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Café Brasil 787 – Reações ao Cuzão

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Luciano Pires -

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Sabe quem ajuda este programa chegar até você?

É a Terra Desenvolvimento Agropecuário, que é especializada em inteligência no agro.

Utilizando diversas técnicas, pesquisas, tecnologia e uma equipe realizadora, a Terra levanta todos os números de sua fazenda em tempo real e auxilia você a traçar estratégias, fazer previsões e, principalmente, agir para tornar a fazenda eficiente e mais lucrativa.

E para você que acredita no agro e está interessado em investir em um seguimento lucrativo e promissor, a Terra oferece orientação e serviços, para tornar esse empreendimento uma realidade.

terradesenvolvimento.com.br – razão para produzir, emoção para transformar. A inteligência a serviço do agro.

Olha! O Café Brasil anterior, o 786 – O Cuzão, rendeu, viu? Foi muito legal receber o retorno dos ouvintes, em quantidade e em qualidade, e aproveitei alguns deles para fazer o programa de hoje. Vamos ouvir o que vocês têm a dizer e fazer mais algumas reflexões.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

Você já sabe que a Perfetto patrocina o Café Brasil fazendo sorvetes, não é?

No site perfetto.com.br, Perfetto com dois ts, lembre-se sempre, a gente enlouquece. Picolé Buben é sorvete Perfetto de morango tipo queijo Petit Suisse com deliciosa cobertura sabor banana. Tem zero gordura trans e é fonte de ferro, zinco e vitaminas A e D.

E a Perfetto criou um personagem, o Super Cão Buben, que ganhou versão 3D e um site totalmente exclusivo com revistinha, jogos e muita diversão, não só para a criançada como para toda família. Acesse buben.com.br : esse buben voce escreve com n, n de navio no final buben.com.br e dê uma olhada nas aventuras do Super Cão Buben!

Luciano – Lalá, lembre a turma aí:

Lalá – Ah! Com sorvete #TudoéPerfetto, né?

A nível de…
João Bosco
Aldir Blanc

Vanderley e Odilon
São muito unidos e vão pro Maracanã
Todo domingo, criticando o casamento
E o papo mostra que o casamento anda uma bosta
Yolanda e Adelina
São muito unidas e se fazem companhia
Todo domingo que os maridos vão pro jogo
Yolanda aposta que assim é nível de proposta
O casamento anda uma bosta
E Adelina não discorda
Estruturou-se um troca-troca
E os quatro: hum-hum, ok, tá bom, é
Só que Odilon, não pegando bem a coisa
Agarrou o Vanderley e Yolanda ó, na Adelina
Vanderley e Odilon
Bem mais unidos, empataram capital
E estão montando restaurante natural
Cuja proposta é: cada um come o que gosta
Yolanda e Adelina
Bem mais unidas, acham viver um barato
E pra provar
Tão fazendo artesanato
E pela amostra Yolanda aposta na resposta
E Adelina não discorda
Que pinta e borda com o que gosta
É positiva essa proposta
De quatro: hum-hum, ok, tá bom, é
Só que Odilon ensopapa o Vanderley com ciúme
Adelina dá na cara de Yoyô
Vanderley e Odilon
Yolanda e Adelina
Cada um faz o que gosta
E o relacionamento
Continua a mesma bosta!

Rararararar… João Bosco é gênio. Aldir Blac era gênio. Os dois juntos então são o quê? Você ouve ao fundo A NÍVEL DE, um clássico delicioso, com uma letra absolutamente provocativa, até pela data do lançamento: 1983, quando a temática era ainda tratada como um tabu.

Escolhi essa canção porque ela tem um palavrão, sonoro e absolutamente imprescindível… do mesmo jeito que o Cuzão lá do programa anterior… rararrara

Então, foi muito divertido ler as reações dos ouvintes ao programa anterior. aliás, ler e ouvir. Muitos escreveram nos grupos do Telegram, a maioria assinantes, alguns indignados, outros curiosos, mas todos, TODOS os comentários com algo em comum: eles reconhecemo o valor do trabalho que a gente faz aqui no Café Brasil. O que é natural, né? Ou não seriam assinantes.

Mas quero reiterar uma coisa, pois muita gente ficou indignada com o adjetivo cuzão que o ouvinte usou naquele comentário. Eu ouvi o comentário dele diversas vezes, para captar não só a mensagem, mas a intenção. O jeito dele falar, a entonação, a ironia contida. E tenho certeza absoluta que o que ele fez foi uma provocação bem-humorada e muito, mas muito provocativa. Tão provocativa que gerou não um, mas dois programas. E mobilizou muitos ouvintes que nunca se motivaram a escrever ou comentar. Até serem provocados. Isso tem valor, viu? Aliás, tem uma lição: olha como é necessário às vezes apelar para aquilo que provoca, revolta ou até indigna as pessoas. Quando isso acontece, você gera… ação! E eu só tenho a agradecer ao Marcos Vinicius lá, espero que ele tenha entendido que minha reação também foi repleta de ironia e bom humor.

Mas vamos ouvir o que vocês disseram?

