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Todas mesmo?

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Levado pelos ventos da modinha do movimento americano Me too, nascido da hipocrisia e do revanchismo de gente (genta, Dilma?) que não admite seu passado arrivista e joga para a plateia enquanto conta seus milhões no banco, o extremo-feminismo desembarcou no Brasil com tudo, encontrando terreno fértil em cabeças que pouco raciocinam – no máximos repetem frases feitas como “ninguém larga a mão de ninguém” ou “mexeu com uma mexeu com todas”. Então tá.

O mais engraçado nesse feminazismo de gentas que só berram é que frases repercutidas valem só como grito de guerra e de ocasião, jamais como lema a ser seguido; se o fosse, muito mais gentos apoiariam as gentas feministas. O Dilmês não é sensacional?

O grande problema das feminazi espalhadas por aí (não confundir com as verdadeiras feministas, por favor) é que elas estão irremediavelmente, umbilicalmente ligadas à esquerda radical, esse tumor quase incurável. O resultado dessa união malévola só poderia ser o mesmo de tantos outros movimentos de ocasião, que não protegem ninguém, a não ser seus seguidores cegos, e não visam a nada, a não ser lacrar nas redes e promover o socialismo. Exemplos? Peraí, exemplos não; provas:

Petra Costa, a maior Pinóquia do cinema, alardeou seu “documentário” de mentira, sendo obviamente descascada por qualquer pessoa que tenha um QI acima do número de seu sapato; as feminazi responderam com a eterna cantilena do “machismo”, “sexismo”, sem apresentar um único argumento que não fosse o berro. Petra não foi criticada por ser mulher, mas por ser produtora de ficção, uma militante lulista cega disfarçada de documentarista.

Há poucos dias, uma repórter da Folha de São Paulo foi tratada com uma falta de educação inacreditável pelo 02, 01, 03, sei lá qual filho maluco do Bolsonaro, e por um dos depoentes na CPI das fake news. As feminazi, com razão, botaram a boca no mundo. Os jornais, então, trataram o caso, uma imundície que não deveria passar disso, como a queima na fogueira da última Joana D’Arc do jornalismo brasileiro. Não fosse o exagero da reação, estariam certíssimos. Ninguém deve ser alvo de comentários degradantes, seja homem, mulher, uma das 43 alegadas identidades de gênero ou um diabo da tasmânia.

Porém, como lembra sempre o comediante Danilo Gentili, o que importa para as feminazi, mera massa de manobra da esquerda, não é O QUE é dito, mas sim QUEM diz. Trocando em miúdos, elas só defendem quem faz parte do clubinho oportunista. Quem não faz, pode ser apedrejada à vontade… principalmente se for mulher “inimiga”. Aí não é mulher – nunca! Nem mesmo um prosaico ser humano.

Tome-se o exemplo de uma das mais odiadas pelas feminazi: A ministra Damares Alves. Riram dela, com toques de sadismo e piadinhas imundas, quando admitiu ter sido abusada sexualmente quando criança. Um horror, uma tragédia para qualquer mulher; menos para ela. Para as feminazi, foi bem feito; afinal, ela é “fascista”, e fascista não é gente. Que se dane. Não por acaso, era exatamente o lema (seguido fielmente), por Josef Stalin, um dos maiores genocidas da História.

Idem quanto ao caso de Regina Duarte: O “crime” dela foi dizer, em 2002, que tinha medo da vitória do partido de Lula. O tempo, esse inexorável senhor, mostrou que ela tinha razão no que disse. Mas ali nasceu o ódio da lulada sobre ela, esse ódio cego, doentio, que os lulistas praticam, mas debitam a todos que não são como eles.

Pois bem: Ao aceitar (ao menos até agora) o comando da Secretaria de Cultura do governo Bolsonaro, Regina passou a ser tratada como um demônio a ser agredido fortemente. Ela não disse nada errado, não cometeu nenhuma asneira, não destratou ninguém. Apenas aceitou o convite. Foi o bastante para que uma chuva de detritos digitais/midiáticos caísse sobre ela, xingando-a, pedindo sua morte, linchamento, etc. Isso tudo vindo da “amorosa” esquerda radical brasileira… aquela que prega a união de todos, a paz e o entendimento. Aham.

Abre para os comentários simplesmente asquerosos que José de Abreu, o cuspidor, péssimo ator que não tem nenhum respeito pelo próximo (nem pelo distante), teceu sobre Regina Duarte: Entre outras coisas imundas, alegou (!?) que o fato de ter vagina não faz dela uma mulher. Portanto, não “sendo” ela uma mulher, contra ela pode tudo. Aduziu que fascista (na visão dele, todo mundo é fascista se não beijar, todas as noites, um santinho de Lula) tem de ser tratado no cuspe, entre outras barbaridades. Novamente, nenhum pio das ditas feministas, nem as mais suaves. Zero. Nada. Um silêncio ensurdecedor. Apenas mais uma prova, entre outras centenas.

E a comediante Dani Calabresa, que denunciou (entre outras) os assédios sexuais do colega Marcius Melhem? Nenhuma Marquezine, nenhuma Linzmeyer, nenhuma Manuela D’Ávila para defendê-la? Cadê o lema do “mexeu com todas”?

Ou seja: Gentili tem razão no que diz. Não só a desonestidade ideológica, mas a falsidade de intenções e o puro oportunismo reinam soberanos por trás do disfarce dessas “defensoras” das mulheres. Mudando a famosa frase atribuída a Martin Luther King, não sei se me assusto mais com o grito dos maus ou com o silêncio dos oportunistas.

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