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Todo conteúdo do Café Brasil

Iscas Intelectuais
Cloroquina. Ou: Da necessidade da Filosofia
Gustavo Bertoche - É preciso lançar pontes.

“Eu tomei cloroquina e fiquei curado”. Quantas vezes não ouvimos ou lemos alguém dizendo isso? Não duvido: muitos devem ter superado o Covid após o uso da cloroquina. Isso significa que o uso da cloroquina pode ajudar quem pegou o vírus? Não, não significa. * * * Amigos, é um fato: muitos brasileiros têm grande […]

| 13/08/2020 - Gustavo Bertoche em É preciso lançar pontes.
Um sentido para a vida
Jota Fagner - Origens do Brasil

Esta semana eu completo 41 voltas em torno do Sol. Confesso que nunca entendi o motivo de se parabenizar alguém que faz aniversário. Parabéns pelo quê? Por continuar vivo? Como se pudéssemos controlar esse tipo de coisa. A data, no entanto, é importante para marcar o tempo que você está em cima da terra e […]

| 13/08/2020 - Jota Fagner em Origens do Brasil
Café Brasil 730 – Um massacre cultural revisitado

Você acha que a música popular brasileira acabou, hein? É? Quando? Então venha conosco nesta viagem pelas catacumbas do mercado fonográfico brasileiro. A gente vai tentar entender o que é que anda acontecendo.

| 12/08/2020 - Luciano Pires
O cachorro de cinco pernas

Quantas pernas um cachorro tem se você chamar o rabo de perna, hein? Quatro. Chamar o rabo de perna não faz do rabo uma perna. Essa frase é atribuída a Abraham Lincoln e eu a usei na abertura do Cafezinho 147, quando falei da realidade fantasma, a realidade desejada e a realidade em si. Diante […]

| 08/08/2020 - Luciano Pires
Perdemos Jorge Portugal e nossa capacidade de autodefinição
Jota Fagner - Origens do Brasil

“Esqueci de te falar, o Jorge Portugal deu entrada no Hospital do Estado de Salvador. Está em coma induzido, não está bem não. Acho que deu um problema no coração, que não estava conseguindo bombear. Deu parada cardíaca dentro da ambulância”, disse minha mãe, um tanto esbaforida, numa mensagem de voz pelo WhatsApp. Fiquei abalado, […]

| 06/08/2020 - Jota Fagner em Origens do Brasil
Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância

A intolerância é muito maior na geração que mais teve liberdade na história da humanidade.

| 06/08/2020 - Luciano Pires
Café Brasil 729 – Cala Boca Zebedeu

Se você está feliz porque estão sendo caladas as vozes da patota que diz coisas com as quais você não concorda, é porquê não entendeu nada do que está acontecendo.

| 05/08/2020 - Luciano Pires
Cafezinho 304 – (in)Tolerância

A intolerância é muito maior na geração que mais teve liberdade na história da humanidade.

| 03/08/2020 - Luciano Pires
Semana Café Brasil 25/07/20 a 31/07/20

Atividades no Ecossistema Café Brasil de 25/07/20 a 31/07/20

| 01/08/2020 - Luciano Pires
Tributo a Celso Furtado
Luiz Alberto Machado - Iscas Econômicas

Celso Furtado: 100 anos “O desejo obstinado de entender o Brasil pressupôs entender por que o país era subdesenvolvido, e, corolário, a mecânica do subdesenvolvimento. ´[…] Autor de cerca de 30 títulos, alguns definitivos para a história do pensamento econômico moderno, do Brasil e América Latina, o intelectual não se satisfez em apontar caminhos, foi […]

| 31/07/2020 - Luiz Alberto Machado em Iscas Econômicas
Leitura do Cafezinho 302 – Tenho pressa

Hoje as narrativas familiares perderam espaço para uma cultura voltada ao consumo, que tem muita pressa.

| 29/07/2020 - Luciano Pires
Café Brasil 728 – Saindo do armário Político

Já se sentiu perseguido ou discriminado por conta de sua visão de mundo? Se sim, você está no armário político. É hora de sair fora.

| 29/07/2020 - Luciano Pires
Leitura do Cafezinho 301 – O coronismo

O Coronismo é, talvez, o vírus mais letal da história da humanidade.

| 28/07/2020 - Luciano Pires
Cafezinho 302 – Tenho pressa

Houve um tempo em que as narrativas eram feitas dentro de nossos círculos familiares e de amizades.

| 27/07/2020 - Luciano Pires
Cafezinho 301 – O Coronismo

O Coronismo é um veneno que só tem serventia para os canalhas.

| 24/07/2020 - Luciano Pires
Café Brasil 727 – A nova Inquisição

Houve um tempo em que a censura vinha do Estado autoritário, quando era visível, clara e podia ser combatida. Mas isso mudou. Hoje a censura não vem necessariamente de cima. Vem dos lados. E de baixo. Calando vozes dissidentes, perseguindo quem pensa diferente e tentando eliminar da arena pública todos que não se comportarem conforme as regras definidas por uma elite. Isso não pode acabar bem.

| 22/07/2020 - Luciano Pires