“Fala Luciano. Aqui é o Marcelo. Sou seu ouvinte há pelo menos uns oito a nove anos. E acabei de escutar o episódio do cuzão. Aqui na minha cidade, Ribeirão Preto, pra sua cidade que é Bauru, estamos no meio de um monte de construções aqui nas rodovias e estou parado agora.

A situação é a seguinte: gostei muito desse episódio, porque eu penso completamente diferente do nosso amigo aí. Ele fala que é regular, regular informação e opinião. Na verdade, isso pra mim foi exatamente o contrário. Eu escuto você há um monte de tempo e estou sempre falando: vou assinar, vou assinar, vou assinar, pra ajudar alguém que eu gosto, apesar de não concordar com 100% das opiniões, é alguém que me faz pensar e me faz ter uma criação de uma opinião que é só minha e ser uma pessoa melhor também.

Quando você começou a regular a sua opinião no Cafezinho, me deu um estalo. Falei: acho que está na hora de eu ajudar. E se eu for exatamente… quantas vezes eu entrei no Café Brasil, no site, eu não entrei nenhuma vez depois que eu acabei de começar a pagar. Não porque eu não considero aqui importante, mas porque, realmente, eu tenho dois filhos pequenos, tenho outras coisas pra fazer, trabalho bastante e não tenho tempo pra isso.

Só que, na verdade, dinheiro não foi pra eu tirar alguma coisa. Eu já tirei oito anos de conhecimento seu e de aprendizado e eu acho que isso é suficiente. Agora está na hora de eu agradecer. Então, eu cho que pra todas as verdades, tem duas linhas de pensamento e a minha diverge do nosso colega aí, que achei que não foi muito acertada a maneira como ele te criticou, mas, de qualquer maneira, cada um tem a sua opinião e eu estou ligando pra agradecer você por esses oito anos e dizer que, não importa o que você produz lá, agora você tem um patrocinador e eu espero que isso continue por muito tempo.

Gostei muito do título do episódio também e eu não sei se essa parte é boa pra ir pro seu podcast, mas você está de parabéns pelo título do episódio, porque eu tenho certeza que você não estava se referindo a você. Eu adorei isso. Obrigado e um bom dia pra você.”

Grande Marcelo. Valeu, cara! Obrigado, viu? Essa é a intenção mesmo, né? É de fazer um esquema de troca. Eu fico meio incomodado quando o pessoal fala: eu vou contribuir pra ajudar. Eu não acho que ajuda não, cara. É uma troca, né? A gente dá uma coisa e recebe alguma coisa das pessoas que vêem valor naquilo que a gente faz. Quem não vê valor, cara, não precisa dar nada. Não tem que participar, né? Mas quem vê valor tem que fazer a troca. Então, obrigado a você por ter entendido esse processo.

E o lance do título aí, foi complicado, pensei dez vezes de colocar, mas no fim eu olhei e falei: cara, qual outro título o programa poderia ter? Existe algum outro título além de Cuzão? Não, né? Obrigado, meu caro!

“Tudo bem? Aqui é o Wagner, São Paulo, Capital, sou assinante do Café Brasil Premium desde o comecinho, escutei recentemente aí o episódio 786, o Cuzão e me fez refletir também, sabe?

É curioso como é o entendimento de cada pessoa e como que a gente acaba agindo e trazendo isso pro dia a dia. Interessante, eu vou ter que voltar só um pouquinho na história aqui, porque eu comecei a viver esse mundo de startups há pouco tempo e uma coisa que eu aprendi lá no Google, no programa de aceleração, foi a filosofia o termo give back.

E no começo foi difícil entender porque não há tradução mais literal é dar pra receber, alguma coisa assim. E ficou muito claro que nesse mundo das startups, pelo menos no estágio que eu estou agora, que a gente está aqui, ele funciona muito bem, assim: as pessoas dão sem pensar nada em troca. Porque um dia elas receberam também. Estou sendo bem prático aqui.

A gente, recentemente teve um evento no Hospital de Amor, em Barretos e lá tinham várias pessoas de vários lugares do país que foram lá gratuitamente, pra dar conselhos pras starups que estavam lá. Pra dar alguma orientação, mentoria, esse tipo de coisa.

E no final do dia, um dia puxado pra caramba, eu perguntei pra um deles ali: agradeci, obrigado, você veio aí, ajudou a gente, disponibilizou seu tempo. Ele só olhou pra mim e falou: meu! Quando eu estava no mesmo lugar que você, também veio gente do Brasil inteiro pra falar comigo e hoje eu cheguei onde eu estou. E nada mais justo que eu fazer o mesmo, entendeu? Eu venho porque eu quero mesmo, porque eu gosto, porque você sabe que quem está aqui em São Paulo, Capital, por exemplo, pra ir lá pro Hospital de Amor em Barretos, se for de passagem aérea é caro. Se for  de carro é caro, além do tempo que você leva. Se você for contar o tempo também, sai muito caro.

E também você ter entrevistado no LíderCast o Ronaldo Tenório, que ele tinha uma startup também, logo que eu entrei nesse mundo da startup, você criou a conexão com ele, fez a ponte, ele disponibilizou do tempo dele, pra um Zé Niguém aqui dessa ponta, e ele compartilhou a experiência dele comigo e, por mais de uma vez, entendeu? Ele bateu um papo bem legal, foi muito show.

