uma camisetas, canecas e moletons muito legais, não são cringe não, tá?Que tem gente que vai achar até cafonas. Mas que estão fazendo um baita sucesso. Em cafebrasilloja.com.br. tem dois ll aí, tá? cafebrasilloja.com.br.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo, cara online.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma frase de Alvo Percival Wulfric Brian Dumbledore:

Embora venhamos de lugares diferentes,
falemos línguas diferentes,
nossos corações batem como um só.