Então, essa filosofia aqui, ela faz girar esse ecossistema aqui de startups, acho que não só no Brasil, acho que é do mundo, porque é uma cultura que está vindo de fora, a gente é muito ineficiente aqui nessa situação.

Mas aí, me caiu uma ficha, que é essa questão de back, ela se aplica a tudo. A gente tem um… a gente que eu digo, eu já me incluí dentro, o Café Brasil tem um baita ecossistema envolvido. Tem pessoas de todas as crenças, de todas as profissões, de todas as culturas que estão ali dentro. Puta ecossistema que tem ali.

Então, se a gente ali, a gente recebe muito, entendeu? O que a gente dá em troca, nem é tanto, na verdade, às vezes, é até irrisório também. Como você diz, não dá uma pizza com refrigerante. E não só isso. Não estou dizendo só retribuir financeiramente. Na questão mesmo de compartilhar. Porque eu entendo quão difícil pra quem gosta, separar um tempo pra dizer que gostou. É mais fácil tomar cacetada, mais fácil você receber uma paulada do que receber um elogio.

E eu até fiz um elogio recente pra você, acho que no privado, ali e eu falei: não cara. Tem que fazer em aberto, bicho. Tem que mostrar pras pessoas que tem coisa acontecendo boa por aí. E que tem gente se ajudando, como eu disse, lá dentro, o próprio pastor Rony, ele fala: meu, é difícil explicar a Confraria pra quem não é da Confraria. Minha sogra, esse final de semana, que a gente também estáenvolvido em outra situação que tem um pessoal me ajudando também, ela queria entender o que é a Confraria: por que que eles estao fazendo isso? Assim, sem nada em troca? É seu amigo? Onde você conheceu? E aí eu explicando o que é Café Brasil, o que é o grupo, tal. Cara! É o ecossistema. Essa palavra já engloba tudo. É meio que autosuficiente. É muito fantástico.

Então, eu entendi a reflexão, levei até como um certo puxão de orelha por eu não estar fazendo a minha parte no sentido de propagar esse conteúdo que você está levando. Então, por mais que de repente você não está… você não tenha condição de contribuir financeiramente, você compartilhando talvez você chegue em alguém que possa. E não só isso. Além de compartilhar você também pode ajudar outras pessoas assim como você também, e eu também, sou ajudado.  E também me ajudou em diversos momentos da vida, seja com reflexões, seja até pra ficar puto ali com algum programa que eu não concordei, mas no final me fez refletir.

Então, acho que é isso aí. Eu andei falando que eu queria desejar aí pra vocês aí… talvez tenha ficado um pouco longo, mas era o que eu tinha pra dizer.

Vida longa aí ao Cafezinho, como todos dizem, apesar de eu não tomar café.  O único café que eu consumo é o Café Brasil. Fica em paz aí e gratidão aí por tudo que tem feito. Abraços. Tchau, tchau!”

Grande Wagner. O Wagner já é um amigo a essa altura dos acontecimentos, ele está com a gente na Confraria há muito tempo e eu acompanho de perto o trabalho dele, inclusive no desenvolvimento da Matraquinha, um projeto fantástico pra ajudar as crianças autistas e o lance que você lembrou, Wagner, aí do give back, é fantástico, é fenomenal, sabe? É dê aquilo que você tem de bom e bate muito com aquela frase que eu costumo usar, botei até na camiseta: gaste seu tempo construindo as coisas. Protegendo e construindo as coisas que você ama e não dstruindo as coisas que você odeia, né?

Eu acho que essa visão de você contribuir ou devolver à sociedade, ao mundo aquilo que você conseguiu desenvolver no seu talento, na tua energia pra construir, é fundamental, cara. Isso é todo um processo de troca e que no fim todo mundo cresce junto. Muito obrigado, meu caro. Vamos em frente!

“Luciano. Bom dia, boa tarde, boa noite. Estou te mandando este áudio aqui. Eu acabei de ouvir o seu episódio 786, o Cuzão e eu estou indignado. Bom, mas vamos lá.

Primeiramente: sou assinante do Café Brasil Premium acho que quase que desde que você começou. Moro em Bauru, mas estou sempre na estrada e sou consumidor assíduo de tudo que você publica e desde 2015 que eu te conheci lá no Epicentro. E avaliando tudo aqui me passou um filme pela cabeça depois de escutar esse…

Bom. Acho que quando você recebe um xingamento, um elogio, um presente, qualquer coisa que seja que você não aceite, ele volta pra pessoa que te deu. Então, deixa esse cuzão pra lá. E aí, eu acho que tudo que você faz é muito brilhante, é muito… é um conteúdo que a gente aproveita de qualquer forma.

Pra você ter uma noção, o que ele achou que era um absurdo eu achei brilhante, porque eu pensei assim: pôxa, como o Luciano provoca a gente e faz com que a gente busque conteúdo. Ele está fazendo um Cafezinho, mas ele quer que as pessoas busquem mais conhecimento e estimula nossa curiosidade e faz com que a gente acesse a página dele pra ver. E eu entendi desde o começo que você não queria cobrar nada por isso, você só queria que as pessoas acessassem sua página.

Então assim: cada um pensa do jeito que é e o mundo tá muito complicado, essa é a verdade. Tem muito, muito, muito muito cuzão no mundo. Então assim: eu acho que eu falhei, então até… é a primeira vez que eu te mando um áudio porque eu achava que, sendo um assinante, e contribuindo, pra que você continue a fazer esse conteúdo de forma brilhante, eu não precisava fazer mais nada e talvez, não é por aí, né? Talvez eu precise espalhar mais, porque assim, eu dificilmente entro na página do Café Brasil Premium, mesmo sendo assinante, como eu estou sempre na estrada eu tenho uma certa dificuldade do seu aplicativo, mas cara, eu sempre achei assim: pôxa o Luciano está criando um aplicativo. Que bom pra quem pode acessar tudo pelo aplicativo.

E é isso. Parabéns e continue e mais uma vez você me ensinou uma coisa hoje que, realmente, eu preciso te dar os parabéns. Mesmo que a pessoa fale uma coisa que te deixe extremamente nervoso, emputecido e você tirar alguma coisa de proveito disso.

Então assim, eu vou continuar sendo assinante, não sei se vou acessar mais ou menos o Premium, mas eu sei que está lá pra quando eu quiser, pra quando você provocar minha curiosidade, eu sei que vai estar lá pra eu ouvir o que eu quiser ver. E, na verdade, o fato de eu estar sendo assinante é simplesmente porque você merece. Simplesmente porque eu acho que eu sou um ouvinte de podcast raiz, porque até hoje eu uso o aplicativo podcast da Apple, então já tem muitas outras formas, mas pra mim, essa é a que está valendo, é a que é legal. Então assim, continue, me desculpe por não espalhar mais seu conteúdo, de alguma forma, que eu acho que eu poderia espalhar, mas também, eu fico pensando que indicar seu conteúdo pra um cuzão, quem vai perder tempo sou eu, mas tudo bem, e vamos aí, pras pessoas que merecem, pras pessoas que me fazem sentir melhor, eu estou sempre indicando o seu conteúdo.

Eu tenho que te agradecer também pela Confragro que aquilo pra mim ali foi espetacular quando você uniu as pessoas do agro, ao qual eu faço parte também. E cara: você só contribui pra melhorar a minha vida, de uma forma ou de outra, através de conteúdos que eu sempre aproveito. Eu sempre aproveito. Então, não desista, continue. Um grande abraço.

Se desde 2015 até hoje, eu nunca tinha mandado um áudio, talvez a falha esteja sendo muito mais minha do que sua. Com certeza. Mas a gente está junto aí pro que for preciso. Vida longa ao Cafezinho, vida longa ao Café Brasil, vida longa ao Café Brasil Premium e que você continue fazendo tudo isso que você já faz. Um abraço”.

Muito obrigado. Esse foi o Alisson. O Alisson levantou uma lebre interessante aí que é essa coisa da relação do ouvinte com o produtor, né? Eu considero que tem o ouvinte ativo e te, o ouvinte passivo. O passivo é aquele que ouve e faz o papel dele. Ouve, dá um likezinho aqui, participa timidamente de alguma forma, ou não faz nada, apenas ouve. E o ouvinte ativo é aquele que entende qual o papel dele nesse processo do podcast, especialmente do pocast independente que é o que a gente faz, né?

Quer dizer, além de ouvir, eu levo adiante, eu mostro pra outras pessoas, eu uso trechos, eu referencio a fonte, eu tô aqui contribuindo pra que esse processo prossiga. Eu estou levando adinte. Estou levando a mensagem adiante. Se isso acontecesse com todo mundo que ouve a gente, seria uma corrente de penetração nos mercados aí e pras pessoas que não conhecem, seeria uma coisa assim irresistível, né? Mas a maioria absoluta são ouvintes passivos.

Olha: eu também sou raíz viu cara? Também uso o aplicatido da Apple aí pra ouvir as coisas e você não tem nada que pedir desculpas não.

Só um detalhe aqui. O Alisson comenta sobre a Confragro. A Confragro é um grupo que nasceu de um desmembramento da Confraria Café Brasil, lá onde estão os assinantes. Tinha tanta gente do agro que a gente criou um grupo paralelo que é um grupo que só discute coisas do agronegócio. E são desdobramentos que, cara, o dia que eu for contar… eu vou fazer um programa só pra contar todos os desdobramentos que acontecem a partir da reunião das pessoas que assinam de alguma forma os produtos do Café Brasil. Grande Alisson. Muito obrigado, viu?

“Olá, bom dia, tudo bem? Olha só, estava escutando o último Café Brasil e escutei o médico falando aí da falta de tempo dele pra consumir o conteúdo. Eu também tenho essa dificuldade. Eu moro em Guarulhos, trabalho em Sãnto Amaro, por uma questão de saúde, não posso dirigir, tenho que pegar transporte público, são muitas horas indo e vindo. Você não consegue nem consumir nada, nem ouvir uma música, de tão cansada que está a sua cabeça. Eu ainda tenho que, nas horas que eu ainda consigo produzir alguma coisa, consumir alguma coisa, tenho que estudar minha pós graduação.

Mas, de qualquer maneira, eu senti vontade voltar a ouvir alguma coisa e acessei. Instalei o Café Brasil Premium. Não deixei de pagar, porque eu acredito que se eu gosto de alguma coisa eu tenho que dar uma força pra essa coisa acontecer por isso não concelei minha assinatura também.

Mas, fui tentar acompanhar aqui a Primeira Jornada, achei muito legal essa organização por jornaldas, muito legal mesmo e fui tentar acompanhar, já tinha ouvido os dois primeiros ítens, fui tentar assistir a podlive e o aplicativo fica reiniciando. Será que vocês sabem me dizer se tem alguma permissão que eu preciso liberar pro aplicativo ou alguma coisa que a gente possa fazer junto pra resolver o problema?”

Esse é o Flávio Luciano. Grande xará. Ele mostra claramente que essa questão falta de tempo é antes de tudo uma questão de priorização. Se você quiser você encaixa as coisas no teu tempo sim.

Aliás, essa é a mágica do podcast. O podcast se adapta a qualquer lugar, a qualquer momento. Então, tempo pra ouvir a gente sempre vai dar um jeitinho de ter.

A questão do aplicativo aí, realmente ele dá problema com certas combinações do aparelho Android, dependendo da marca, do ano do aparelho, com uma combinação com o sistema operacional, pode dar problema, a gente já está conversando com o meu xará Luciano aí, pra tentar resolver, tá bom? Bola pra frente, meu caro. Adorei essa viagem de metrô contigo.

“E aí, Luciano. Tudo bem? A primeira vez eu te mandei um áudio chorando, a segunda vez  estava no meio da rua, porque o programa tinha explodido minha cabeça e essa terceira vez eu estou falando baixinho porque o bebê está dormindo.

Muita coisa mudou nesses últimos seis anos, desde a primeira vez que eu te ouvi, nesses últimos quatro, desde a primeira vez que tocou um áudio meu no Café Brasil e enfim… primeiro desculpa, tenho que admitir aqui. Meus dias são complexos muito trabalho mas, como sempre, isso não é desculpa pra não ouvir o Café Brasil. E sempre que uma tambi me pega…uma tambi não, porque não é mesacast. Sempre que um texto seu no Facebook ou no Instagram me pega, eu vou ouvir o programa.

Café Brasil 786. Acho que eu não vou te chamar da mesma coisa que o cara te chamou não, por respeito. Não concordo com ele não. Você está certo. Primeiro que eu amei o programa, muito bom o jeito que você faz sua opinião.

Mas, teve um ponto que você falou e como sempre, mais uma vez, o Café Brasil me surpreende porque ele sempre me pega de calça curta numa situação que eu estou vivendo. Ontem, no dia do lançamento do programa eu passei o dia fazendo um curso sobre facebookets. E você falou no programa que não concorda com o marketing agressivo pra fazer aumentar sua base de assinantes no Café Brasil Premium.

Cara: se eu tenho posição, queria ouvir sua opinião sobre esse marketing agressivo que você chamou, né? Tem vários coaches que eu sigo, coach, eu chamo de coaches mesmo. Não fico negando não. São coaches. Fazem esses cursos de como conseguir mais ouvintes, de como consegiuir mais vendas e tudo mais e queria saber sua opinião, cara. Por que você acha que pega e por que que você acha que converte? Afinal das contas, esse tipo de anúncio, não ajuda? Não é só mais uma ferramenta que, sabendo usar corretamente, pode ajudar? Ao invés de incomodar?

Obrigado, Luciano por mais um programa incrível. O rei, que é você, mandou muito. Obrigado. Vida longa ao Cafezinho. Bruno Pinheiro de São Paulo e o podcast e o Café Brasil mudou a minha vida”.

Grande Bruno. Aí figurão. Olha aí, cara. Quem é que não tem hoje em dia dias complexos. Mas é o que você falou lá. A gente sempre dá um jeitinho de poder escutar. Olha, essa questão do processo aí do marketing… uma coisa é o processo, eu chamo do motor, né? O motor é maravilhoso, cara, o motor desses processos aí é muito bom. A utilização dessas ferramentas, tipo LD Station, que você automatiza mandar os e-mails, faz todo um envolvimento com as pessoas. Isso é muito legal e funciona muito bem.

O meu problema é com a linguagem, sabe, é com as promessas absurdas, é com a utilização de gatilhos mentais, é fingir que existe uma escassez, é construir um processo aí, que você sabe que é mentira, cara. Que não vai acabar, que não tem essa escassez. Você sabe que émentira, você sabe que aquela proposta estou vendendo por cinco mil reais, só hoje estou oferecendo por oitocentos reais. Isso é tudo conversa mole que é pra acionar gatilhos mentais. E eu não consigo, cara, eu breco porque pra mim, o gatilho mental indica que do outro lado tem uma pessoa que não consegue concatenar as ideias. Se ela é refém de um gatilho mental, é porque ela não consegue concatenar as ideias. Ela não está sacando que ela está sendo influenciada pra tomar uma decisão, que eu não sei se é a melhor pra ela.

Eu acredito no meu pitaco, acredito naquilo que eu estou vendendo sim. Mas eu acho que ela tem que concluir se é bom pra ela ou não. E quando eu uso gatilhos mentais pra provocar nela essa sensação de que precisa comprar, eu nãome sinto bem, cara. Não me sinto bem porque eu me sinto no lugar dela sendo meio que manipulado, né?

Mas, tem gente que acredita que isso é válido e faz, né? Eu resisto bastante e devagarinho vou tentando utilizar o motor da maneira mais, digamos assim, elegante possível. Grande abraço, meu caro!

“Luciano, tudo bem, cara? Quem está falando é Rafael. Acabei de ouvir o podcast 786, O cuzão e pela primeira vez não só me senti motivado a te mandar um feedback, mas estou tomando essa atitude aqui.

Muitas das vezes, quando a gente ouve um podcast, a gente tá fazendo alguma outra coisa e a gente, instintivamente, a gente tenta conversar, né? Só que por estar fazendo outras coisas, a gente acaba deixando pra comentar depois e na loucura do dia a dia isso se perde, né? Eu acho que por isso, muitos feedbacks não chegam aí, né? Normalmente chegam os feedbacks das pessoas que es~to mais inflamadas e revoltadas. Não é o caso tá? Mesmo.

Minha vontade aqui agora é primeito te dizer que você não está sozinho nessa e que o seu trabalho é algo espetacular, fundamental pro dia a dia.

Eu trabalho nesse segmento de comunicação e a gente sabe de estratégia empresarial e marketing. A gente sabe que só consegue quem tenta, né? E tentar é testar, Por isso a gente erra, a gente acerta, a gente faz experimentação e nada mais…. tudo que você fez aí.

Eu também fiquei muito frustrado quando ouvia os seus Cafezinhos e ficava muito feliz quando eu ouvia o Cafezinho na íntegra. Porque a gente usa agregador de podcast e daí vem uma primeira provocação que eu queria fazer pra você. 

Falar isso pra você é querer dar aula pra um professor, né? Mas a gente tem que pensar muito na experiência do usuário, quem está ouvindo o podcast. Eu conheço muitas pessoas que consomem essa mídia, eu sou árduo consumidor. Mas normalmente a gente ouve podcast fazendo várias atividades. Ou correndo ou lavando carro, ou dirigindo e acessar lá o site pra poder ver o vídeo, é uma tarefa que às vezes a gente não consegue fazer, como eu até falei antes, né? A gente muitas das vezes, através do aplicativo a gente não consegue dar um feedback. Pra mim é um grande problema até desses aplicativos de streming de podcast, né? Eles permitem pouquíssimas interações, então cara, no minuto um ponto cinco você disse uma coisa que eu queria falar ou sobre aquilo. Seria ótimo se a gente pudesse mandar uma mensagem ali.

Eu mesmo já desenhei soluções pra esse tipo de coisa, né? Por fazer parte do meu escopo de trabalho, mas assim, sempre como aquele admirador daquele projeto e querendo consertar o que a gente vê de errado. E por isso que eu acho que às vezes, essa falta de feedback que você tem tá muito mais relacionado à experiência, ao hábito ou algo que o seu público não tenha.

E eu acho, que talvez um erro também que você cometeu nessa questão de travar o podcast, vai muito além, muito ligado ao propósito da sua marca. A sua marca tem essa questão de despocotizar. E toda vez que a gente toma uma atitude que não conecta tão bemesse propósito, por exemplo, criar empecilhos pra pessoa conseguir acessar um conteúdo, isso pode gerar um mal estar. Mas lógico, nunca ao ponto do que essa cara colocou.

Então, queria falar pra você que seu trabalho é espetacular, todo dia, todo episódio que eu posso ouvir, é um momento de alegria na minha vida. E agora fiquei mais feliz ainda porque os comentários voltaram a ser abertos, então isso me mostra não só o lado do fato, mas também a sua isca intelectual em cima disso. Me mostra também, cara, eu gosto muito de prestar atenção no que você não fala também, né?

Porque você está rindo daquela maneira, sou muito de ficar analisando nesse ponto. Eu entendo todas as suas necessidades, da rentabilidade dos seus projetos, e por isso, depois desse podcast, entrei e fiz uma assinatura, não pretendo consumir os conteúdos extras, realmente por falta de tempo, mas por isso fiz até a assinatura mais básica, mas é que eu quero, realmente, fazer parte disso, né? Quero ser um incentivador em vez dos críticos que você recebe tanto aí.

Caso cara, você depois queira conversar sobre essa questão de proposta da sua marca, sobre fazder um brainstorm de ideias, estou sempre à disposição, tá, cara? Já faço isso profissionalmente pra um monte de gente, pra apoiar quem eu vejo que tem coisa de valor eu super aberto aqui pra isso, tá? Parabéns e nunca desmotive por conta disso não, cara! Você merece muito sucesso sempre”.

Grande Rafael. Ôpa. Vou atender aí essa oferta sua aí. Uma hora vou te chamar pra gente bater um papo sim.

Então, cara! O podcast a gente vive num problema sériol aí que tem a ver com a dificuldade dessa tecnologia aí. Do mesmo jeito que ele traz esse benefício de você poder ouvir onde, quando e como você estiver, isso também provoca dificuldade de você dar o retorno. Não dá pra simplesmente parar o podcast pra escrever pra mim ou parar o podcast pra falar alguma coisa. A tecnologia não chegou nesse ponto ainda. Ela vai chegar, eu sei que ela vai chegar. Uma hora nós vamos ter aí um tipo de player que vai permitir essa interação. No momento em que você se sentiu incentivado ou motivado, você vai poder, de alguma forma devolver algum tipo de comentário ali. Enquanto não acontece é essa tristeza aí. Vivendo essa tecnologia aí e fazendo aquilo que você comentou logo no começo. Tentar é testar, cara. Tentar é testar. A gente testa. Às veze acerta, às vezes erra e vai levando adiante.

Mas vamos lá, cara. A gente está trabalhando aqui pra melhorar a experiência do uduário e vamos aos pouquinhos. Grande abraço.

“Bom dia, Luciano. Ou deveria dizer, bom diz cuzão. Calma, calma, só estou brincando. É que eu acabei de ouvir o episódio intitulado Cuzão. Mas e acho que eu tenho a resposta pra isso, não sei. Eu, por exemplo, sou um cuzão também, só que de outro tipo.

Eu pensei em fazer um podcast, mas aí eu pensei: mas eu vou falar o que? O que que eu tenho de interessante pra falar?

Só pra me apresentar: meu nome é Marcos também, mas eu não sou Vinícius. Eu sou médico. Eu sou paulistano mas eu moro no interior do Paraná agora. E aí na hora de fazer um podcast eu pensei: o que eu vou falar que as pessoas vão querer ouvir. E outra: a que custo, né? Tempo, dinheiro pra equipamento e tudo mais que envolve aí a manufatura de um podcast. Aí o cuzão aqui desistiu, acabou não fazendo. Mas eu já fiz algumas coisinhas aí. Nada disso deu dinheiro. Meu dinheiro só vinha é da paulada mesmo, do dia a dia.

Eu accho que eu sei porque que ele pensa assim. E eu acho que isso é um mal do brasileiro. E qual o mal do brasileiro? Brasileiro dá valor a produto, mas não dá valor pra serviço, eu acho, né? Essa é só a minha opinião, tá?

Então, por exemplo, eu como médico. Eu sou ortopedista, né? Então na ortopedia você tem o exame físico que pra nós é fundamental. No exame físico, praticamente você já diagnostica quase tudo, ou já chega muito proximo do diagnóstico. Só que o brasileiro não gosta de serviço. Ele não dá valor pra serviço. Ele dá valor pra produto. Então, se eu não pedir uma ressonância, meu amigo, eu sou um péssimo ortopedista. Ou se eu não pedir o ultrassom, raio X, alguma coisa assim. E assim vai indo né? E o brasileiro vai levando a vida assim, né?

Então, isso é verdade pra mim, é verdade pro cabeleireiro. Se o cabeleireiro fizer um super penteado. Se ele não usar nenhum creminho, nenhuma tinta, nada, ele também vai ficar com fama de ser fraco, de não saber o que está fazendo. Então, não sei. Eu, na minha ignorância e na minha pouca sabedoria, eu imagino que seja isso. Eu já percebi isso, né?

E o estado brasileiro, ele piora as coisas, ele desvaloriza, cada vez mais, o serviço, o trabalho das pessoas, né? Aí é assunto pra horas, mas você já sabe disso.

E é isso, Luciano. Nunca mandei um áudio. Resolvi mandar desta vez porque, é fantástico, né? A impressão que os outros tem da gente. É muito gozado isso. Então, um abração pra você e continue sendo esse cuzão que todo mundo gosta. 

Rarararara. Ai cara. Esse cuzão vai render aí. Grande Marcos. Obrigado, viu cara? Olha, o podcast é uma cachaça. Ele vicia quem faz. Agora viver dele é bem complicado.

Esse exemplo que você deu aí da sua percepção do valor do produto, é fantástico, cara. eu convivo com isso a minha vida toda. A minha dificuldade de vender palestras, ou de vender o trabalho que eu faço aqui, quando o pessoal me pergunta: o que você faz, pra que que serve esse fitness intelectual, essas iscas intelectuais, você tangibilizar isso é uma tremenda duma dificuldade. Eu vejo a diferença. Quando eu vou vender um livro e a pessoa tem a percepção do livro como algo que é palpável, mesmo que seja um e-book, né? Tudo isso é uma coisa palpável. Eu sei o que eu estou comprando. Quando eu digo que eu estou vendendo um processo de transformação,  aí é muito complicado. Então eu tenho que botar nomes que as pessoas reconheçam. Eu tenho que falar, eu estou vendendo um curso, e aí você tem que transformar em algo que a pessoa tenha a percepão de que ela vai ter posse daquilo. Aí ela se convence que ela precisa pagar.

E se isso é complicado com serviço, você imagina ainda o serviço intelectual que é o produto que euvendo, né? Eu vendo algo que vai provocar alguma transformação intelectual na pessoa, isso não dá pra ver. Isso é muito difícil de medir. E só quem mede é quem faz como você aqui. Que depois de uma bela hora manda pra mim um e-mail ou manda pra mim um comentário como esse, ou como outros colegas mandaram aqui.

Cara! O teu programa me ajudou a me orientar. Teu programa transformou a minha vida. Isso é um processo de transformação que você não pode comprar numa prateleira. Você tem que acreditar, você tem que crer naquilo que você está recebendo, tem que ver o valor ali, tem que investir o seu tempo e lá na frente você vai saborear uma mudança.

Isso é absolutamente intangível, cara. E daí vêm as dificuldades. Mas, tamo junto e vamos fazer acontecer!

E nasceu a Itaú Cultural Play, plataforma de streaming gratuita dedicada a produções nacionais. O catálogo oferece mais de cem títulos já na estreia e é composto de filmes, séries, programas de TV, festivais e mostras temáticas e competitivas, além de produções audiovisuais de instituições culturais parceiras. É só fazer um cadastro gratuito que você poderá acessar todo conteúdo e escolher se verá no desktop ou no celular.

Acesse itaucultural.org.br. Agora você tem cultura entrando por aqui, por aqui, pelos olhos e pelos ouvidos…

Então, que legal ouvir vocês, viu? Agradeço a todos que escreveram ou enviaram seus áudios, lamentando profundamente a falta de retorno das mulheres. Nenhum áudio feminino. Espero que não seja porque elas concordam com o adjetivo…rarararara

Olha, moçada, nós estamos juntos.  E palavras não conseguem explicar o que é aquele ambiente onde os assinantes se encontram, o que é o conteúdo do café Brasil Premium, quais os desdobramentos dos contatos entre os assinantes… É muito, mas muito mais que assinar uma rede social ou um canal de conteúdo.

A Confraria, com seus canais no Telegram, é viva. Ela age. E impacta ainda mais quem dela faz parte. Venha para o Premium você também. Se escolher o plano de 12 reais ou o de 45 reais, você vai pagar por mês menos do que aquela pizza com Coca Cola que você comeu na semana passada. Se escolher o plano de 89 reais, dependendo de onde você mora, também será menos do que uma pizza com Coca Cola.

Troque a aquelas assinaturas antigas das mídias jurássicas pelo Café Brasil Premium. É muito mais barato e não joga tanta merda na sua mente.

É isso. E se você acha que não deve vir, que não pagaria para ouvir as minhas opiniões, não tem problema. A gente continua tocando aqui e produzindo conteúdo gratuito que nem uns malucos.

Anunciação
Alceu Valença

Na bruma leve das paixões que vêm de dentro
Tu vens chegando pra brincar no meu quintal
No teu cavalo, peito nu, cabelo ao vento
E o Sol quarando nossas roupas no varal

Na bruma leve das paixões que vêm de dentro
Tu vens chegando pra brincar no meu quintal
No teu cavalo, peito nu, cabelo ao vento
E o Sol quarando nossas roupas no varal

Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais

A voz do anjo sussurrou no meu ouvido
Eu não duvido, já escuto os teus sinais
Que tu virias numa manhã de domingo
Eu te anuncio nos sinos das catedrais

Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais

Na bruma leve das paixões que vêm de dentro
Tu vens chegando pra brincar no meu quintal
No teu cavalo, peito nu, cabelo ao vento
E o Sol quarando nossas roupas no varal

Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais

A voz do anjo sussurrou no meu ouvido
Eu não duvido, já escuto os teus sinais
Que tu virias numa manhã de domingo
Eu te anuncio nos sinos das catedrais

Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais

E é assim, ao som de ANUNCIAÇÃO, num mix com PUT YOUR RECORDS ON, o clássico de Alceu Valença e a deliciosa canção de Corinne Baye Rae, que vamos saindo inspirados. A interpretação do trio Melim, formado pelos irmãos Rodrigo, Gabriela e Diogo Melim. Eles foram revelados no Superstar da Rede Globo.

Olha, quando criei o Café Brasil Premium, imaginei um ambiente onde eu publicaria conteúdos que os interessados consumiriam. Era uma espécie de Netflix do Conhecimento. Mas cresceu muito, cara. Venha! cafebrasilpremium.com.br

O Café Brasil é produzido por milhares de pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, todos vocês aí, completando o ciclo.

Olha, pra deixar a sua vida mais fácil, unificamos todas as iniciativas do ecossistema Café Brasil numa só URL: mundocafebrasil.com. De novo: mundocafebrasil.com. Lá você encontra acesso para nossas redes sociais, para as lojas de livros e camisetas, para assinaturas do Café Brasil Premium, para o Portal Café Brasil. Tudo junto num lugar só: mundocafebrasil.com.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma frase do ex-presidente dos Estados Unidos, Calvin Coolidge

Nada no mundo se compara à persistência. Nem o talento; não há nada mais comum do que homens malsucedidos e com talento. Nem a genialidade; a existência de gênios não recompensados é quase um provérbio. Nem a educação; o mundo está cheio de negligenciados educados. A persistência e determinação são, por si sós, onipotentes.